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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Livro: Ferroviária em Campo


FERROVIÁRIA EM CAMPO é um estudo sobre os 60 anos de futebol da Ferroviária de Araraquara; um retrospecto da caminhada do clube ao longo de seis décadas. Enfoca fundamentalmente os dados estatísticos e demonstra que, não obstante as adversidades enfrentadas pelos clubes interioranos, a Ferroviária não apenas subsiste como também consegue ter números positivos em levantamentos que se faça nos cenários internacional, nacional e estadual. Sua história é expressiva, tendo sido contada com propriedade por catedráticos da qualidade de um prof. Antônio Jorge Moreira e de um dr. Luís Marcelo Inaco Cirino, nos quais o autor deste ensaio se inspirou para conduzir a sua pesquisa.
A motivação maior é prestar uma homenagem à agremiação que tanto divulga o nome de Araraquara, bem como à sua apaixonada torcida. Quantas vezes a vibrante torcida da Ferrinha não terá ouvido, no transcurso desse tempo, nas transmissões das emissoras de rádio, emitida por empolgados locutores e repórteres de campo, a expressão Ferroviária em campo, e a partir daí se desencadeando fortes emoções?

Importante: O livro está tendo distribuição gratuita. Para solicitar um exemplar os interessados deverão enviar um e-mail para HYPERLINK "mailto:ferroviariaemcampo@gmail.com" ferroviariaemcampo@gmail.com , informando o endereço completo. Os moradores de Araraquara receberão o livro em mãos. Leitores de outras cidades e estados interessados em ter o livro em seu acervo, arcarão apenas com as despesas de envio, calculadas de acordo com localidade que residem.
Dados do Autor: Vicente Henrique Baroffaldi
Vicente Henrique Baroffaldi, 63 anos, é formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas, da Federação das Faculdades Isoladas de Araraquara (FEFIARA), atual Universidade de Araraquara (UNIARA).
Foi, por 32 anos, funcionário do Serviço Especial de Saúde de Araraquara (SESA), da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Fundador e jogador do XV de Novembro do bairro do Carmo na década de 60.
Iniciou a sua militância na imprensa local em 1965, juntamente com o início do Diário da Araraquarense (que mudaria de nome para O Diário), do Roberto Barbieri. Passando depois para O Imparcial. Escreveu ainda para a Folha da Região e Jornal da Manhã.Participou da equipe Os Campeões da Bola, de José Roberto Fernandes, nas duas emissoras, Morada e Cultura.
Foi associado da ACEA, presidiu a LAF em 80 e 81
Atualmente aposentado, pesquisa o futebol, em especial a Ferroviária de Araraquara.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Associação Ferroviária de Esportes

Em 2010 a Ferroviária completou 60 anos de uma história cheia de alegrias, tristezas e muita visibilidade que fez com que a equipe se tornasse o maior cartão postal de Araraquara. Para celebrar as seis décadas de fundação do time, foi lançado o livro "Ferroviária em Campo", um levantamento estatístico de cunho histórico que traz informações obrigatórias para todos os amantes da Locomotiva.

O autor do trabalho é o araraquarense Vicente Henrique Baroffaldi, que assim como a maioria dos torcedores, teve sua paixão pelo time revelada na infância. "Nasci no dia 28 de julho de 1947. O amor pela Ferroviária começou no dia 15 de abril de 1959, aos 11 anos, quando meus pais me levaram à noite festiva que marcou a inauguração oficial dos refletores do estádio da Fonte. A Ferroviária enfrentou o Vasco da Gama e obteve um empate, 3 a 3. A partir do mês seguinte, com os jogos pelo Campeonato Paulista, nos quais a Ferroviária conseguiu 15 vitórias na Fonte, essa paixão se solidificou", relembra Baroffaldi.

