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sábado, 9 de outubro de 2010

S.E.Palmeiras

1932

Em pé da esq.p/ dir.: Cabeli (téc.), Tunga, Nascimento, Gogliardo,
Loschiavo, Adolfo, Junqueira e o presidente Dante Delmanto.
Agachados: Avelino, Sandro, Romeu, Lara e Imparato.

Palmeiras Campeão!

A revolta constitucionalista de 1932, em que os paulistas se opuseram ao governo federal, paralisou o campeonato paulista por quatro meses, de julho a novembro. Por isso, foi disputado em apenas um turno. Isso facilitou a tarefa do Palestra, que venceu todos os adversários e realizou aquela que, ainda hoje, é a última "campanha perfeita"da história da competição.

Campanha: 11 jogos, 11 vitórias, 0 empates, 0 derrotas, 22 pontos.
48 gols pró e 8 gols contra.

Campeonato Paulista:

Colocação final: 1º lugar.

O jogo do título:

Palestra Itália 3 x 0 Portuguesa

Local: Rua Cesário Ramalho
Data: 20/11/1932
Juiz: Antônio Sotero de Mendonça
Gols: Avellino (25min) e Romeu (30min) no 1º tempo;
Romeu (10min) no 2º tempo.
Palestra Itália: Nascimento; Loschiavo e Junqueira; Tunga, Gogliardo e Adolfo;
Avellino, Romeu, Sandro, Lara e Imparato.
Portuguesa: Valdemar; Raposo e Machado; Pixo, Barros e Xaxá;
Teixeira, Dimas, Russinho, Pasqualino e Luna.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

S..E.Palmeiras


Mazzola
Nome:José João Altafini
Nascimento:24/07/38
Período: 1956 a 1958
Títulos:Campeão Paulista Juvenil em 1955, Campeão Paulista Aspirante em 1956
História:Revelado nas categorias de base do Palmeiras, Mazzola ganhou este apelido pela sua técnica ser comparada ao craque italiano Valentino Mazzola. Com seu oportunismo e faro de gol, era o responsável pelas vitórias palmeirenses na década de 1950. Com a venda de seu passe para o Milan, o Verdão montou um verdadeiro esquadrão que ficou conhecido como Academia de futebol.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

S.E. Palmeiras


Crédito: http://www.pontoverde.com.br/

Nos anos 80, chegou-se à conclusão de que o Campeonato Brasileiro estava inchado demais. Só para se ter uma idéia, nada menos do que 93 equipes disputaram a edição de 1979, e era chegada a hora de colocar ordem na casa. Mas como a CBD, predecessora da atual CBF, escolheria quais os clubes que disputariam a divisão de elite do futebol nacional?

A solução foi transformar os campeonatos regionais em classificatórios ao Brasileirão. Assim, cada estado recebia um número de vagas de acordo com a sua importância no cenário nacional. São Paulo foi o que mais lugares ganhou – meia dúzia – e, desta forma, os seis primeiros classificados no Paulistão de 1980 garantiram um lugar na chamada Taça de Ouro de 1981. Já do 7º ao 14º não restou outra alternativa senão se contentar com a Taça de Prata, equivalente à atual Série B.

Tão somente o 16º colocado no Campeonato Paulista do ano anterior, o Palmeiras nem a esta competição havia feito jus. Porém, numa transação até hoje pouco explicada, Taubaté/SP e XV de Jaú abriram não de suas vagas e, com isso, o Verdão pôde disputar o torneio. Na época, muito se falou que a diretoria alviverde havia comprado seu lugar e enviado dinheiro às duas equipes interioranas, mas até hoje isso nunca foi provado.

O fato é que tivemos, humildemente, de disputar a Segundona naquele ano. Na primeira fase, o Verdão não encontrou nenhuma dificuldade, vencendo quatro (América/SP, São Paulo/RS, Novo Hamburgo/RS e Inter de Santa Maria/RS) e empatando três (Ferroviária/SP, Criciúma/SC e Comercial/MS) partidas. Campeão de sua chave, passou à etapa seguinte e teve de medir forças com duas equipes bem mais tradicionais: Americano/RJ e Guarani/SP.

