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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Santos F.C.

Esquadrão santista na Fonte Nova em 1971
Em pé: Cejas, Orlando Lelé, Ramos Delgado, Marçal, Clodoaldo e Turcão
Agachados: Jader, Dicá, Mazinho, Pelé e Edú

Cejas no Santos
Nome Completo
Agustin Mário Cejas
Data e local de nascimento
22/03/ 1945 em Buenos Aires (Argentina)
Período em que atuou pelo Santos
1970 a 1974
O argentino Cejas foi contratado no final da década de 60 para substituir o grande Gilmar dos Santos Neves, que havia encerrado a sua carreira em 1969. Era famoso pela sua boa colocação e coragem para interceptar cruzamentos. Foi um dos grandes destaques do Peixe na campanha do título paulista de 1973, ao defender dois pênaltis na final contra a Portuguesa de Desportos (o último título de Pelé no clube, mas que foi dividido com a Portuguesa, após o árbitro Armando Marques errar na contagem das cobranças de penalidades). Atuou em 256 partidas pelo Peixe.

Títulos conquistados pelo Santos
Campeão Paulista (1973), Campeão do Torneio Hexagonal do Chile (1970), Campeão do Torneio Internacional de Kingston, na Jamaica (1971) e Detentor da Vice-Fita-Azul do Futebol Brasileiro (17 partidas invictas, no período de 26 de maio a 9 de julho), por partidas disputadas nos seguintes países: Japão, Hong Kong (China), Coréia do Sul, Tailândia, Austrália, Indonésia, Estados Unidos da América e Canadá.

Geral
Começou a sua carreira profissional atuando no Racing Club de Avellaneda, em 1962, do qual disputou 313 partidas em duas passagens pelo clube.
Em 1970 é contratado pelo Santos FC, onde teve uma trajetória marcante. Conquistou o Campeonato paulista de 1973. Em 1976 defendeu o Grêmio antes de retornar ao futebol argentino.
Pela Seleção Argentina disputou os Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964.
Ao encerrar a carreira, tornou-se técnico.

Títulos
Campeonato Argentino de Futebol de 1966 com o Racing Club
Campeonato Argentino de Futebol de 1981 com o River Plate
Copa Libertadores de 1967 com o Racing Club
Mundial de Clubes de 1967 com o Racing Club
Campeonato Paulista de 1973 com o Santos FC
Bola de Ouro da Revista Placar como melhor jogador em 1973, junto com Ancheta

Fontes
http://santos.globo.com/clube_historia_idolo.php?cod=726
http://pt.wikipedia.org/wiki/Agust%C3%ADn_Mario_Cejas
http://antigo.miltonneves.com.br/QFL/Conteudo.aspx?ID=62279

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Santos F.C.


Em pé: Zito, Ramiro, Manga, Urubatão, Getúlio, Dalmo, massagista Macedo
Agachados: Dorval, Jair Rosa Pinto, Pagão, Pelé e Pepe.

Manga, o Agenor Gomes, goleiro do Santos de 1953 a 59 e ex-técnico da Portuguesa Santista em 1964 e 65, morreu em Santos (SP) no dia 26 de dezembro de 2003.

Manga foi grande goleiro do Santos e um histórico técnico da Portuguesa Santista sendo o responsável pela volta da Briosa ao primeiro escalão do futebol paulista depois de celebre vitória contra a Ponte Preta, em Campinas, em 1964, por 1 a 0, gol de Samarone.

Nascido no dia 26 de maio de 1929, em Vitória (ES), Manga começou a carreira no Bonsucesso (RJ). Em 1951, ele deixou o futebol carioca para defender o Santos, clube no qual atuou até abril de 1960. A estréia dele no gol do Santos ocorreu no dia 30 de setembro de 1951 na partida Santos 1 x 2 Portuguesa de Desportos. Em 1954 foi emprestado ao Bahia.

Títulos
Tetracampeão Paulista (55, 56, 58 e 60); -Campeão do Torneio Rio-São Paulo (59);
Campeão do Thereza Herrera (59).

Após encerrar a carreira de goleiro, Manga chegou a trabalhar como técnico da Portuguesa Santista, Ferroviária, São Carlos, Santo André, Rio Branco de Paranaguá (PR), Araçatuba e Grêmio Maringá.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Santos F.C.


