Mostrando postagens com marcador Esquadrões Internacionais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Esquadrões Internacionais. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Benfica

Cruz,Rita Ângelo,José Augusto,Raul Machado,Cavém,Coluna Humberto Fernandes
Santana,Iaúca,Torres,Eusébio,Serafim,Simões.

Esquadrão do Benfica, campeão do Ramon de Carranza de 1963.

BENFICA (POR) 7 X 3 FIORENTINA (ITA)
Data: 01/09/1963
Torneio Ramon de Carranza / Final
Gols: Hamrim 31, Torre 46, Serafim 72, Lojacono 75, Hamrim 76, Torres 82, Aet: Torre (2), Yauca, Eusebio
BENFICA: Rita; Cavem, Raúl, Cruz; Coluna, Humberto; José Augusto,
Eusebio, Santana (Torres), Serafím, Yauca.
FIORENTINA: Albertosi; Rubosi, Conciantoni, Caatelletti, Guarnezi,
Marchessí, Hamrim, Lojacono, Seminario, Maschi, Partu.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sporting CP

Em pé: Octávio Barrosa, Álvaro Cardoso, José Manuel Martins (Director), Kelly (???), Canário, Veríssimo, Manuel Marques (Massagista) e Azevedo.
Agachados: Manuel Marques, Jesus Correia, Vasques, Peyroteo, Travassos, e Albano.

Taça Latina / Final 1948/49 - Barcelona 2 x 1 Sporting

Taça Latina foi uma competição europeia de futebol, realizada entre 1949 e 1957, disputada pelos campeões de Portugal, Espanha, França e Itália. A competição teve um grande prestígio por ser a primeira competição internacional europeia que enfrentava os campeões dos países latinos. A Taça Latina disputou-se em cada ano em sedes ou locais diferentes, num dos quatro países representados. Um sorteio decidia os emparelhamentos das meias-finais. Os vencedores das semi-finais disputavam a final. Os derrotados disputavam o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares. A competição extinguiu-se em 1957 por força da consolidação da Taça dos Campeões Europeus, criada em 1955.

O Sporting esteve em 4 das 9 edições da Taça Latina: 48/49 - Finalista vencido; 50/51 - 4º Lugar; 51/52 - 4º Lugar; 52/53 - 3º Lugar. No ano em que o Sporting conquistou o Tetra-campeonato na época de 1953/54 esta competição não se realizou. O registo leonino durante as 4 presenças nesta competição resultou nos seguintes dados; 9 jogos - 2 vitórias - 1 empate - 6 derrotas - 21 golos marcados e 25 golos sofridos.

O melhor registo do Sporting foi precisamente na 1ª edição da Taça Latina, disputada em Madrid, o Sporting começou por ganhar ao Campeão Italiano, o Torino, que devido ao acidente aéreo que vitimou parte daquela grande equipa, uns meses antes, actuou desfalcado. Peyroteo, garantiu o jogo da final ao apontar os 3 golos da vitória, ficando o resultado final em 3-1.

Na Final, e jogando em casa, os Espanhóis do Barcelona não facilitaram, mesmo assim o Sporting nunca virou cara a luta, e já perto do final do jogo e com tudo para levar o jogo para prolongamento Jesus Correia de baliza aberta, falha uma incrível oportunidade. Azevedo foi considerado o homem do jogo por ter prolongado o mais que pôde a derrota leonina. Outro infortúnio nesta final foi Peyroteo ter jogado lesionado. Deixamos abaixo o onze titular dessa final.

BARCELONA 2 - SPORTING 1
Estádio Metropolitano (Madrid, Espanha - 3 de Julho de 1949
Arbitrado por "Idez" (França)
SPORTING: João Azevedo (GR), Octávio Barrosa, Juvenal Silva, Carlos Canário, Manuel Marques, Veríssimo, Jesus Correia, Vasques, Peyroteo, Travassos, Albano / Treinador: Cândido de Oliveira
Gol: Jesus Correia 22 min.


quarta-feira, 25 de agosto de 2010

C.A. River Plate


Esquadrão do River Plate em 1941

Em pé: Yacono, Vaghi, Rodolfi, Barrios, Cadilla e Ramos
Agachados: Muñoz, Moreno, D'Alessandro, Labruna e Pedernera

Era a chamada "La Máquina". Uma das maiores equipes da história do futebol argentino.

sábado, 7 de agosto de 2010

A.C.Milan

Em pé: Maldini, Mora, Ferrario, Benitez, Amarildo, Trapattoni.
Agachados: David, Pelagalli, Ghezzi, Lodetti, Fortunato

Esquadrão do Milan vice-campeão italiano da temporada 1964/1965.

MILAN (ITA) 1 X 1 CATANIA (ITA)
Data: 13/09/1964
Campeonato Italiano
Local: San Siro / Milão
Gols: Lodetti 01, Facchin 90
Arbitro: Varazzani
MILAN: Ghezzi, Noletti, Pelagalli, Benitez, C. Maldini, Trapattoni, Mora, Salvi, Amarildo, Lodetti, Fortunato / Técnico: Liedholm
CATANIA: Vavassori, Lampredi, Rambaldelli, Fantazzi, Bicchierai, Magi, Danova, Biagini, Calvanese, Cinesinho, Facchin / Técnico: Di Bella

MANTOVA (ITA) 0 X 4 MILAN (ITA)
Data: 20/09/1964
Campeonato Italiano
Local: Mantova
Gols: Mora 25, Jonsson contra 52, P. Ferrario 54 e 78
Arbitro: Francescon
MANTOVA: Zoff, Scesa, Varoli, De Paoli, Tarabbia, Pini, Volpi, Jonsson, Taccola, Correnti, Tomeazzi / Técnico: Montez
MILAN: Ghezzi, David, Pelagalli, Benitez, C. Maldini, Trapattoni, Mora, Lodetti, Amarildo, P. Ferrario, Fortunato / Técnico: Liedholm