Em sua publicação, o escritor faz questão de exaltar os trabalhos de pesquisas realizadas por outros dois amantes da equipe grená: o professor e jornalista Antonio Jorge Moreira, que publicou por vários anos no jornal O Imparcial a coluna "Tópicos do Passado da Ferroviária", e o médico dr. Luís Marcelo Inaco Cirino, autor do livro "Fonte Luminosa", lançado em 2004 pela Editora Pontes. "É meu primeiro livro e o que me motivou foi sentir que, apesar de existirem brilhantes trabalhos sobre a história da Ferroviária, havia espaço ainda para um enfoque que julgo inédito: o referente aos levantamentos estatísticos. A história em números", explica.

Todo o conteúdo do livro é apresentado de uma forma dinâmica, com tópicos curtos e objetivos, além de tabelas, análises rápidas e listagens de jogos oficiais e amistosos, não apenas no âmbito estadual, como também nacional e internacional. "A inclusão do livro nas redes sociais da internet resultou em um sucesso extraordinário. Há manifestações de pessoas dos mais diferentes pontos do país, gente que gostaria de saber mais a respeito da Ferroviária. E na medida do possível faremos chegar a essas pessoas o resultado do nosso trabalho. Assim iremos cumprindo a missão de propagar a história da agremiação grená de Araraquara", salienta Baroffaldi, que destaca que a publicação não está à venda em livrarias e por enquanto está sendo distribuída gratuitamente. As pessoas que se interessarem podem entrar em contato através do email ferroviariaemcampo@gmail.com.

Fatos marcantes

A publicação apresenta ao leitor todos as principais passagens da caminhada afeana em toda a sua história que teve início no dia 12 de abril de 1950. Cada torcedor tem em suas lembranças o momento que considera mais especial e, para Vicente Henrique Baroffaldi, o acontecimento mais marcante foi a participação afeana no Campeonato Brasileiro de 1983, quando a competição recebia o nome de Taça de Ouro. "Não foi uma mera participação, mas um desempenho fora do comum para um clube do interior. A Ferroviária obteve o primeiro lugar de seu grupo nas duas primeiras fases e venceu grandes clubes", salienta.

Mas nem só de momentos gloriosos vivem as equipes do futebol e com a Locomotiva não foi diferente. "Do ponto de vista negativo, o que mais me marcou foi a constatação, a certa altura, de que a Ferroviária já não tinha mais patrimônio, fruto de más administrações. Estádio, com enorme área física, sede social no centro da cidade, além de uma chácara no São Geraldo, simplesmente foram perdidos, lamentavelmente", analisa.

Autor
Vicente Henrique Baroffaldi, 63 anos, é formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas, da Federação das Faculdades Isoladas de Araraquara (FEFIARA), atual UNIARA. Foi, por 32 anos, funcionário do Serviço Especial de Saúde de Araraquara (SESA), da Faculdade de Saúde Pública da USP. Presidiu a Liga Araraquarense de Futebol (LAF) em 1980 e 1981. Integrou a Associação dos Cronistas Esportivos de Araraquara (ACEA). Militou na mídia esportiva da cidade, em diversos órgãos de comunicação. Foi diretor de divulgação da Comissão Central de Esportes de Araraquara (CCE), atual Fundesport. Atualmente aposentado, pesquisa o futebol, em especial a Ferroviária.
Carlos Andé Souza ( Jornal O Imparcial, Araraquara/SP)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Associação Ferroviária de Esportes

Em pé: Rosan, Zé Maria, Antoninho, Lucas, Dirceu e Rodrigues
Agachados: Faustino, Dudu, Bazzani, Baiano e Benny

Rosan, o Florisvaldo Rosan, nascido no dia 17 de maio de 1937, grande goleiro do Rio Preto Esporte Clube, da Ferroviária de Araraquara, do Santos, do Palmeiras, do Comercial de Ribeirão Preto, do América do Rio e do União Bandeirante de Bandeirantes-PR (seu último time em 1973, aos 36 anos) não é mais empresário do ramo de material de construção, tendo encerradas as atividades da Cerâmica Nossa Senhora Aparecida, que ficava na cidade de Avanhandava (SP).