O regulamento do Brasileirão previa que os campeões dos quatro grupos da Segunda Fase da Taça de Prata já seriam promovidos à Taça de Ouro na mesma temporada, podendo inclusive disputar o título. E foi pensando nesta possibilidade, que diminuiria um pouco o vexame da queda, que o Verdão encarou os quatro jogos seguintes.

Após um primeiro turno equilibrado, no qual cada um dos três times ganhou um e perdeu o outro jogo, o time de Campinas/SP deu um gigantesco passo rumo à elite ao golear o adversário carioca por 4 a 1, no Brinco de Ouro. Para piorar, o Verdão não conseguiu vencer em Campos/RJ, e o 0 a 0 no placar levou a decisão da vaga para a última rodada.

Até então, o Guarani somava 4 pontos, seguido pelo Palmeiras, com 3, e pelo Americano/RJ, também com 3 mas já matematicamente eliminado. Ou seja: somente a vitória recolocaria nosso time dentre os grandes ainda naquela temporada. Daí todo o nervosismo que envolveu nossos jogadores, no primeiro tempo já bastante superiores mas incapazes de abrir o placar.

Foi preciso muita conversa e muita psicologia do técnico Dudu para que o Verdão provasse, no segundo tempo, quem era o grande que estava em campo. E foi então que brilhou a estrela do meia baiano Sena, contratado no começo daquela temporada justamente para ser mais um a ajudar o time a recuperar seu devido lugar. Aos 11 e aos 31 minutos da etapa final, ele fez explodir o Palestra Itália e se tornou o herói do retorno alviverde à elite do nosso futebol.

Ao apito final de Dulcídio Wanderley Boschillia, que devido a uma grande confusão e a jogadas violentas expulsou cinco jogadores, uma certeza tomou conta de todos: quem é rei jamais perde a majestade.

Súmula do jogo
Competição: Campeonato Brasileiro/1981 – Taça de Prata (Série B)
Jogo: Palmeiras 2 x 0 Guarani/SP
Data: 25/02/1981 - Horário: 21h00
Local: Estádio Palestra Itália – Parque Antártica, em São Paulo/SP
Público: 33.863 pagantes
Árbitro: Dulcídio Wanderley Boschillia/SP
Gols: Sena aos 11 e aos 31 minutos do segundo tempo.
Palmeiras – João Marcos; Benazzi, Marquinhos, Darinta e Jaime Bôni; Vítor Hugo, Sena e Célio; Osni, Paulinho e Baroninho (Romeu Cambalhota).
Técnico: Dudu.
Guarani/SP – Birigüí; Miranda, Édson Magalhães, Édson e Almeida; Edmar (Paulo César), Ângelo e Jorge Mendonça; Lúcio, Careca e Capitão (Da Costa).
Técnico: Zé Duarte.
Cartões Vermelhos: Marquinhos e Vítor Hugo (Palmeiras); Édson, Jorge Mendonça e Careca (Guarani)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

S.E. Palmeiras


Da esquerda para a direita: Oberdan Cattani, Túlio Affini, Turcão, Caieira, Waldemar Fiúme, Zezé Procópio, Oswaldinho, Lula, Arturzinho, Lima e Canhotinho
Crédito: http://www.diarioweb.com.br/