LANEROSSI (ITA) 2 X 3 MILAN (ITA)
Data: 27/09/1964
Campeonato Italiano
Local: Vicenza
Arbitro: Sbardella
Gols: Amarildo 51 e 55 , Mora 64, Dell'Angelo 69, Vinicio 76
LANEROSSI: Luison, Zoppelletto, Savoini, Volpato, Carantini, Stenti, Vastola, Menti, Vinicio, Dell'Angelo, Campana / Técnico: Scopigno
MILAN: Ghezzi, Noletti, Pelagalli, Benitez, C. Maldini, Trapattoni, Mora, Lodetti, Amarildo, P. Ferrario, Fortunato / Técnico: Liedholm

S.C.Olhanense

Em pé: Rodrigues, Madeira, Casaca, Saldanha, Alexandrino e Reina
Em baixo: Zacariaas, Pinho, Parra, Pelezinho e Brito

1966/67

Esquadrão do Olhanense que ficou em 7º lugar na 2.ª Divisão - Zona Sul

Crédito e fonte: www.olhanense.net

Vitória F.C.


Esquadrão do Vitória de Setúbal em jogo pela Copa da UEFA contra o Leeds United da Inglaterra

VITÓRIA DE SETUBAL (POR) 3 X 1 LEEDS UNITED (ING)
Date: 12/12/1973.
UEFA Cup
Local: Estadio do Bonfim / Setubal (POR)
Público: 25,000Gols: Duda (2). Jose Torres; Liddell.
VITÓRIA DE SETUBAL: Joaquim Torres; Rebelo, Cardoso; Mendes, Carrico, Octavio; Maria, Matine (Vincente), Jose Torres (Arcanjo), Duda, Jaio.
LEEDS UNITED: Harvey; Reaney, Cherry; Yorath, McQueen (Liddell), Ellam; Lorimer, Mann, Jordan, Hampton, F. Gray.
Árbitro: Arie Van Gemert (HOL)

Obs: Aos amigos visitantes que saibam os nomes dos jogadores da foto, favor tecer comentário identificando os atletas.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Newcastle United F.C.

Newcastle United na temporada 1971/72

sábado, 20 de fevereiro de 2010

C. A. Newell's Old Boys

1941
Em pé: Honores, Reynoso, Gilli, Sobrero, Carlucci e Perucca.
Agachados: Belém, Cantelli, Pontoni, Horosano e Gayol.

O Club Atlético Newell's Old Boys, ou simplesmente Newell's Old Boys, é um clube argentino de futebol da cidade de Rosário. Disputa o Clássico de Rosário enfrentando ao Rosario Central, sendo esse um dos maiores clássicos da Argentina. Fundado em 1903. foi nomeado por ex-pupilos do English High School of Rosario, em homenagem ao seu diretor e técnico de futebol, o imigrante inglês Isaac Newell. As cores do time são preto e vermelho, das bandeiras da Grã-Bretanha e Alemanha (Isaac Newell era inglês e sua esposa alemã).

Seu estádio é o "El Colosso del Parque" que tem capacidade para 38 mil pessoas

Ídolos
Seus ídolos históricos mais conhecidos saõ: Gerardo Martino, Marcelo Bielsa, Gabriel Batistuta, Abel Balbo, Américo Gallego, Jorge Valdano, Ariel Arnaldo Ortega, Gabriel Heinze, Roberto Sensini, Maximiliano Rodríguez e Lionel Messi, entre outros.

Títulos
Quanto a títulos o Newell's deve um pouco para os outros times, visto que só temos 5 campeonatos argentinos (1974, 87/88, 91, 92, 04) e dois vices da Libertadores (88 e 92).

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

SC Covilhã

Em pé: Paulo Roberto, Marcelino, Bábá, João Gouveia, Santos e Celso Maciel;
Agachados: Pocho, Jorge Coutinho, Craveiro, Joanito e Carlos Alberto.

Em 1986/1987, o Sporting Clube da Covilhã venceu a Zona Centro da 2ª Divisão, garantindo o regresso ao escalão maior do futebol português. O serranos totalizaram 45 pontos, resultantes de 18 vitórias, 9 empates e 3 derrotas, conseguindo uma distância confortável para os mais directos perseguidores: Feirense, com 37 pontos, Estarreja e Beira-Mar, ambos com 34 pontos.
Além da subida de escalão, o Sporting da Covilhã conquistou também o título de campeão nacional da 2ª divisão, somando 5 pontos na fase final disputada com Vitória de Setúbal (vencedor da Zona Sul) e Sporting de Espinho (vencedor da Zona Norte), registando os seguintes resultados:

Vitória FC 0 SC Covilhã 1
SC Espinho 2 SC Covilhã 0
SC Covilhã 3 Vitória FC 3
SC Covilhã 1 SC Espinho 0

Na Taça de Portugal, os covilhanenses começaram por eliminar o Vitória de Lisboa (2-1 em casa), seguindo-se o Vieira (1-0 fora) e o Atlético do Cacém (2-2 fora e 2-1 em casa no jogo de desempate), sendo depois eliminados nos Oitavos de Final pelo FC Porto (0-2 em casa).

sábado, 29 de agosto de 2009

Real Madrid

Em pé: Araquistain, Pachin, De Felipe, Sanchis, Munoz (técnico), Pirri, Zoco, Betancort
Agachados:Serena, Amancio, Grosso, Velazquez, Gento
Crédito: http://www.gettyimages.com
Esquadrão do Real Madrid que conquistou a sua 6ª Copa de Campeão Europeu de Clubes ao bater na final no Estádio de Heysel em Bruxelas a valorosa equipe do Partizan da antiga Yuguslávia por 2 x 1. Abaixo a súmula do jogo