Lá, ele produzia telhas, tijolos, pisos e azulejos. A fábrica do ex-goleiro ficava, portanto, na cidade onde reside: Avanhandava (SP), próxima a Lins (SP), interior paulista. Hoje, Rosan, que se casou duas vezes, tem cinco filhos: três do primeiro casamento e dois do segundo. E já é avô de um neto. Rosan mantém residência também em São José do Rio Preto, onde nasceu, e atualmente administra os aluguéis de diversos que adquiriu ao longo de sua marcante carreira. O empresário Rosan hoje também é fazendeiro e tem um posto de gasolina em Avanhandava.

A cronologia completa de sua carreira obedece: Rio Preto Esporte Clube (onde começou em 1955), Ferroviária de Araraquara, Palmeiras, Santos (onde só jogou duas vezes, sendo uma no exterior e outra contra a Portuguesa, em São Paulo), Prudentina, Comercial de Ribeirão Preto, América do Rio e União Bandeirante, de Bandeirantes (PR).

Rosan jogou na melhor Ferroviária de Araraquara de todos os tempos, na metade dos anos 60, ao lado de maravilhosos jogadores como Dudu, Bazani, Beni, Baiano, Pimentel e etc.

No Palmeiras, ele não teve muitas oportunidades e, um dia, recebeu um chute no rosto e fraturou o maxilar. No Santos, igualmente não foi devidamente aproveitado, mas no Comercial de Ribeirão Preto integrou o simplesmente sensacional time do Leão do Norte que tinha, dentre outros, Ferreira, Jorge, Piter, Nonô, Esmeraldo, Hélio Giglioli, Amauri, Jair Bala, Luis, Paulo Bim, Carlos César, Noriva e Peixinho. Foram os anos de 1965 e 1966 os melhores da vida do Comercial de Ribeirão Preto e Rosan foi sempre o titular.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Associação Ferroviária de Esportes



Nei, o menino de Nova Europa, chegou tímido para treinar na Ferroviária, em 1967, a convite do treinador de aspirantes Vail Mota. Logo, o torcedor teve um motivo para chegar mais cedo na Fonte e assistir a preliminar em que Nei entortava a defesa adversária e cruzava certinho para a grande área.

Aos 18 anos, Nei já atuava no time de cima, suprindo a ausência do Pio. E com a venda de Pio para o Palmeiras, Nei se firmou entre os titulares, sendo tricampeão do interior em 69, tendo atuação importante na conquista da Taça dos Invictos em 1971, além de ser destaque da Ferroviária no giro pela América Central em 68.

Marcar Nei não era tarefa fácil. Habilidoso, rápido, baixinho, escondia a bola e corria rente à lateral do campo, era ousado para driblar na grande área. Todas essas virtudes o levaram para o Parque Antártica em 1971, onde conseguiu títulos paulistas, nacionais e internacionais.

Uma das grandes atuações de Nei foi na vitória da Ferroviária em cima do campeão São Paulo, por 2 a 0, no dia 16 de agosto de 1970, na Fonte Luminosa com 10.865 torcedores, e renda de Cr$ 51.619,00. Gol de Muri e Nei.

A Ferroviária do técnico Vail Mota ganhou com Getúlio; Mariani, Fernando, Ticão e Fogueira; Muri, Zé Luís e Bazani; Nicanor, Lance e Nei.

O tricolor perdeu com Sérgio, Forlan, Eduardo, Roberto Dias e Gilberto Sorriso; Édson, Paulo e Gérson de Oliveira Nunes, Terto, Toninho Guerreiro e Paraná. Técnico: Zezé Moreira.

Grandes duelos
Nei e Zé Maria, Nei e Eurico, Nei e Pablo Forlan, Nei e Carlos Alberto Torres, de todos esses duelos o que mais se destacava era a marcação do uruguaio Pablo Forlan, um confronto entre a habilidade e a raça, a criatividade e a garra. Marcas na canela de Nei contam parte desses grandes duelos.