Esquadrão doPalmeiras que faturou o título paulista de 1947

Túlio Affini
Contando com um grande esquadrão, em 1951, o Plmeiras conquistou as cinco coroas - torneio início do Paulistão, Taça Cidade de São Paulo, Paulistão, Torneio Roberto Gomes Pedrosa (equivalente ao Brasileirão de hoje) e a Copa Rio, que os palmeirenses têm como o primeiro mundial interclubes. E todas essas façanhas contaram com a contribuição de Artur Affini, o Túlio, nascido em Cravinhos no dia 17 de junho de 1920, mas radicado em Rio Preto. Túlio ganhou o apelido dentro da família e aos 4 anos de idade mudou-se para Rio Preto. Começou a jogar como alfo-direito (lateral) no juvenil do Turinense, depois foi para o Brasileiro. Em 1940, já como centromédio (volante), foi campeão regional pelo Palestra e no ano seguinte transferiu-se para a Favorita, de Barretos. Atuou ainda na Ponte Preta, de Campinas, antes de chegar ao Jabaquara, de Santos, que na época integrava a Divisão Especial (Paulistão). No Jabuca, ele permaneceu até o final de 1944. “Palmeirense fanático, o alfaiate Orlando Rosseli, de Rio Preto, mandou uma carta de recomendação aos dirigentes palestrinos, que se interessaram e pagaram 70 mil Réis pelo passe dele”, conta Eteocles Affini, o Riri, irmão de Túlio. “O Filpo Nuñez (treinador) chamou Túlio e lhe disse: ‘quita la pelota’, para que ele aprendesse a roubar a bola do adversário”, acrescenta.

Túlio assimilou bem os ensinamentos do mestre e se destacou neste quesito. Um jogo inesquecível ocorreu em 1945, no empate de 1 a 1 com o São Paulo. Ele marcou, de cabeça, o gol palmeirense e depois fez um contra para o Tricolor. O volante foi campeão da Taça Cidade de São Paulo e do Paulistão de 1947, ano em que foi convocado pela Seleção Brasileira, mas não entrou em nenhuma partida da Copa Rocca. Também atuou na seleção paulista. Em 1950, o Palmeiras o emprestou ao Nacional, da Capital. Retornando, ajudou o clube a conquistar as cinco coroas. A mais emocionante delas a Copa Rio (o Mundial, que o Alviverde reivindica até hoje junto à Fifa). Na Chave Paulista estavam Palmeiras, Juventus da Itália, Estrela Vermelha da Iugoslávia e Olympique de Nice da França. Vasco, Nacional do Uruguai, Áustria Viena e Sporting de Portugal integraram o Grupo Carioca. Túlio não foi escalado na primeira fase nas vitórias contra o Olympique (3 a 0) e Estrela Vermelha (2 a 1) e na vexatória derrota por 4 a 0 para a Juventus. Como segundo colocado da chave, na semifinal o Palmeiras enfrentou o Vasco, líder do outro grupo, em dois jogos no Maracanã. No primeiro, o Verdão surpreendeu e fez 2 a 1. Túlio entrou no transcurso da partida no lugar de Waldemar Fiúme. No segundo duelo, com Túlio como titular, houve empate sem gols.

Na outra semifinal, a Juventus eliminou o Áustria Viena (3 x 3 e 3 x 1, respectivamente). Decisão entre Palmeiras e Juventus em uma série melhor de dois confrontos, ambos no Maracanã. Túlio foi titular na vitória de 1 a 0, gol de Rodrigues, na quarta-feira 18 de julho de 1951, e também no empate de 2 a 2, no domingo 22 de julho, resultado que garantiu o título ao Alviverde. Entre 1945 e 1952, Túlio disputou 224 jogos pelo Verdão, com 123 vitórias, 51 empates e 50 derrotas, marcando cinco gols. Túlio deixou o Palmeiras em maio de 1953, transferindo-se para o XV de Jaú. “Jogou seis meses no XV sem ganhar um tostão. Dois anos depois um advogado entrou na Justiça e o Túlio conseguiu receber”, descreve Eteocles Affini. Em janeiro de 1954, Túlio veio para o América, participando de poucos jogos amistosos. Pendurou a chuteira e tentou a sorte como técnico, porém não vingou. “Ele não tinha vocação para ser treinador”, comenta Eteocles. Começou a trabalhar como representante comercial do laboratório industrial francês chamado Steg. “Nesta época, inclusive, ele recusou uma proposta da Ferroviária”, afirma o irmão. Túlio era casado com Nelza Affini e morreu em maio de 1989, vítima de infarto, quando se recuperava de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). A mulher dele faleceu em 2001. Wagner, filho do casal, mora em Araraquara. A outra filha, Neusa, que era médica, morreu vítima de câncer em 2002.