O Santos Futebol Clube foi o primeiro clube brasileiro a sagrar-se Campeão da Copa Libertadores da América, esse feito aconteceu em 1962. Até então só havia ocorrido duas edições dessa competição vencidas pelo Penarol do Uruguai em 1960 e 1962. 

O Olímpia do Paraguai ficou com o vice-campeonato em 1960 e o Palmeiras com o vice em 1961. A decisão do título do Santos em 1962 foi diante do Peñarol do Uruguai grande força do futebol sulamericano e mundial até então. Essa decisão foi marcada por uma grande polêmica no jogos finais. Na segunda partida da final, disputada na Vila Belmiro, o Peixe encerrou os 90 minutos vencendo por 3 a 3. A arbitragem, no entanto, não levou em consideração o último gol santistas, alegando que a partida já estava encerrada e que só continuou porque temia as condições de segurança. Com isso, o título foi decidido em uma terceira partida. Jogando em Buenos Aires, o Peixe venceu por 3 a 0 e conquistou seu primeiro título da Libertadores.

Campanha do Santos em 1962
18/02 - Deportivo Municipal (BOL) 3 X 4 Santos FC- La Paz 
21/02 – Santos FC 6 X 1 Deportivo Municipal (BOL)- Santos 
25/02 – Cerro Porteño (PAR) 1 X 1 Santos FC- Assunção 
28/02 – Santos FC 9 X 1 Cerro Porteño (PAR)- Santos 
08/07 – Universidad Católia (CHI) 1 X 1 Santos FC- Santiago 
12/07 – Santos FC 1 X 0 Universidad Católica (CHI)- Santos 
28/07 – Peñarol (URU) 1 X 2 Santos FC- Montevidéo 
02/08 – Santos FC 2 X 3 Peñarol (URU)- Santos 
30/08 – Santos FC 3 X 0 Peñarol (URU)- Buenos Aires

Ficha Técnica da final de 1962
Santos FC 3 X 0 Peñarol 
Santos FC: Gilmar; Lima, Mauro e Dalmo; Zito e Calvet; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula. 
Peñarol: Maidana; Gonzales, Lescano e Cano; Caetano e Gonçalves; Rocha, Sasia, Matosa, Spencer e Joia. Árbitro: Leo Horn (Holanda) 
Gols: Pelé (2) e Caetano (contra) 
Local: Buenos Aires Data: 30/08/1962 

Artilheiros do Santos na Libertadores 1962 
Coutinho-6 gols 
Dorval, Pelé e Pepe-4 gols 
Pagão-3 gols 
Lima-2 gols 
Mengálvio e Tite- 1 gol

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Santos F.C.

Esquadrão santista que conquistou o Campeonato Paulista de 1984 com grandes jogadores em sua equipe, notadamente o goleiro uruguaio Rodolfo Rodrigues, o centro avante Serginho Chulapa o genial Pita e o zagueiro Márcio Rossini que depois defendeu o Bangu de Rio de Janeiro

Rodolfo Rodrigues
Rodolfo Sergio Rodríguez y Rodríguez, ou simplesmente Rodolfo Rodríguez, grande goleiro uruguaio que defendeu o Santos Futebol Clube nos anos 80, hoje mora no Uruguai, em uma fazenda na cidade de Durazno, a 228 Km da capital Montevidéu. Lá, o ex-goleiro cria gados da raça Hereford, e tem mais de cinco mil cabeças.

Nascido no dia 20 de janeiro de 1956, em Montevidéu, Rodolfo começou a carreira no Nacional (Uruguai) e chegou à Vila Belmiro no começo de 1984, ano que o Peixe conquistou seu último campeonato paulista.

Apesar de brilhar no Santos, Rodolfo, que foi protagonista de uma série de defesas consecutivas em um jogo contra o América de Rio Preto, não teve muitas chances na seleção uruguaia.

Em 1987, ele deixou o alvinegro praiano para jogar no Sporting de Portugal. Voltou ao Brasil, cinco anos depois, para defender a Lusa. Jogou também pelo Bahia, em 93, quando sofreu cinco gols de Ronaldinho, que estava no Cruzeiro, pelo Brasileirão.

sábado, 9 de maio de 2009

Santos F.C.