Segundo pesquisa do mestre Luís Marcelo Inaco Cirino, o menino de Nova Europa, que inclusive vestiu a camisa da seleção brasileira em quatro partidas, realizou 181 jogos envergando a gloriosa camisa 11 grená. Conseguindo 83 vitórias, 53 empates e amargou 43 derrotas. Marcou 23 gols pela Locomotiva no período de 1967 a 1971.

Em 1976, Nei enfrentou o União Soviética no Maracanã. O Brasil foi de Leão; Carlos Alberto, Amaral, Beto Fuscão e Marco Antônio; Givanildo (Falcão) e Rivelino Caçapava); Gil, Zico, Roberto Dinamite e Nei.

Em Araraquara, Nei reencontra amigos na festa do Paschoal
Todo fim de maio tem festa de aniversário da Sala Reminiscências Esportivas do colecionador de fotografias esportivas Paschoal Gonçalves da Rocha. Nei marca presença para rever amigos, bater papo com os fãs e receber troféu como ídolo da Ferroviária, do Palmeiras e da Seleção.

Por Tetê Viviani

Fonte: http://www.ferroviariasa.com.br

sábado, 14 de novembro de 2009

Associação Ferroviária de Esportes

Em pé: Fia, Isã, Cardarelli, Dirceu, Pixo e Elcias.
Agachados: Paulinho, Cardoso, Gomes, Bazani e Boquita.

Time que levou a Ferroviária à Divisão Especial em 1955.

O campeonato da segunda divisão de 1955 e terminado em 1956 foi a redenção da Ferroviária e de toda Araraquara. Dessa vez não escapou o título de campeão que veio de forma antecipada. A esmagadora vitória de 6x3 contra o Botafogo, na Fonte Luminosa, 15 de abril de 1956, não deixou dúvidas. A Ferroviária subiu para a principal divisão do futebol paulista com méritos.
O Botafogo deu adeus as suas pretensões com: Machado; Fonseca e Julião; Wilsinho, Oscar e Chorete; Laerte, Amorim, Brotero, Neco e Fernando. Trabalhou no apito Paulo Simões. Os gols da Ferroviária: Bazani (2), Cardoso (2) e Gomes (2). Para o Botafogo marcaram: Fernando, Amorim e Brotero.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Associação Ferroviária de Esportes

Em pé: Rosan, Cardarelli, Tonhão, Dirceu, Rodrigues Lindão e Gaspar
Agachados: Nivaldo, Palico, Baiano, Bazani e Alípio

Neste esquadrão da Ferroviária destacava-se o goleiro Rosan que defendeu a equipe de Araraquara entre 1958 e o início de 1961 e foi um dos seus melhores goleiros. Rosan depois defendeu o Palmeiras e também o América carioca.

Em 1960, Ferroviária realizou sua 1ª excursão ao exterior e no dia 08 de maio enfrentou o F.C. do Porto em pleno Estádio das Antas conseguiu um excelente resultado, ganhando por 2 x 0.

Eis a súmula da partida

PORTO 0 x 2 FERROVIÁRIA
Data: 8 de maio de 1960
Local: Estádio das Antas / Porto, em Portugal
Árbitro: Caetano Nogueira
Gols: Bazani aos 2 e Miranda aos 21 minutos do segundo tempo.
PORTO: Américo; Daucik (Morais), Arcanjo e Paula; Pedroto e M. Costa; Rico (Ferreira), Montagno, Teixeira (Noé), Perdigão e Humaitá / Técnico: Otto Vieira.
FERROVIÁRIA: Rosan; Porunga, Antoninho e Walter; Dirceu (Zé Maria) e Rodrigues Lindão; Miranda (Eusébio), Dudu (Palico), Baiano, Bazani e Benny / Técnico: José Carlos Bauer.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Associação Ferroviária de Esportes


Em pé: Fernando Sátiro, Fogueira, Getúlio, Mariani, Ticão, Bebeto Oliveira, Fernando Paolilo e Vail Mota
Agachados: Maurinho, Luiz Ernesto Lance, Cabinho, Bazani e Nei.

Esquadrão que disputou o Campeonato Paulista de 1970, sob a batuta do técnico Vail Mota.