Fonte: http://www.diarioweb.com.br/

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

S.E. Palmeiras

1979
Em pé: Rosemiro, Gilmar, Beto Fuscão, Ivo, Polozzi e Soter.
Agachados: Amilton Rocha, Jorge Mendonça, Toninho, Pires e Ney.

Crédito: http://www.museudosesportes.com.br

Não é segredo pra ninguém que entre o fim dos anos 70 e o começo dos 80 o Flamengo/RJ montou uma das melhores equipes de toda a sua história. Não à toa, logo em 1980 o time da Gávea se sagrou campeão da Copa Libertadores da América e, pouco depois, também mundial interclubes. Daí que enfrentar Zico, Adílio, Júnior e demais feras algo pra lá de complicado.

Se o jogo fosse no Maracanã, então pior ainda. No palco-mor do futebol brasileiro, o mais popular time do Brasil era quase imbatível. Quase... Houve uma equipe, formada em sua maioria por jovens jogadores, que ousou não peitar, ma sim massacrar o todo-poderoso rubro-negro carioca.

E não foi num jogo qualquer, não. A partida era decisiva e valia uma vaga nas semifinais do Campeonato Brasileiro de 1979. O Palmeiras, que também tinha uma equipe muito técnica, era respeitado, mas não merecedor de grandes apostas. Somente seus milhões de torcedores, atletas e, sobretudo, treinador acreditavam que seria possível voltar do Rio de Janeiro/RJ com a vaga garantida.

Talvez pelo clima de “já ganhou” que tomou conta de todos os flamenguistas, o desde sempre falastrão presidente Márcio Braga, numa de suas conhecidas e quase sempre imbecis atitudes visando motivar o time, saiu-se com esta na mídia. “O Palmeiras tem um bom time, mas seus jogadores são muito jovens. Com certeza, no momento em que virem o Maracanã, irão tremer”. Não contente, ainda exibiu algumas passagens de avião para Porto Alegre/RS onde, era certo, seu time enfrentaria o Internacional na luta por uma vaga na grande final daquele Brasileirão.

As palavras e o gesto de Braga mexeram com os brios dos nossos atletas. Assim, os cerca de 10 mil palmeirenses que enfrentaram a Via Dutra forma os primeiros a vibrar: logo aos 11 minutos, após ótima jogada de César pela esquerda, Jorge Mendonça só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes. O empate flamenguista veio aos 9 da etapa final, através de um pênalti pra lá de discutível sofrido e convertido por Zico.

Certo de que o Verdão, enfim, começaria a tremer, o Flamengo/RJ partiu com tudo para o ataque, mas quebrou a cara. Aos 26, Baroninho bateu falta rasteira da direita, o miolo de zaga carioca falhou feio e Carlos Alberto Seixas apareceu para completar. Na comemoração, uma leve sambadinha junto à linha lateral.

Desesperados, Zico e seus amigos foram como loucos em busca do empate, e abriram espaço aos contra-ataques palmeirenses. Assim, aos 31 Baroninho desceu pela esquerda, invadiu a grande área em diagonal e rolou para trás, onde o lateral-esquerdo Pedrinho chutou forte, sem chances para Cantarelli. O quarto e último gol mais uma veio numa jogada rápida de Baroninho, o melhor em campo: aos 45, ele recebeu de Pedrinho e cruzou para o meio da área, onde Zé Mário se antecipou a Manguito e tocou de cabeça: Palmeiras, 4 a 1.

Já nos vestiários, procurado pelos repórteres, o mais famoso e experiente jogador do Verdão, Jorge Mendonça, ironizou: “Não, não dá pra falar. Ainda estou tremendo de medo do Maracanã”. Enquanto isso, a torcida rubro-negra, que deixara o estádio logo após o terceiro gol palmeirense, xingava o presidente Márcio Braga.

Obs.: A título de informação histórica, vale lembrar que após aquele show Telê Santana foi convidado a dirigir a Seleção Brasileira.

