Mostrando postagens com marcador S.C. Corinthians Paulista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador S.C. Corinthians Paulista. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de março de 2010

S.C. Corinthians Paulista


Em pé: Mario, Peres, Amilcar, Rafael, Del Debbio, Gelindo, Neco, Clasca, Tatu, Gambarotta e Rodrigues.
Neco
Ao todo foram 17 anos de Corinthians. Extremamente técnico, além do bom finalizador, foi artilheiro dos Campeonatos Paulistas de 1914, com 12 gols, e 1920, com 24. Ele é o recordista de títulos paulistas, com 8 conquistas.

Junto com centro-médio Amílcar Barbuy, Neco foi o primeiro corintiano a ser convocado para a Seleção Brasileira, em 1916, para disputar o Campeonato Sulamericano, na Argentina.

Mas o que mais contribuiu para a sua popularidade, foi o seu pavio curto. Existem várias lendas e histórias e lendas a respeito de seu temperamento.

A lenda mais famosa é a da cinta. Para prender os calções, como era costume na época, os jogadores usavam uma cinta. Nas mãos de Neco, porém, ela tinha uma outra finalidade. Ao menor sinal de provocação do adversário, ele sacava sua cinta e corria para cima do infeliz que o tirava do sério.

Por essas e outras razões, Neco foi o primeiro grande ídolo alvinegro, com a cara do Timão.

Nome: Manoel Nunes
Nascimento: 07/03/1895 - São Paulo -SP
Falecimento: 31/05/1977 - São Paulo
Posição: Ponta-esquerda, centroavante e meia
Período em que jogou no Corinthians: 17 anos (de 1913 à 1930)
Jogos: 296
Gols: 235
Títulos: 8 Campeonatos Paulista (1914, 16, 22, 23, 24, 28, 29 e 30)

PALESTRA ITÁLIA (SP) 0 x 2 CORINTHIANS (SP)
Data: 09/07/1922
Taça Cântara Portugália
Local: Estádio Parque da Antártica Paulista / São Paulo
Árbitro: Benedito Vilela Lapa
Gols: Gambarrota, Neco
PALESTRA ITÁLIA: Primo, Bianco, Fabbi, Ítalo, Bertolini, Valle, Forte, Pilla, Imparato, Ministro, Martinelli
CORINTHIANS: Mário, Garcia, Del Debbio, Rafael, Amílcar, Gelindo, Peres, Neco, Gambarrota, Tatu, Rodrigues / Técnico: Guido Giacominelli

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

S.C. Corinthians Paulista


Álvaro Aparecido Pedro, o Suingue, ex-volante e depois curinga, já que também atuou como meia e ponta recuado. Jogou na Prudentina, Palmeiras, Corinthians, Fluminense e Vasco da Gama.

Mora em Rancharia (SP), sua cidade natal, onde trabalha como técnico de futebol para garotos e na segurança de um hospital da cidade.

Quando defendia a Prudentina, atendia pelo nome de Swing, mas a imprensa alterou para Suingue.

Ele defendeu o Palmeiras de 1966 a 1968. Foram 75 jogos com a camisa alviverde (32 vitórias, 18 empates, 25 derrotas), sete gols e três títulos (Robertão e Taça Brasil de 1967 e Paulistão de 1966 / fonte: Almanaque do Palmeiras - Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti).

No dia 28 de maio de 1966, ele, acompanhado do lateral-direito palmeirense Luiz Carlos Cunha (também ex-Prudentina), sofreu um grave acidente de carro. Na ocasião, Luiz Carlos Cunha faleceu e Suingue ficou gravemente ferido.
No Corinthians Suingue jogou de 1969 a 1973. Com a camisa do Timão, atuou em 137 partidas (53 vitórias, 50 empates, 34 derrotas) e marcou 22 gols (Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).
Antes de encerrar sua carreira, Suingue vestiu a camisa do Clube do Remo, de Belém do Pará.
Suingue também foi árbitro no Espírito Santo.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

S.C. Corinthians Paulista

Em pé: Idário, Goiano, Gilmar, Homero, olavo e Roberto.
Agachados: Claúdio, Luizinho, Baltazar, Carbone e Simão.

