sexta-feira, 12 de junho de 2009

S.C.Olhanense

Em pé: J. Bárbara (massagista), Martin, Nunes, Alexandrino, J. Manuel, Rui, Reina e R. Garcia (técnico)
Agachados: Matias, Mendes, Espírito Santo, Gancho e Madeira

Esquadrão que empatou em 1 x 1 com o Sporting no Estádio do Alvalade na temporada 1963/1964


Nome: Sporting Clube Olhanense
Fundação: 27 de Abril de 1912
Sede / Contactos: Estádio José Arcanjo - Rua da Feira - 8700 Olhão / Portugal
Telefone: 289 702 632 Fax: 289 707 155

Títulos Nacionais
Campeão de Portugal: 1923/24
Campeão da 2.ª Liga: 1935/36
Campeão Nacional da 2.ª Divisão: 1940/41
Campeão Nacional da 3ª. Divisão: 1969/70
Finalista vencido da Taça de Portugal: 1944/45
Vencedor da 2.ª Divisão - Zona Sul: 1960/61, 1972/73
Vencedor da 2.ª Divisão "B" - Zona Sul: 1990/91
2003/04
Vice-Campeão Nacional da 2.ª Divisão: 1960/61, 1972/73

Títulos Regionais
Campeão do Algarve nas épocas de: 1923/24, 1924/25, 1925/26, 1926/27, 1930/31, 1932/33, 1938/39, 1939/40, 1940/41, 1941/42, 1942/43, 1943/44, 1944/45 e 1945/46

Outros Troféus
Taça Centenário do "Diário de Notícias" 1964
Taça "Disciplina do Mundo Desportivo" 1970/71
Taça Disciplina "O Casapiano"

Vitória F.C.

Em pé: Polido, Mourinho, Manuel Joaquim, Herculano, Galaz, Alfredo e Faustino.
Agachados: Dimas, Quim, Pompeu, Jaime Graça e Mateus.

Esquadrão do Vitória de Setúbal que defrontou o Benfica na final da Taça de Portugal de 1961-62, o resultado foi naturalmente desfavorável às nossas cores (0-3), já que o Benfica tinha sido bicampeão europeu à bem pouco tempo, e o Vitória nesta época estava na 2ª Divisão, apesar de ter conseguido subir à 1ª Divisão.

Ao todo, o Vitória esteve presente em 10 finais e é nesse aspecto, o 4º clube que esteve por mais vezes no relvado do Estádio nacional como finalista, (só atrás de Benfica, Porto e Sporting) no entanto só venceu 3 dessas finais, a 1ª em 1964-65 contra o Benfica por 3-1, a segunda contra a Academica de Coimbra por 3-2 em 1966-67, na final mais longa da história... e já mais recente, em 2004-05 contra o Benfica por 2-1.

O caminho do Vitória até à final:
1ª Eliminatória - Desportivo de Beja (c) 3-1 (f) 5-3
2ª Eliminatória - Marinhense (c) 1-0 (f) 2-1
3ª Eliminatória - Vianense (c) 4-1 (f) 1-0
Quartos de Final - Leixões (c) 2-0 (f) 1-2
Meias-Finais - Belenenses (c) 0-0 (f) 1-0
Final - Benfica (n) 0-3

Jogadores utilizados na Taça de Portugal
Guarda-Redes - Mourinho (7) e Faustino (4);
Defesas - Polido (10), Galaz (11; 1 g), Manuel Joaquim (11; 1 g), Herculano (3), Alfredo (11), Torpes (1) e Carriço (4);
Médios - Dimas (8), Emídio Graça (8; 4 g), Jaime Graça (7), Liz (1) e Cabrita (1);
Avançados - Quim (9; 1 g), Pompeu (10; 7 g), Mateus (8; 2 g), Suarez (6; 1 g) e Sarmando (2; 2 g).

quarta-feira, 10 de junho de 2009

E.C. São Bento

Em pé: Toninho Oliveira, Abelha, Zé Carlos, Édson, Nildo e Edel
Agachados:Cacau, Dino Furacão, Jones, Paulo César e Nivaldo.

Esquadrão do São Bento de Sorocaba de 1986

Abelha
João Batista Lopes Abelha, o Abelha, ex-goleiro da Ferroviária (SP), do São Paulo e do Flamengo, nos anos 80, mora em Sorocaba (SP), trabalhou como treinador do São Bento, foi diretor do Figueirense e voltou a dirigir o São Bento, em 2006. No mesmo ano, ele também trabalhou no Atlético de Sorocaba e acertou com o Remo, do Pará, em maio. Em 2007, retornou ao São Bento contratado para substituir Freddy Rincón, mas logo deixou o clube de Sorocaba, já que não conseguiu livrar o time do rebaixamento do campeonato paulista. No começo de 2008, ele foi contratado pelo Figueirense para o cargo de superintendente técnico das divisões de base.