REAL MADRID 2 X 1 PARTIZAN DE BELGRADO
Data: 11/05/1966
Local: Estádio Heysel / Bruxelas
Árbitro: Rudolf Kreitlein
Público: 46.745
Gols: Amancio Amaro 70, Francisco Serena 76; Velibor Vasovic 55
REAL MADRID: José Araquistan; Enrique Perez "Pachin", Pedro De Felipe, Manuel Sanchis,
José Martinez "Pirri", Ignacio Zoco, Francisco Serena, Amancio Amaro,Ramon Grosso, Manuel Velazquez, Francisco Gento (c) / Técnico: Miguel Muńoz
Partizan: Milutin Soskic; Fahrudin Jusufi, Ljubomir Mihajlovic, Radoslav Becejac,
Branko Rasovic, Velibor Vasovic (c), Mane Bajic, Vladimir Kovacevic, Mustafa Hasanagic, Milan Galic, Josip Pirmajer Técnico: Abdulah Gegic

Principais artilheiros
7 gols - Florian Albert (Ferencvaros), Eusebio da Silva Ferreira (Benfica SL)
6 gols - John Michael Connelly (Manchester United), Mustafa Hasanagic (FK Partizan Beograd)
5 gols - Amaro Amancio, Ferenc Puskas (Real Madrid), Georgi Asparukhov (Levski Sofia),
David Herd (Manchester United), Ivan Mraz (Sparta Praha)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Real Madrid C.F.

Em pé: Dominguez, Marquitos, Santamaria, Casado, Vidal e Pancho.
Agachados: Canário, Del Sol, Di Stéfano, Puskas e Gento.

Esquadrão do Real Madrid em 1958

Don Santiago Bernadeu, um ex-zagueiro, presidente e torcedor fanático do Real Madri, tinha quase tudo para montar um genial super time de futebol na Espanha, no final da década de 50: entusiasmo, conhecimento do esporte, pesetas a vontade e até um estádio com seu nome. Mas faltava um grande craque para comandar a equipe. Aí ele descobriu Di Stéfano. E surgiu o fantástico Real.

Entre 1953 e 1966, O Real Madri venceu nove dos treze campeonatos espanhóis que disputou, ficando como vice três vezes. Entre 1955 e 1966, chegou oito vezes a final da Copa Européia dos Campeões, um dos torneios mais importantes do mundo. Ganhou seis, sendo cinco consecutivos, e foi vice duas vezes. Em 1960 ganhou a Taça Continental, goleando o temível Penarol, base da seleção uruguaia. As maiores estrelas do mundo vestiram seu uniforme branco, a custa de milhões de pesetas. O Real Madri, era na época, o maior time da Europa de todos os tempos.

A história desses deuses de branco começou em 1947, quando o milionário espanhol Santiago Bernabeu, completando quatro anos como presidente do clube, inaugurou um estádio com seu nome e capacidade para 125.000 pessoas, no bairro de Chamartin. Começava a entrar em execução o sonhado plano de Bernabeu: transformar o Real Madri num superclube com um supertime. Na época, os grandes clubes da Espanha eram o Barcelona de Kubala e o Atlético de Bilbáo de Gainza. E para começar a dar impulso a seu time, Berrnabeu precisava antes de mais nada, de um gênio. Uma estrela capaz de conduzi-lo a glória. Inteligente e astuto, espalhou olheiros por todas as partes do mundo, tentando descobrir o salvador.

Mas, por ironia do destino, foi em Madri mesmo, diante de seus olhos, em 1952, que apareceu, como num sonho, aquilo que ele tanto sonhava. Em seu grande estádio, o Real enfrentava o poderoso Milionários da Colômbia, o melhor time da América do Sul naquela época, com sua legião de jogadores estrangeiros, os chamados fora da lei. O Milionários venceram o Real Madri por duas vezes. Bernabeu apontou dois jogadores
que seriam os condutores do Real: Di Stéfano e Nestor Rossi. Rossi não quis sair de Bogotá. Di Stéfano concordava em jogar no Real. Mas, houve alguns problemas. O River Plate, verdadeiro dono do passe do craque criava caso para sua venda. O Milionários, que tinha invertido muito dinheiro para levar Di Stéfano para a Liga Pirata, chiava. Ainda por cima, o Barcelona também queria o atacante argentino. Somente um ano depois, é que o Real conseguiu o passe de Di Stéfano que estreava no clube no dia 23 de setembro de 1953. Para reforçar mais ainda o seu plantel, Bernabeu foi buscar no Real Santander o jovem Gento, que mais tarde se consagraria como o maior ponta esquerda do mundo.

O começo foi bom. O Real ganhou o campeonato da temporada 1953/54 e Di Stéfano foi o artilheiro do certame com 29 gols. Apesar de não ganhar a temporada seguinte, Di Stéfano foi novamente artilheiro do campeonato com 24 gols. Em 1956 chegou o francês Kopa. Depois contratou o ex -“manager” do Honved, Emil Osterreicher, que trouxe com ele o famoso craque húngaro Puskas. Puskas era outro velho sonho de Bernabeu, mas ele teve que cumprir dois anos de suspensão por ter abandonado o Honved sem autorização de seu país. Ainda vieram o goleiro argentino Domingues, e o zagueiro uruguaio Santamaria. E o Real continuava ganhando títulos e encantando o mundo. No Brasil, o Real levou Didi do Botafogo, Fleitas Solich do Flamengo e Canário do América. Os dois primeiro não renderam o que o presidente esperava. Por isso, demoraram pouco tempo em Madri. Canário se adaptou muito bem e formou com Kopa. Di Stéfano. Puskas e Gento, o melhor ataque na história do Real Madri.

A partir de 1965, o Real Madri começou a decair. Santiago Bernabeu deu passe livre a Di Stéfano. No mesmo ano, a Federação Espanhola proibiu a contratação de estrangeiros. No ano seguinte, Santamaria e Puskas abandonaram os gramados enfraquecendo mais ainda o Real Madri que se tornava cada vez mais difícil se manter como nos velhos tempos. Nas páginas da história do futebol, o Real Madri teve um passado de glórias que foi espalhadas pelo mundo.