O centroavante Cabinho, que já havia jogado no América, foi negociado com a Portuguesa. Lance acabou vendido ao Corinthians e o ponta-esquerda Nei fez sucesso defendendo o Palmeiras

Bazzani
"Ele é uma pessoa completa, de caráter. Um exemplo de dignidade que um ser humano pode ter. Eu não vejo minha vida sem sua presença". As palavras de Aparecida Castro Bazani, esposa do maior jogador que já vestiu a camisa da Associação Ferroviária de Esporte (AFE), podem ser transferidas para a relação entre Olivério Bazzani Filho e a Ferrinha. É contra qualquer lógica imaginar Bazzani sem Ferroviária, ou vice-versa.
Natural de Mirassol, Interior de São Paulo, o jovem Olivério participou dos últimos 50 anos de história da Ferroviária. Dos tempos áureos, aos momentos mais difíceis, em que o clube se afundava em dívidas, a figura de Bazzani era sempre constante no gramado da Fonte Luminosa. O ex-camisa 11 começou sua carreira no time infantil de sua cidade-natal. Estreou como ponta esquerda contra um time de várzea de São José do Rio Preto e o destino quis que o gol da vitória fosse dele.

O primeiro contato com a Ferroviária foi em 1951, no amistoso em que o seu time, o Mirassol, enfrentou a equipe de Araraquara. Em 1954, ‘Rabi', como é carinhosamente chamado em Araraquara, assinou o primeiro contrato profissional com a equipe grená e começou sua carreira vitoriosa na Ferrinha. Participou de campanhas inesquecíveis da Locomotiva: os títulos do Campeonato Paulista do Interior de 59, 60, 61 e 62; e a excursão para o exterior em 60 e 63.

Em 1962, Bazzani foi negociado com o Sport Club Corinthians Paulista. A transação foi considerada a maior do futebol paulista na época. Como diria o velho ditado: ‘o bom filho à casa retorna', Bazzani voltou a defender a camisa grená de Araraquara em 65.

"O Bazzani é uma verdadeira lenda na Ferroviária. Um cidadão acima de qualquer suspeita e de uma integridade enorme, tanto como homem ou jogador. Viajei todo o Brasil e, em todos os lugares, inclusive no exterior, o pessoal sempre comentava que o Bazzani levava uma imagem de um time organizado e de profissionais sérios liderados por ele", contou o jornalista e locutor esportivo Wilson Luiz.

O adeus de ‘Rabi' vestindo a camisa da Ferroviária foi em 1973. Na ocasião, Bazzani jogou somente o primeiro tempo da partida contra o Guarani, na Fonte Luminosa. Perguntado sobre o quê significa a Ferroviária em sua vida, o velho mestre não hesitou em falar: "Me sinto orgulhoso em ter vivido e lutado por este time. A gente trabalha a vida toda para ter o reconhecimento que eu tenho aqui dentro. A Ferroviária significa minha vida".

Bazzani faleceu no dia três de outubro de 2007, aos 72 anos. Bazzani sofria de câncer de próstata e lutava contra o Mal de Alzheimer há meses, o que deixou sua saúde bastante debilitada. O último ano foi de sofrimento para o ídolo da Ferroviária. Problemas de saúde o impediram de acompanhar a festa de inauguração do seu busto de bronze, em abril deste ano, localizado na entrada principal do estádio da Fonte Luminosa. No jogo de inauguração do busto, a Ferroviária goleou o Corinthians por 3 a 0, para felicidade de todos que acompanharam a vida do maior jogador da história da Ferroviária: Olivério Bazani Filho.

Por: Felipe Santilho e Emerson Bellini

http://www.ferroviariasa.com.br

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Associação Ferroviária de Esportes

Em pé: Celinho, Carlos Alberto, Fogueira, Muri, Dicão e Rossi Coquinho.
Agachados: Valdir, Zé Luís, Lance, Bazani e Nascimento


Crédito: www.diarioweb.com.br

Equipe que ganhou de 2 a 0 da Francana, na cidade de Franca, em amistoso disputado em 1971.