Em pé: Manga, Ramiro, Formiga, Pavão, Zito e Mourão.
Agachados: Sormani, Coutinho, Pagão, Pelé e Pepe.
Crédito: http://www.museudosesportes.com.br/
Pagão
Considerado um dos maiores craques brasileiros de todos os tempos, dotado de alta técnica futebolística, Pagão foi sempre prejudicado, ao longo de sua carreira, pelo excesso de contusões. Pagão é o ídolo maior do músico e escritor Chico Buarque de Hollanda, que fez até música tendo o jogador como tema. Apontado pelo seu sucessor no Santos, o inesquecível Coutinho, como o maior centroavante de todos os tempos, Pagão começou no futebol na Portuguesa Santista.
Em 1955, veio para o Santos Futebol Clube, onde no mesmo ano conquistou o Paulista.

Em 1956, Pagão foi o jogador que mais marcou ao longo de toda a temporada com a camisa do Santos (34 gols). Em 1957 foi o terceiro maior artilheiro (33 gols), baixando para o quarto em duas temporadas consecutivas (1958, 23 gols; e 1959, 31 gols).Em 1961 e 1962, menos de um degrau na escala de artilheiros do ano, no Santos: foi quinto em 1961 (12 gols) e 1962 (18 gols). Em 1957, atuando 59 vezes (foi o ano em que mais jogou) Pagão foi terceiro mais assíduo, com a camisa Alvinegra da Vila, ao longo da temporada.

Em 1963 saiu do Santos para jogar no São Paulo FC.Também jogou no C.A. Lanús e Jabaquara AC. Faleceu aos 56 anos, em 04 de abril de 1991.Nome CompletoPaulo César de AraújoData e local de nascimento27/10/1934 em Santos (SP)Período em que atuou pelo Santos1955 a 1963Títulos conquistadosCampeão brasileiro de seleções estaduais em 1956Campeão Paulista (1955/1956/1958/1960/ 1961/ e 1962)Campeão Brasileiro (1961)Campeão Sul Americano (1962)Campeão do Torneio Rio/São Paulo (1959 e 1963)Torneio Internacional da FPF (1956)Torneio Mario Echandi da Costa Rica (1961)Torneio Pentagonal da Cidade de Guadalajara/México (1961)Torneio de Paris (1961)
Número de gols assinalados jogando pelo Santos: 159

Total de jogos disputados em defesa do Santos: 345
Total de títulos conquistados pelo Santos: 16
Total de títulos conquistados pela Seleção Paulista: 01
Total de jogos disputados pela Seleção Brasileira: 02

domingo, 19 de abril de 2009

Santos F.C.

Crédito: Gazeta press
Em pé: Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gilmar e Mauro
Agachados: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe

Esquadrão base do Santos, campeão mundial em 1962

Foi no dia 11 de outubro de 1962 que o Santos Futebol Clube conquistou o título máximo que um clube de futebol pode alcançar. Nesta data, o Peixe sagrou-se campeão mundial interclubes, em Lisboa. A partida que rendeu o título ao Santos foi um verdadeiro show de bola. O placar final foi de 5 para o Peixe e 2 para o Benfica. Este jogo é tido por muitos dos jogadores daquela época como a melhor apresentação do Santos em toda a sua história.

O jogo final foi marcado por muita tensão. O estádio estava lotado e, como não poderia ser diferente, a quase totalidade do público presente torcia para o Benfica. O Santos havia vencido o primeiro confronto, no Maracanã, por 3 a 2, em um jogo muito disputado. O clube português confiava tanto na vitória, que ouviam-se rumores de que já estavam sendo vendidos os ingressos para a terceira partida.

Na verdade, o que a torcida portuguesa viu foi o completo domínio do Santos, que chegou a estar vencendo por 5 a 0. Os gols do Benfica só foram feitos nos últimos cinco minutos de jogo. Os gols do Santos foram marcados pelo famoso trio: Coutinho, Pelé (3) e Pepe. Pelo bonito futebol, a equipe campeã deu sua volta olímpica sendo aplaudida de pé pela torcida adversária. No dia seguinte, os jornais lusitanos estampavam: "O Santos proporcionou a Lisboa um espetáculo inesquecível".