Pequena Taça do Mundo - 1953

Com a condição de campeão nacional (afinal, o Rio- São Paulo, ganho pelo Timão em 53, dava status ao vencedor), o Corinthians é convidado a participar de um torneio internacional de clubes, na Venezuela.

Além do Timão, foram chamados o Barcelona, campeão espanhol, a Roma, da Itália, e a seleção de Caracas, cidade sede do torneio.

Considerado uma grande zebra pelos participantes, o alvinegro, pouco conhecido internacionalmente, provou que não temia ninguém e que tinha uma das melhores equipes da época.

No primeiro jogo, vitória por 1 a 0 contra a forte Roma, com gol de Luizinho. Veio o segundo adversário, e mais show corintiano. Com dois gols de Luizinho e um de Carbone, o Corinthians bateu o Barcelona por 3 a 2. Era líder.

Para fechar o primeiro turno, o Timão enfrenta a seleção local. Dessa vez Luizinho não marca, mas Cláudio e Carbone definem a vitória por 2 a1. Com seis pontos em três jogos, o timão inicia o segundo turno precisando apenas de uma vitória contra o Barça para se sagrar campeão.

Num jogo muito disputado, Goiano acaba fazendo o gol da vitória e do título para o alvinegro do Parque São Jorge.

Para fechar bem a sua participação e confirmar o seu poderio, o Corinthians ganha seus dois últimos jogos, 2 a 0 na seleção de Caracas e 3 a 1 na Roma, e sai com uma campanha brilhante.

O atacante Luizinho terminou como artilheiro, com seis gols, mas Cláudio é quem ganha o prêmio de melhor jogador do torneio. O atacante, autor de cinco gols, recebeu o prêmio e troféu de campeão das mãos do presidente da Venezuela Pérez Jimenez.

Fonte: http://www.todopoderosotimao.com

sábado, 23 de maio de 2009

S.C.Corinthians Paulista

De pé: Ciro (massagista), Saulo (auxiliar), Casagrande, Catanoce, Edmar, Biro Biro, João Paulo e Carlos
Agachados: Edivaldo, Jacenir, Edson, Wilson Mano e Luís Pereira

Esquadrão do Parque São Jorge que perdeu de 2 a 1 para o Grêmio no estádio do Morumbi, domingo, dia 28 de setembro de 1986, pelo Campeonato Brasileiro.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

S.C. Corinthians Paulista


Em pé: Hélio, Noronha, Edélcio, Baltazar, Servílio e Colombo
Agachados: Rubens, Touguinha, Bino, Belacosa e Belfare.
Crédito: http://www.citadini.com.br/

O Inesquecível Torino

84 anos de rivalidade esportiva separam o Sport Club Corinthians Paulista e a Sociedade Esportiva Palmeiras. Rivalidade cultuada na mídia, capaz de inflamar torcedores, animar estádios lotados, papos nas esquinas, no escritório, fábrica ou botequim mas ineficiente para envenenar relações entre corintianos e italianos. Um episódio da história do Timão ilustra a amizade e o respeito mútuo entre ambos e só por isso podem conviver, lado a lado, italianos e oriundi, árabes, judeus e brasileiros de variadas origens no que se convencionou chamar Nação Corinthiana.

Em 1948 o Torino, então base da Seleção da Itália, tornou-se mais conhecido e admirado pelos brasileiros graças a uma tournée vitoriosa em nossos gramados. Perdeu só para o Corinthians, por 2 a 1. No dia 4 de maio de 1949, o time de Mazzola, Rigamonti, Operto, Ossola e outros astros que tanto encantara os brasileiros pereceu tragicamente em um desastre de avião. Foi na viagem de volta de Lisboa, onde tinha jogado com o Benfica. Por causa de um denso nevoeiro, já na descida, o avião chocou-se com a torre da Basílica de Superga.