Fonte: http://forum.hardmob.com.br/showthread.php?t=293865

C.F. Esperança de Lagos

1979/1980
Crédito: www.sosumulas.blogspot.com

Clube de Futebol Esperança de Lagos
Fundação: 1912
Associação: AF Algarve (POR)
Web Site: http://www.esperancadelagos.pt/
Marca Equipamento: Umbro
Patrocínio: Planagril Num.FPF 340

Titulos
Campeonato Nacional 3ªDivisão
Taça do Algarve: 2005

ESPERANÇA DE LAGOS (POR) 3 X 3 CULATRENSE (POR)
Data: 28/05/2005
Taça do Algarve
Local: Complexo Desportivo Arsênio Catuna /Guia
Árbitro: Paulo Felipe
Auxiliares: Rogério Rebeca e Nuno Alvo
Gols: Né 54, Catalin 63, Sandro 64, Barriga 69, Filipe Borges 78(Penalt), Bia 90
ESPERANÇA DE LAGOS: Veloso, Sandro(André Carmo), Cláudio, Rui Moreira,Ruben, Cartaxo, Wilson,Carvalho, Catalin(Noel), André Mouzinho, Gonçalo(Filipe Borges) / Técnico: Edmundo Silva
CULATRENSE: Edgar, Hélio, Ramos, Né(Viegas), Rui, Chafa, Allez(Nelson), Fernando,Chaby(Bia), Mindo, Barriga / Técnico: André Silva
Obs: Nos Penalts vitória do Esperança por 6 x 5 / Com este resultados o Esperança conquistou o Título de Campeão da Taça do Algarve

ESPERANÇA DE LAGOS (POR) 4 x 3 FARENSE (POR)
Data: 05/09/1975
2ª Divisão Nacional 75/76
Local: Estádio são Luis / Faro
Árbitro: Júlio Santos (Faro)
Gols: Carlos Pereira 13, Edmar 22, Zezé 35, Artur 41, Zezé 70, Artur 71, Zezé 89
FARENSE: José Armando, Lampreia, Chico Zé, Jaime, Cardoso, Amâncio, Sobral, Almeida II, Domingos, Carlos Pereira, Artur
ESPERANÇA: Álvaro, Reina, Sintra, Luz, Glória, Lopes Gonçalves(Nani), Paris, Zezé, Rosalino(Furtado), Edmar, Arnaldo

ESPERANÇA DE LAGOS (POR) 3 x 0 ATLÉTICO (POR)
Data: ?
Taça de Portugal 1986/1987 / 4ª eliminatória
Local: Campo do Rossio / Lagos
Árbitro: Gil Rosa (Setúbal)
Auxiliares: Fortunato Prego e Manuel Esperança
Gols: Justino 23,75 e Gamboa 81
ESPERANÇA DE LAGOS: Cardoso, Farrajota, Brites, Justino, Paiva, Gamboa(Simões), João Paulo, Edmundo, Vitor, Nuno Miguel(Teixeira), Zequinha / Técnico: Benvindo Assis
ATLÉTICO: Lapa, Portela, Eusébio, Mário Tito, Jeremias, Cristovão, Pedro Candelas, Martins, Carlos Ferreira(Torró), Marinho, Raul José(Galvanito) / Técnico: Armando Gonçalves

SPORTING (POR) 5 X 0 ESPERANÇA DE LAGOS (POR)
Data: ?
Taça de Portugal 1986/1987 / Oitavas-de-final
Local: Estãdio José Ajvalade
Público: 15.000
Árbitro: João Rosa (Évora)
Auxiliares: Carlos Ramalho
Gols: Manuel Fernandes 39,71, Houteman 53, João Paulo(Contra) 83, João Luís 89
SPORTING: Damas, Duílio, João Luís, Vírgilio, Mário Jorge(Morato), Zinho(Litos), Oceano, Silvinho, Meade, Houteman, Manuel Fernandes / Técnico: Keith Burkinshaw
ESPERANÇA DE LAGOS: Cardoso, Farrajota, Brites, Justino, Paiva, Pereira(João Paulo), Gamboa, Edmundo,Formiga(Amenga), Vitor, Zequinha / Técnico: Benvindo Assis

ESPERANÇA DE LAGOS (POR) 1 X 3 REPÚBLICA DA IRLANDA
Data: 21/05/2008
Amistoso Internacional
Local: Estádio Municipal de Lagos
Árbitro: Nuno Alvo
Auxiliares: Carlos Nascimento , Gilberto Carvalho
Gols: Uriel 13, Potter 34, Marco Carmo 54, Keogh 56
ESPERANÇA: Toco, André, Uriel, Filipe Borges, Marco Carmo (cap), Noel, Rui Moreira, Décio, Vitinha, Titi, Totoia /Treinador: Paulo Nunes
Jogaram ainda: Edgar, Pinto, Luís Viegas, Vicente, Pedro Viegas, Diogo, Marco Gomes, Claudumiro, João Rodrigues e Pedro Alexandre
REPÚBLICA DA IRLANDA: Murphy (Westwood 62), Kelly (Foley 58), McShane, Bruce, Delaney (Miller 80); Duff (Scannell 62), Potter (Garvan 45), Whelan (Rowlands 74), Hunt (McPhail 56); Doyle (Long 60), Keogh (Murphy 68).

Fonte: www.sosumulas.blogspot.com

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Holanda

Em pé: Van Ierssel, Cruyff, Jongbloed, Schrijvers, Haan, Rijsbergen, Neeskens, Israël, Keizer, Treijtel, Krol, Suurbier e Van Hanegem
Agachados: Jansen, Rep, Willy Van de Kerkhof, René Van de Kerkhof, Geels, Rensenbrink, Strik, Vos e De Jong.