Confira a ficha técnica da histórica partida:

Competição: Campeonato Brasileiro/1979
Jogo: Flamengo/RJ 1 x 4 Palmeiras
Data: 09/12/1979 - Horário: 17h00
Local: Estádio Mário Filho – Maracanã, no Rio de Janeiro/RJ
Público: 112.047 pagantes
Árbitro: Carlos Sérgio Rosa Martins/RS
Gols: Jorge Mendonça aos 11 minutos do primeiro tempo. Zico (de pênalti) aos 9, Carlos Alberto Seixas aos 26, Pedrinho aos 31 e Zé Mário aos 45 da etapa final.

Equipes

Flamengo/RJ – Cantarelli; Toninho Baiano, Manguito, Dequinha e Júnior; Carpegiani, Adílio (Beijoca) e Zico; Reinaldo (Carlos Henrique), Cláudio Adão e Tita.
Técnico: Cláudio Coutinho.
Palmeiras – Gilmar; Rosemiro, Beto Fuscão, Polozzi e Pedrinho; Pires, Mococa e Jorge Mendonça; Jorginho (Carlos Alberto Seixas), César (Zé Mário) e Baroninho.
Técnico: Telê Santana.

Cartão Vermelho: Beijoca (Flamengo).
Fonte: http://www.pontoverde.com.br/

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

S.E.Palmeiras


Em pé: Djalma Santos, Valdir, Valdemar Carabina, Ademar, Zequinha e Geraldo Scotto
Agachados: Julinho, Nardo, Americo, Chinezinho e Romeiro
Primeira Academia

Durante um período da história do Palmeiras, as equipes que o clube formou, apresentavam um futebol tão vistoso e brilhante que passaram a ser chamadas de Academia.
A primeira das três academias que o Palmeiras viria a formar, aconteceu entre o período de 1959 à 1969.
Diversos craques passaram pelo Palmeiras nessa época, destacando-se: Djalma Santos, que para muitos fora o maior lateral-direito que o mundo já viu; o zagueriro Djalma Dias, pai do craque Djalminha; o ponta-direita Julinho Botelho, considerado por muitos o segundo melhor ponta do futebol brasileiro, sendo superado apenas por Garrincha; o centroavante Vavá; o meio campista Dudu; o atacante Servílio; e um jovem armador que mais tarde seria considerado o maior jogador que já atuou pelo Palmeiras, marcando história no clube por mais de uma década, era o "Divino" Ademir da Guia.
Nesse período vale lembrar que a academia do verdão era o único clube nacional capaz de rivalizar com o Santos de Pelé, e se não fosse os três títulos paulistas conquistados pelo Palmeiras em 1959, 1963 e 1966, o Santos teria atingido a íncrivel marca de 12 títulos estaduais consecutivos (de 1958 a 1969).
No período da Primeira Academia, além dos três títulos paulistas, o Palmeiras conquistou duas Taça Brasil (1960 e 1967), dois Torneio Roberto Gomes Pedroza (1967 e 1969) e um Torneio Rio-São Paulo (1965).

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

S.E.Palmeiras


Uma das mais poderosas equipes palmeirenses de todos os tempos e ganhadora de tudo em 1972. Campeão Paulista, Campeão do Torneio Laudo Natel e culminando com o título de Campeão Brasileiro.
Destaques para o Divino Ademir da Guia, filho do lendário Domigos da Guia, o arqueiro Leão, o zagueiraço Luís Pereira todos participantes do Mundial de 1974 na Alemanha.
Eis a súmula da final do brasileiro
Palmeiras 0 x 0 Botafogo
Data: 23 /12/1972
Local :Estádio do Morumbi
58.287
Árbitro: Agomar Martins
Palmeiras: Leão, Eurico, Luís Pereira, Alfredo e Zeca; Dudu (Zé Carlos) e Ademir da Guia, Edu (Ronaldo), Leivinha, Madurga e Nei. Técnico: Osvaldo Brandão
Botafogo: Cao, Valtencir, Brito, Osmar e Marinho Chagas, Carlos Roberto e Nei Conceição; Zequinha, Jairzinho, Fischer e Ademir Vicente (Ferreti). Técnico: Sebastião Leônidas.
Com o empate, o Palmeiras sagrou-se campeão, por ter somado mais pontos durante todo o campeonato (42, contra 33 do Botafogo).