Lima, o curinga da Vila, se lembra da ocasião. "Este jogo, é especial. Parece que joguei esta partida ontem! Tudo que aconteceu antes, durante e depois foi muito emocionante! Foi a primeira vez que "A Voz do Brasil" não foi transmitida só para que os brasileiros pudessem ouvir a transmissão pelo rádio . Foi uma partida maravilhosa, quase perfeita, só não foi perfeita porque a perfeição é inatingível", acredita Lima.

O curinga chegou a fazer aposta com um funcionário do hotel onde a equipe ficou hospedada. "Critiquei eles, dizendo que vender ingressos para um terceiro jogo que havia grande possibilidade de não acontecer, pois o Santos tinha vantagem do empate, era coisa de português! Naquela época divulgávamos o café brasileiro, levando alguns pacotes nas viagens internacionais. Apostei que se o Benfica ganhasse, daria dois pacotes de café para o funcionário mas, se o Santos vencesse, ele teria que me dar duas garrafas de um legítimo vinho português. Quase fiquei bêbado!", brinca. "Ele veio me entregar o vinho com lágrimas nos olhos, então resolvi fazer uma troca e lhe dei o café, para ele não ficar tão triste".

Depois da final, a equipe campeã fez mais dois amistosos na Europa, só retornando ao Brasil uma semana depois. A comemoração teve que ser feita no país lusitano. "Fomos a uma casa de fados onde se apresentava uma cantora muito conhecida na época. Foi uma festa, ela ofereceu muitas músicas para nós. Não havia dúvidas de que tínhamos sido superiores e merecíamos o título", lembra Lima.

Quarenta anos depois, Zito, o capitão santista, relembrou o título. "Eu estava com gripe e achei até que não ia poder jogar. Estava com um pouco de falta de ar, mas não podia deixar de jogar naquela partida". Da emoção, Zito se recorda bem: "Foi maravilhoso, um dos melhores jogos que o Santos fez em toda sua história. Ficamos numa expectativa fantástica até o momento em que entramos em campo. Depois, só pensamos no jogo", contou o capitão.

Pepe, conhecido como o Canhão da Vila, se lembra da tática dos portugueses. "Eles tinham certeza de que aconteceria uma terceira partida. Atacaram muito, deixando muitos buracos na defesa. Além disso, os jogadores tinham muito medo da gente. Vinte e cinco anos depois da conquista, encontrei Torres, que era jogador do Benfica na época, e ele me disse: "Quando vimos aquele time todo de branco e aquele negro com a camisa 10 (Pelé), nos borramos todos" . Pepe acredita que aquela foi a melhor exibição do Peixe em todos os tempos. "Vivemos um sonho. Muitos torcedores acompanharam o time até Portugal", conta.

Na grande final, o técnico Lula fez uma alteração surpresa, colocando Olavo no lugar de Mengálvio e mudando a posição de Lima. "Só ficamos sabendo disso na hora da preleção", disse o Curinga. O time escalado para a decisão foi: Gilmar, Olavo, Mauro e Dalmo; Calvet e Zito; Dorval, Lima, Coutinho, Pelé e Pepe.

Na trajetória para o título, o Peixe marcou o total de 38 gols em 11 jogos. Foram 9 de Coutinho, 8 de Pelé, 5 de Pepe, 4 de Pagão, 4 de Dorval, 2 de Lima, 2 de Zito, 2 de Mengálvio, 1 de Tite e ainda um gol contra do uruguaio Caetano, no jogo em que o Santos conquistou a Taça Libertadores da América. A companha contou com 8 vitórias, 3 empates e saldo de 23 gols.

Ficha técnica
Benfica 2 x 5 Santos
Local: Estádio da Luz, em Lisboa
Data: 11/10/1962
Árbitro: Pierre Schinter (França)
Benfica: Costa Pereira; Humberto, Raul e Cruz; Caven e Jacinto, José Augusto, Santana, Euzébio, Coluna e Simões. Técnico: Otto Glória.
Santos: Gilmar; Olavo, Mauro e Dalmo; Zito, e Calvet; Dorval, Lima, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Luís Alonso Peres (Lula).
Gols: Pelé, aos 17 e 26 minutos do 1º tempo; Coutinho, aos três, Pelé, aos 19, Pepe aos 31, Euzébio, aos 41, e Simões aos 44 minutos do 2º tempo.