Os 22 convocados do Esquadrão da Holanda para a Copa de 1974

A Holanda nas Copas

A Holanda estreou nos mundiais na Copa de 1934 na Itália e foi derrotada pelo placar de 3 a 2 frente à Suécia. Em 1938, na França, em seu único jogo foi derrotada pela então Tchecoslováquia por 3 a 0.

Sua melhor performance sem dúvida foi em 1974, na segunda Copa em que participou, quando ganhou o vice-campeonato. Em 1978 novamente a Holanda foi vice-campeã, desta vez perdendo para a Argentina. Coincidentemente vice-campeã duas vezes seguidas e em ambas perdendo para os países-sede.

Em 1982 e 1986 a entressafra holandesa não era das melhores, então a Holanda só veio disputar a Copa de 1990, e muitos tinham uma grande expectativa em torno desta seleção que tinha 3 craques de altíssima categoria, que compunham a espinha dorsal do Milan da Itália: o apoiador Frank Rijkaard e os atacantes Rudd Gullit e Marco Van Basten, mas empataram nos medíocres jogos contra a Inglaterra, Irlanda e Egito e na segunda fase perderam para a Alemanha Ocidental por 2 a 1. Em 1994 nos EUA ficaram com o 7º lugar e em 1998 na França com o 4º lugar. Em 2002 - Coréia-Japão - não se classificou e no segundo Mundial disputado na Alemanha, no ano de 2006, cujo técnico fora Van Basten, foi eliminada nas oitavas-de-final.

A verdade é que a Holanda sempre será lembrada na história das Copas do Mundo de Futebol pela excelente apresentação em 1974. Eis o motivo de ter um site na Internet em sua homenagem feito por este brasileiro que ama o futebol-arte.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

S.C.Covilhã


Sporting Clube da Covilhã defronta pela 1ª vez um clube estrangeiro

O Sporting da Covilhã continua a ser o clube preferencial dos covilhanenses, face à implantação que esta colectividade conseguiu na cidade e pelos êxitos que vai conseguindo, não obstante algumas crises financeiras por que vai passando.

Entretanto o Montes Hermínios manteve-se ainda durante alguns anos e extinguiu-se, surgindo uma outra colectividade na cidade, também de cariz operário, que veio a ser filial do Belenenses. Apareceu assim em 24 de Julho de 1928 o “Club de Foot-Ball Os Covilhanenses”, que passou então a ser o maior rival do Sporting da Covilhã, de parceria com o Montes Hermínios, enquanto este existiu. Por este motivo ainda hoje, neste concelho, existem muitos adeptos e simpatizantes dos azuis.

Mas só no Sp. da Covilhã e “Os Covilhanenses” iriam ser os primeiros a participar nos campeonatos nacionais das II e III divisões, acabando por enriquecer esta cidade e região com a existência de duas colectividades importantes nestes campeonatos.

No entanto esta rivalidade sempre foi positiva, tendo, inclusive, alguns atletas que terminavam seus contratos no S.C.C. integrado o “Club de Foot-Ball Os Covilhanenses”, mais tarde designado “Grupo Desportivo Covilhanense”. Inversamente, a rivalidade existente entre o Sporting da Covilhã e o Sport Lisboa e Castelo Branco, filial do Benfica e, por isso, actualmente designado Sport Benfica e Castelo Branco, quase sempre foi objecto de alguma dureza, onde o positivismo se deveria impor, mas a mesma de facto existe desde os primórdios da fundação não só do Sporting da Covilhã, como de outros clubes da cidade que sofreram idênticas contrariedades com as gentes albicastrenses.

Mas já muitas consciências chegaram à razão de que só num verdadeiro espírito de colaboração entre vizinhos, como no desporto, nos poderemos afastar do pecado original de estarmos inseridos numa região do interior. Quantos mais clubes existirem em divisões cimeiras dos nacionais, tanto melhor se permitirá forçar a interioridade a nivelar-se um pouco com o litoral, pelo menos no âmbito desportivo.

Efectivamente, em muitas ocasiões, algumas intrigas provenientes das rivalidades entre covilhanenses e albicastrenses acabaram por ser solucionadas, ainda que temporariamente, entre o entendimento das Direcções dos clubes envolvidos.

Em 24 de Agosto de 1931, o Sporting Clube da Covilhã defrontou, pela primeira vez, um clube estrangeiro, na Covilhã, neste caso a Unión Deportiva Española que, mais tarde (1932), se viria a designar Union Deportiva Salamanca. Esta colectividade do país vizinho que também nasceu no mesmo ano dos Leões da Serra, veio a ganhar este primeiro jogo com o Sp. da Covilhã por 5-2.

No mês seguinte, mais concretamente nos dias 19 e 20 de Setembro, é a vez do Sporting da Covilhã se deslocar a Salamanca, onde, após grandes festejos na véspera, em honra dos covilhanenses, estes vêm a perder os dois encontros realizados no campo do Calvário, em Salamanca, por 3-1 e 2-0, respectivamente.

O Sporting da Covilhã alinhou com: Manoel da Silva; José marques, José d’Almeida, José Augusto, Alberto, Nascimento, Fonseca, Guilhermino, Marante, Barata e Mioludo.

A Union Deportiva Española apresentou a seguinte equipa: Perez, Escolar, Alondo, Seirul-lo, Gimeno, Quique, Froufe, Alejo, Barrando, Santa e Illescas.

O golo do Sp. da Covilhã foi marcado por José Fonseca.