Ninguém se salvou. O mundo inteiro chorou junto com a Itália. Também em São Paulo houve grande comoção. E o futebol ficou de luto.
Coube ao Corinthians a mais singular homenagem ao grande Torino.

Em 8 de maio, no Estádio do Pacaembu, o Corinthians jogou com a Portuguesa e a renda foi destinada às famílias dos jogadores vítimas da tragédia. O Pacaembu lotado refletia a solidariedade dos paulistanos. O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Sr. Maximiliano Ximenes, fez um discurso que provocou lágrimas na platéia. Na fila olímpica formada pelos atletas uma novidade que elevou a tensão no estádio: os jogadores do Corinthians vestiam o uniforme grená do Torino.

Súmula do jogo

SC Corinthians Paulista 2 x 0 Portuguesa de Desportos
DATA: 8/5/1949
LOCAL: Estádio do Pacaembu
GOLS: Colombo e Noronha;
Estréia do centro-médio Touguinha no quadro corintiano.
ÁRBITRO: Francisco Kohn Júnior;
RENDA: Cr$ 178. 067,00.
CORINTHIANS: Bino, Belacosa(Rubens) e Moacir, Belfare(Palmer), Touguinha e Hélio; Noronha, Servílio, Baltazar, Edélcio e Colombo. Técnico: Joreca.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

S. C. Corinthians Paulista


Em pé: Jairo, Mauro, Luis Cláudio, Amaral, Caçapava e Romeu
Agachados: Píter, Biro-Biro, Palhinha, Sócrates e Wladimir

Crédito: http://www.forumtimao.com/

Corinthians campeão paulista de 1979, título decidido contra a Ponte Preta apenas no início de 1980. Esta foto foi tirada no dia 10 de fevereiro de 1980 quando o Timão bateu a macaca por 2 a 0, com gols de Sócrates e Palhinha. Foi o terceiro jogo decisivo entre as duas equipes.
João Justino Amaral dos Santos, o Amaral , ex-zagueiro do Guarani, Corinthians, Santos, América-MEX, Universidad Guadalajara-MEX e Seleção Brasileira. Nasceu em Campinas em 25 de dezembro de 1954.
Um dos zagueiros mais técnicos que o futebol brasleiro já produziu, Amaral viveu seu melhor momento defendendo o Guarani. No entanto, não fez parte do time campeão brasileiro de 1978, já que havia sido negociado com o Corinthians.
No alvinegro do Parque São Jorge, Amaral formou a chamada "muralha negra" ao lado do goleiro Jairo, do lateral-direito Zé Maria, do zagueiro Mauro, do lateral-esquerdo Wladimir e do volante Caçapava, todos jogadores negros.
Em 1979, ainda pelo Corinthians, foi campeão paulista no time que tinha a forte dupla de ataque Sócrates e Palhinha. Na final, o Corinthians, comandado por Jorge Vieira, derrotou a Ponte Preta, por 2 a 0, no Morumbi.
Amaral foi um herói na Copa de 1978. O Brasil não foi campeão naquele mundial, mas o zagueiro salvou duas bolas em cima da linha na partida contra a Espanha.
Amaral envergou a camisa corintiana em 133 jogos (65V, 40E, 28D) e marcou apenas um gol. Os dados constam no "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte.
Pela seleção, ele disputou 56 partidas, com 39 vitórias, 13 empates e quatro derrotas. Foi campeão do Torneio Bicentenário da Independência dos Estados Unidos, a Taça do Atlântico, a Copa Rio Branco e a Copa Roca, todos no ano de 1976. Seu último jogo com a camisa canarinho foi no dia 29 de junho de 1980, num Brasil 1 x 1 Polônia.

Fonte: http://www.miltonneves.com.br/