Fonte: http://admin.gazetaesportiva.net/almanaque/futebol/santos_mundial_62/abertura.htm

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Santos F.C


Crédito:http://espiritosantos.blogspot.com

Em 1956 apareceu na Vila Belmiro um menino com seus 15 para 16 anos, trazido de Bauru pelo ex-jogador Waldemar de Brito.
Chamava-se Edson, mas era também conhecido como “Gasolina” e... Pelé. E o garoto fez sua estréia contra o Corinthians de Santo André no dia 7 de setembro daquele ano e marcou um gol na goleada de 7 X 1 do Santos.
Em um antigo estádio em Santo André, região do ABC Paulista, a mais fantástica biografia da história do futebol começava a ser escrita. Na tarde do dia 7 de setembro de 1956, Pelé, então um franzino garoto de 15 anos, estreava pelo time profissional do Santos e marcava o primeiro de seus 1.091 gols pelo Alvinegro Praiano - no total, o Rei do Futebol marcou 1.281 gols. Coube ao Corinthians de Santo André e ao goleiro Zaluar a honra de levar o gol histórico. Veja a reprodução do gol histórico.

Era apenas um amistoso que fazia parte das comemorações do Dia da Independência na cidade. O técnico Lula resolveu testar jogadores. Pelé começou no banco e entrou somente aos 30 minutos do segundo tempo, no lugar de Del Vecchio. Aos 36, saiu o gol histórico.

Tite e Raimundinho tramaram a jogada, numa tabela. Raimundinho lançou Pelé, que dominou entre os zagueiros e chutou por baixo de Zaluar. Esse foi o sexto gol do Santos, que venceu por 7 a 1. Após o gol, o Rei partiu para comemorar o treinador e os companheiros, que o tinham como mascote.
Confira a ficha do jogo de número um do Rei.

CORINTHIANS-SANTO ANDRÉ 1 x 7 SANTOS
Local: Estádio Américo Guazelli, em Santo André
Data: 7 de setembro de 1956
Árbitro: Abílio Ramos
Renda: Cr$ 39.910,00
Gols Santos: Alfredinho, aos 30, Del Vecchio, aos 32, Álvaro, aos 36 e Alfredinho, aos 41 minutos do primeiro tempo; Del Vecchio, aos 16, PELÉ, aos 36, e Jair, aos 44 minutos do segundo tempo
Gol Corinthians: Vilmar, aos 41 do segundo tempo
CORINTHIANS - SANTO ANDRÉ : Antoninho (Zaluar); Bugre e Chicão (Talmar); Mendes, Zico e Chanc; Vilmar, Cica, Teleco (Baiano), Rubens e Dore
Técnico: Jaú
SANTOS :Manga; Hélvio e Ivan (Cássio); Ramiro (Fioti), Urubatão e Zito (Feijó); Alfredinho (Dorval), Álvaro (Raimundinho) e Del Vecchio (Pelé); Jair e Tite
Técnico: Lula

Fontes:
http://espiritosantos.blogspot.com
http://globoesporte.globo.com

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Santos F.C.

Crédito: http://www.semfrini.com/news7.html

Aílton Lira fez parte do primeiro time do Santos que ficou conhecido como "Meninos da Vila", quando conquistou o título do Campeonato Paulista de 1978, ao lado de Nílton Batata, Juary e João Paulo. Além disto, foi um dos melhores cobradores de falta que já passaram pelo futebol brasileiro e deixou gravado seu nome na história do futebol de São Paulo quando conquistou outro título estadual, em 1980, desta vez jogando pelo Tricolor do Morumbi.

Depois de deixar os gramados, em 1988, Lira iniciou sua carreira como técnico de futebol. O ex-jogador teve passagens por diversos times do interior de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Em times como União São João e Mogi Mirim, Aílton era responsável pelos garotos das equipes de base e, esporadicamente, acabava revelando algum jogador para a equipe principal.