No ano seguinte, em 29 de Agosto de 1932, já com a designação de Union Deportiva de Salamanca, na Covilhã defrontaram os Leões da Serra, voltando os espanhóis a vencer por 4-2, jogando no campo do Bairro Municipal. Ainda na mesma década, voltaram à Covilhã em 06/10/1935, estando na presidência da Direcção do S.C.C. o Dr. António Gomes Oliveira, e, desta vez, coube ao Sporting da Covilhã vencer o encontro por 1-0.


domingo, 14 de junho de 2009

F.C. Vizela

Em pé: Chico da Eva, Freitas, Magalhães, Elísio, "Barbeiro", João Piropau
Agachados: Mário Costa, "Marinheiro", Amado do Crau, Bráulio, Oliveira Tardina

Primeiro esquadrão do Vizela da cidade do mesmo nome no Distrito de Braga,

O Futebol Clube de Vizela foi fundado no dia 1 de Janeiro de 1939 e eleitos os primeiros órgãos sociais do Clube em 16 de Junho de 1939. Os primeiros presidentes foram: Armando Martins Camelo (Assembleia Geral); João de Sousa (Direcção) e João da Costa Madureira (Conselho Fiscal).
João de Sousa, conjuntamente com um grupo de bairristas fizeram nascer mais uma filial do Futebol Clube do Porto.
Agostinho de Lima, tesoureiro da Direcção, bafejado pela Lotaria Nacional, compra com parte do dinheiro obtido numa cautela da Lotaria Nacional, um terreno no lugar da Vista Alegre em foi construído o primeiro campo de futebol do Vizela. Este recinto desportivo, após a sua morte, adoptaria o seu nome: e seria utilizado pelo clube até 1989.

A 1 de Agosto de 1940, o Clube filia-se na A. F. de Braga e logo nessa época conquista o título de Campeão Regional da 2.ª Divisão.
Compete nos campeonatos regionais, obtendo vários títulos até que em 1966-67 consegue a sua primeira Taça de Campeão Nacional, vencendo na final da III Divisão, o Tramagal, em Aveiro, por 5-3, depois de na meia-final, num jogo que ficaria para a história, ter derrotado o Boavista, por 3-1.
Dezoito anos depois volta a erguer esse troféu. Aconteceu em Coimbra no ano de 1982, na final do Campeonato da III Divisão em que derrotou o Atlético por duas bolas a uma.
Nesta fase de expansão, o Futebol Clube de Vizela teve na pessoa de Domingos Vaz Pinheiro, pai do actual Presidente Adjunto do clube, Paulo Pinheiro, o baluarte desse crescimento e após isso apareceu aquele que se havia de afirmar como o maior vulto do desporto local (Sérgio Capela). Com o seu empenhamento arrastou para o clube outros homens que o fizeram chegar à 1ª Divisão Nacional.

Fruto disso e em consequência de uma legislação governamental, o clube não podia utilizar o velho campo Agostinho de Lima, por este não reunir as condições impostas, lançando mão à construção de um novo estádio que numa primeira fase prevê um campo relvado para jogos e um campo de treinos.
Em 1984-85, após ter vencido, na época anterior, a zona norte da 2.ª Divisão Nacional disputa o Campeonato da 1.ª divisão, Por falta de campo relvado vê-se obrigado a jogar no estádio Municipal de Guimarães. Foi o último classificado, contabilizando 15 pontos referentes a 4 vitórias, 7 empates e 19 derrotas. Era treinador da equipa, José Romão, que iniciava o seu percurso de técnico.

Em 12 de Novembro de 1989 inaugurou o seu estádio. Presidiu à cerimónia o Ministro Valente de Oliveira. O Boavista apadrinhou o evento. O terreno do estádio foi oferecido pelo antigo presidente do FCV, Fernando da Costa Vieira. Em 19 de Março de 2003 foi inaugurado o primeiro relvado sintético pelo presidente da Câmara Municipal de Vizela, Dr. Francisco Ferreira.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

S.C.Olhanense

Em pé: J. Bárbara (massagista), Martin, Nunes, Alexandrino, J. Manuel, Rui, Reina e R. Garcia (técnico)
Agachados: Matias, Mendes, Espírito Santo, Gancho e Madeira

Esquadrão que empatou em 1 x 1 com o Sporting no Estádio do Alvalade na temporada 1963/1964


Nome: Sporting Clube Olhanense
Fundação: 27 de Abril de 1912
Sede / Contactos: Estádio José Arcanjo - Rua da Feira - 8700 Olhão / Portugal
Telefone: 289 702 632 Fax: 289 707 155

Títulos Nacionais
Campeão de Portugal: 1923/24
Campeão da 2.ª Liga: 1935/36
Campeão Nacional da 2.ª Divisão: 1940/41
Campeão Nacional da 3ª. Divisão: 1969/70
Finalista vencido da Taça de Portugal: 1944/45
Vencedor da 2.ª Divisão - Zona Sul: 1960/61, 1972/73
Vencedor da 2.ª Divisão "B" - Zona Sul: 1990/91
2003/04
Vice-Campeão Nacional da 2.ª Divisão: 1960/61, 1972/73

Títulos Regionais
Campeão do Algarve nas épocas de: 1923/24, 1924/25, 1925/26, 1926/27, 1930/31, 1932/33, 1938/39, 1939/40, 1940/41, 1941/42, 1942/43, 1943/44, 1944/45 e 1945/46

Outros Troféus
Taça Centenário do "Diário de Notícias" 1964
Taça "Disciplina do Mundo Desportivo" 1970/71
Taça Disciplina "O Casapiano"

Vitória F.C.

Em pé: Polido, Mourinho, Manuel Joaquim, Herculano, Galaz, Alfredo e Faustino.
Agachados: Dimas, Quim, Pompeu, Jaime Graça e Mateus.

Esquadrão do Vitória de Setúbal que defrontou o Benfica na final da Taça de Portugal de 1961-62, o resultado foi naturalmente desfavorável às nossas cores (0-3), já que o Benfica tinha sido bicampeão europeu à bem pouco tempo, e o Vitória nesta época estava na 2ª Divisão, apesar de ter conseguido subir à 1ª Divisão.

Ao todo, o Vitória esteve presente em 10 finais e é nesse aspecto, o 4º clube que esteve por mais vezes no relvado do Estádio nacional como finalista, (só atrás de Benfica, Porto e Sporting) no entanto só venceu 3 dessas finais, a 1ª em 1964-65 contra o Benfica por 3-1, a segunda contra a Academica de Coimbra por 3-2 em 1966-67, na final mais longa da história... e já mais recente, em 2004-05 contra o Benfica por 2-1.

O caminho do Vitória até à final:
1ª Eliminatória - Desportivo de Beja (c) 3-1 (f) 5-3
2ª Eliminatória - Marinhense (c) 1-0 (f) 2-1
3ª Eliminatória - Vianense (c) 4-1 (f) 1-0
Quartos de Final - Leixões (c) 2-0 (f) 1-2
Meias-Finais - Belenenses (c) 0-0 (f) 1-0
Final - Benfica (n) 0-3

Jogadores utilizados na Taça de Portugal
Guarda-Redes - Mourinho (7) e Faustino (4);
Defesas - Polido (10), Galaz (11; 1 g), Manuel Joaquim (11; 1 g), Herculano (3), Alfredo (11), Torpes (1) e Carriço (4);
Médios - Dimas (8), Emídio Graça (8; 4 g), Jaime Graça (7), Liz (1) e Cabrita (1);
Avançados - Quim (9; 1 g), Pompeu (10; 7 g), Mateus (8; 2 g), Suarez (6; 1 g) e Sarmando (2; 2 g).

sábado, 30 de maio de 2009

C.S. Marítimo

 Em pé:Noêmio, Olavo, Ferro, Fernando e Osvaldinho
Agachados: Valter, Mariano, Eduardo Luis, Eduardinho, China e Dejair

Esquadrão do Marítimo da Ilha da Madeira que contou com o meia China entre 1978 e 1981.

China
Meia-esquerda habilidoso, criativo e que conduzia o time ao ataque, China foi revelado pelo Palmeiras, conquistou o título do Brasileiro de Seleções Estaduais por São Paulo e do Pré-Olímpico da Colômbia. Disputou a Olimpíada do México e a Taça Libertadores, ambos em 1968. Chegou a ser comparado com Rivellino, em razão do potente chute de canhota, dos lançamentos açucarados e dos passes milimétricos, suas principais características. Com ascendência asiática, o paulistano Ademir Ueta, ganhou o apelido de China ainda na infância e começou a jogar futebol no Nacional, de Rudge Ramos, depois atuou no Meninos e no Flamengo, ambos de São Bernardo do Campo, onde morava. Gengo, um ex-jogador do Palmeiras e amigo do técnico Mário Travaglini, conhecia o pai de China, Sukao, e indicou o garoto para testes no Parque Antártica.

Defendendo o Verdão, arrebentou no Paulista Juvenil, e foi convocado por Mário Travaglini para disputar o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais, no Mineirão, em Belo Horizonte, realizado em fevereiro de 1967. Na estréia, já deixou seu cartão de visita, fazendo um dos gols na vitória paulista por 3 a 1 sobre Pernambuco. Depois, marcou mais seis, no massacre de 9 a 0 sobre o Amapá, e teve participação fundamental nos 3 a 0 contra os mineiros, anotando o terceiro tento. Na final, São Paulo ganhou do Rio de Janeiro por 1 a 0. Em grande fase, foi relacionado pelo técnico Antoninho para atuar na Seleção Brasileira de Amadores (sub-20), que disputou o Campeonato Sul-Americano, no Paraguai. Depois, o técnico Alfredo Gonzales passou a convocá-lo com freqüência para os jogos do time principal do Palmeiras, que contava com Dudu, Ademir da Guia, Djalma Santos, Servílio, Tupãzinho, Artime, Valdir Joaquim de Moraes, Cabralzinho e outros monstros sagrados da velha “Academia de Futebol”.

Estreou entre os profissionais na vitória de 3 a 1 sobre o Estudiantes de La Plata, da Argentina, dia 7 de maio de 1968, ao entrar no lugar de Servílio, no segundo jogo da semifinal da Libertadores. Na partida de ida, os argentinos haviam vencido por 2 a 1. Os platinos também ganharam o jogo desempate por 2 a 0, em Montevidéu, eliminando o Alviverde. Ainda novato entre as estrelas, China foi escalado por Gonzales para o jogo diante do Santos, domingo, dia 19 de maio de 1968, pela antepenúltima rodada do Paulistão. A equipe palmeirense já não tinha mais chances de conquistar o título, mas recebera uma mala preta, oferecida pelo Corinthians, único que podia tirar o caneco do Peixe. Logo no primeiro minuto da etapa complementar, China abriu o placar para o Verdão. Não demorou para o Santos reagir. Edu empatou aos 9, Pelé virou o marcador aos 14 e Toninho completou o resultado, aos 21 minutos. Final, 3 a 1 para a equipe santista, campeã em cima do Palmeiras, que terminou em 11º lugar entre os 14 participantes, à frente apenas de América, Juventus e Comercial.

Quando estava se firmando no Palestra Itália, precisou deixar o time para atender novo chamado da Seleção Brasileira. O time de “brotos” do Brasil conquistou o título do Torneio Pré-Olímpico da Colômbia e se classificou para a Olimpíada da Cidade do México, em 1968. Na competição azteca, o Brasil ganhou de 2 a 1 da Espanha, empatou em 1 a 1 com a Nigéria e perdeu de 3 a 1 para o Japão, caindo na primeira fase. A Hungria foi campeã olímpica no futebol, com a Bulgária faturando a prata e os japoneses, o bronze. “Os outros países levavam seus principais jogadores e o Brasil participava com novatos (sub-20)”, diz China.