Em outros clubes como Itumbiara-GO, Caldense-MG e Passos-MG, o ex-meia-esquerda comandou o elenco profissional, porém sem obter êxito. Depois de tantas voltas pelo Brasil, Aílton Lira, sem se desiludir com a carreira, voltou para o interior paulista.
Nome: Aílton Lira da Silva
Nascimento: 19 de fevereiro de 1951

Naturalidade: Araras-SP

Clubes em que atuou: Ponte Preta (67 a 72), Caldense-MG (72 a 76), Santos (76 a 79), São Paulo (1980), Al Nasser - Arábia Saudita (80 a 82), Guarani-SP (1982), União São João de Araras (1983), Comercial-SP (1983), Portuguesa Santista (84 e 85), Itumbiara-GO (86 e 87) e Guará-DF (1988)
Títulos conquistados: Bicampeão paulista; pelo Santos (1978) e pelo São Paulo (1980)

Por Leonardo Habib

Fonte: www.Gazeta Esportiva.Net

sábado, 20 de dezembro de 2008

Santos F.C.


Em pé: Cejas, Orlando, Oberdan, Ramos Delgado,Léo e Rildo
Agachados: Edu, Lima, Duglas,Pelé, Abel
Crédito: www.futebolbarretos.com.br

Douglas, o Douglas da Silva Franklim, nascido no dia 9 de setembro de 1949, casado pela segunda vez, quatro filhos, ex-centroavante do Santos Futebol Clube entre 1967 e 1971, atualmente é treinador de futebol e em setembro de 2006 assumiu o comando do Camaçari FC, da cidade de Camaçari (BA). Ele, que antes de ir para a Bahia morava em Barretos (SP), deu aulas de futebol na faculdade Soares de Oliveira e para a comunidade negra "Camarões", daquela cidade do interior de São Paulo: "o Camarões quer se profissionalizar, mas ainda falta patrocínio", dizia à época.
Douglas, que fez 211 gols pelo Bahia e 111 pelo Santos, deixou a Vila Belmiro em 71 porque o saudoso técnico, o ex-zagueiro Mauro Ramos de Oliveira, o afastou do time santista por preferir Mazinho (irmão da mãe do zagueiro Cléber, o Clebão) e o gaúcho Laírton, ex-Esportivo de Bento Gonçalves-RS, um centroavante canhoto. "Mauro errou, Douglas jogava mais do que os dois juntos", dizia, à época, o saudoso Mauro Pinheiro (falecido no dia 25 de janeiro de 1982), na Rádio Bandeirantes.
Douglas Franklin jogou, com os cabelos modelo "Novos Baianos", no "Tricolor da Boa Terra", o Esporte Clube Bahia, de 72 a 79, ao lado de Roberto Rebouças (já falecido), Sapatão, Osni e outros, na Portuguesa de Desportos, em 1980 (ao lado de Zé Mário Pinocchio e Wilson Carrasco, hoje técnicos), no Vitória da Bahia, em 81 (por três meses), no Leônico da Bahia, entre 81 e 85, e encerrou sua carreira no Barretos jogando lá de 86 a 88. "Gostei da cidade e por isso fiquei." Com carinho e orgulho, sempre lembra que fez o primeiro gol do Estádio Rei Pelé em Maceió, Alagoas, em 1968.
Apesar de ter recebido convites para ser treinador profissional, Douglas diz que prefere trabalhar com as categorias de base. "No profissional você é obrigado a aceitar algumas coisas que eu não gosto. Por isso, acho que levo mais jeito para ensinar e me adaptei bem trabalhando com os jovens", comenta Douglas.
por Rogério Micheletti

Texto: www.futebolbarretos.com.br

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Santos F.C.



Em pé: Ramiro, Urubatão, Hélvio, Formiga, Manga, Feijó
Agachados: Tite, Negri, Alvaro, Del Vecchio, Pepe
Crédito da foto: Site do Milton Neves
Com esta formaçao básica o esquadrão santista conquistou o Campeonato Paulista de 1955 quebrando um jejum de 20 anos e depois seria bi-campeão em 1956
Eis a súmula do jogo que definiu o campeonato para o Santos
Santos 2 x 1 Taubaté
Data: 15/01/1956
Local: Vila Belmiro
Renda: Cr$ 350.670,00
Juiz: Joaõ Etzel Fiho
Gols: Álvaro 15/1º, Bertó 09, Pepe 20/2º
Santos: Manga, Hélvio, Feijó, Ramiro, Urubatão,Tite, Negri, Alvaro, Del Vecchio, Pepe / Técnico: Lula
Taubaté: Floriano, Rubens, Poringa, Arati,Arati, Manduvo, Zé Américo, Silvio,Durval, Bertó, Taino, Hélio / Técnico: Aimoré Moreira