Jogou em Portugal e na Venezuela
Após passar por Guarani, Marília, Catanduvense e Aliança Clube, China acertou com o Marítimo de Portugal. O clube da Ilha da Madeira comprou o passe dele junto ao Aliança de São Bernardo. “Fiquei dois anos atuando na Primeira Divisão do futebol português”, informa o meio-campista, que retornou ao time de Catanduva em 1981. “Perdemos a final da Intermediária (acesso ao Paulistão) para o São José, que subiu.” Só o campeão era promovido. Naquela época, já conciliava o futebol com o comércio de defensivos agrícolas, que abriu na Cidade Feitiço e possui até hoje. Mesmo assim, ainda se aventurou durante oito meses no Deportivo Português, da Venezuela. “Alguns dirigentes do clube venezuelano eram da Ilha da Madeira e não tive como recusar a oferta deles.” Jogou mais um ano no Grêmio e, em 1983, já no final da carreira, disputou o Paulista da Terceira Divisão pelo Monte Alto. “Só treinava à noite, duas vezes por semana”, diz. Casado com Fábia Zancaner, China é pai de Fabiano, Thaís, Rafael e Lara. Rafael Ueta, aliás, segue os passos do pai. Há cinco anos, ele atua na Ponte Preta.

Lesão e Exército atrapalham planos
Depois da temporada brilhante em 1968, China viveu um drama no ano seguinte. Ele tinha uma atrofia na perna direita em razão de uma fratura sofrida na adolescência, que necessitava de tratamento freqüente. Porém, retornou da seleção olímpica com uma luxação na clavícula e os médicos passaram a cuidar da contusão nova e “esqueceram-se” da antiga. Para agravar a situação, teve que prestar o serviço militar. E na época da ditadura não havia moleza pra ninguém. “Explicava o meu problema ao capitão Juarez, mas ele achava que era desculpa para eu ser dispensado e não me liberava”, recorda. Recuperou-se, cumpriu sua obrigação com o Exército, mas perdeu espaço no Palmeiras em razão do longo período afastado.

Acabou emprestado ao Náutico do Recife, em 1970. No ano seguinte, foi cedido ao Grêmio Catanduvense, finalista do Paulista da Segunda Divisão. “Na última rodada da fase decisiva, já estávamos eliminados, mas ganhamos do Rio Preto, que ainda tinha chances, por 1 a 0”, relembra. Disputou parte do Paulistão de 1972 pelo Guarani e no segundo semestre transferiu-se para o Marília. Posteriormente, retornou ao Catanduvense, desta vez, em definitivo. Em 1974, o time de Catanduva foi campeão da Segunda Divisão, mas a Lei de Acesso havia sido suspensa pela Federação Paulista de Futebol. China ficou no Grêmio até 1975. Treinou dois meses no Boca Juniors, da Argentina, em 1976, mas o prazo de inscrição para o campeonato nacional já havia terminado. Depois, chegou ao quadrangular decisivo da Divisão de Acesso, com o Aliança Clube, de São Bernardo do Campo. Quem subiu foi o XV de Jaú. Santo André e Barretos eram os outros finalistas.


segunda-feira, 25 de maio de 2009

Arsenal F.C.

Em pé: Forbes, Daniel, Swindin, Barnes, Macauley e Smith
Agachados: McPherson, Logie, Rooke, Lishman e Vallance.

Esquadrão do Arsenal em amistoso no estádio São Januário em 1949 no jogo Vasco 1x0 Arsenal.

Na noite de 25 de maio de 1949, uma quarta-feira, São Januário recebeu o maior público de sua história, no amistoso entre o Vasco e o Arsenal. Havia vários motivos para tanto interesse. 

O famoso clube londrino, um dos mais tradicionais e populares da Inglaterra, fundado em 1886 e várias vezes campeão inglês, havia se sagrado mais uma vez campeão na temporada de 1947/48 e era exaltado como um dos melhores times do mundo. Nunca antes um clube tão poderoso e respeitado do velho continente tinha feito uma excursão ao Brasil, quanto mais da Inglaterra, que tinha a aura de inventora do futebol. É verdade que várias equipes inglesas já tinham visitado o Brasil, mas quase todas eram ou compostas de tripulações de navios ingleses (que no princípio do século XX costumavam aplicar goleadas homéricas nos times brasileiros), combinados amadores, ou, no máximo, clubes de segunda divisão para baixo. O próprio Vasco, em 1948, já havia derrotado o Southampton, que na época disputava a segunda divisão inglesa, por 2x1, em São Januário. Mas nenhuma daquelas equipes chegava perto do calibre do Arsenal e não causaram a menor sensação. 

Súmula do jogo
VASCO DA GAMA 1 X 0 ARSENAL-ING 
São Januário, quarta-feira, 
Data: 29 de maio de 1949. 
Horário: 21 horas (1º tempo: 21h05min; 2º tempo: 22h06min.) 
Renda: CR$ 1.146.500,00 
Público: 45.000 pagantes (aproximadamente) 
Árbitro: Cyril John Barrick 
Auxiliares: Mário Vianna e Alberto da Gama Malcher 
Gol: Nestor aos 33’ do 2º tempo. 
VASCO: Barbosa, Augusto, Sampaio; Ely, Danilo, Jorge; Nestor, Maneca, Ademir, Ipojucan (Heleno 14'/2ºT) e Tuta (Mário 14'/2ºT). Técnico: Flavio Costa. 
ARSENAL: Swindin, Barnes, Smith; Macaulay, Daniel (Fields 30'/1ºT), Forbes; McPherson, Logie, Rooke, Lishman e Vallance. Técnico: Tom Whittaker. 

Fontes

domingo, 17 de maio de 2009

Sporting CP

Em pé: Carlos Gomes, Carvalho, Passos, Pacheco, Juca e Barros.
Agachados:Jesus Correia, Vasques, Martins, Travassos e Albano.

Crédito: http://www.centenariosporting.com/
Esquadrão do Sporting de Portugal que estreiou na II Copa Rio em 1952 contra o Fluminense no Estádio do Maracanã com 0 x 0 no placar e com um público de 73.915 (63.183 pagantes).