Pai de duas filhas, Abelha começou a carreira na Ferroviária de Araraquara, onde se destacou, passou pelo Flamengo em 1983 e foi contratado pelo São Paulo, junto com o centroavante Marcão, em 1984, ano em que o time do Morumbi passava a ser comandado pelo técnico Cilinho.

No Tricolor, Abelha disputou posição com Barbirotto, após Waldir Peres deixar o clube. Não vingou na equipe do Morumbi e foi para o São Bento.

Com a camisa são-paulina, entre os anos de 1984 e 1985, Abelha disputou 31 partidas (13 vitórias, 10 empates e 8 derrotas). Já pelo rubro-negro da Gávea, o arrojado goleiro atuou apenas nove partidas, sendo cinco vitórias e quatro derrotas. Incrível! Abelha não empatou pelo Flamengo

Como técnico, Abelha também dirigiu o Amparo, o Capivariano, o Independente de Limeira e o Barretos, todas equipes do interior paulista. Fora do país, o ex-jogador da Ferroviária, São Paulo e Flamengo trabalhou como preparador de goleiros do Kashima Antlers (do Japão - com o técnico Zico), da Seleção Japonesa (com o técnico Falcão) e auxiliar técnico de Nelsinho Baptista no Colo Colo do Chile.


Fluminense F.C.



Em pé: Alberto, Mota, Maia, Chico Neto, Lais, Bordalo e Fortes.
Agachados: Sampaio Viana, Coelho, Walfare, Zézé e Costa.
Esquadrão do Fluminense no primeiro jogo da temporada em Salvador

No ano de 1923, o Fluminense do Rio de Janeiro realizou seis jogos em Salvador. Venceu três e perdeu um. O terceiro jogo foi contra o Bahiano de Tenis, na época, um das mais poderosas equipe do futebol baiano. Os cariocas venceram por 2x0. Ao terminar o jogo o saudoso Coelho Neto dirigiu o seguinte telegrama ao Fluminense –
“Alvaro Chaves, 41 – Rio.
Vitória 2x0. Jogo brilhantemente disputado valoroso Bahiano de Tenis. Falta Welfare. Vinhaes incluído. Assistência mais numerosa e distinta, até hoje matches Bahia, aclamou Fluminense que tem correspondido cordialmente gentileza hóspedes. Filgueiras ainda impossibilitado jogar. Todos bem. Felicitações. Coelho Neto”.

As partidas

Data: 01/04/1923
Fluminense 3 x 1 Bahiano de Tênis

Data: 05/04/1923
Fluminense 1 x 1 Vitória

Data: 08/04/1923
Fluminense 2 x 0 Bahiano de Tênis

Data: 12/04/1923
Fluminense 1-2 Botafogo

Data:15/04/1923
Fluminense 4-5 Combinado Bahiano

Data: 19/04/1923
Fluminense 2-0 Botafogo


Rio Preto E.C.


Em pé: Canizza, Michel, Icão, Zé Carlos, Fogosa, Paulinho, Brandão e Alcides Soler
Agachados: Adamastor, Milton, Joãozinho, Bulau e Palácio.

Esquadrão do Rio Preto de 1984, campeão da Série José Ermírio de Moraes da segundona do Campeonato Paulista

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Fluminense F.C.


Em pé: Nélio, Félix, Cláudio, Altair, Galhardo e Assis Agachados: Wilton, Suingue, Salvador, Samarone e Serginho 

Esquadrão do tricolor carioca de 1968 que viria ser a base da equipe campeã carioca de 1969 e da Taça de Prata de 1970.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

C.R. Vasco da Gama


Em pé: Barbosa, Haroldo, Augusto, Danilo, Jorge e Ely do Amparo
Agachados:Edmur, Ipojucan, Ademir, Maneca e Chico.

Esquadrão vascaíno de 1953 que consta nesta formação com o malabarista Ipojucan, um dos maiores jogadores do futebol brasileiro.

Ipojucan
Nome: Ipojucan Lins de Araújo
Nascimento: 3/6/1926, Maceió-AL
Falecimento: 19/6/1978, São Paulo-SP
Período: 1944 a 1953
Posição: Atacante
Apesar de ter sido um dos jogadores mais altos do seu tempo, com 1,90m, Ipojucan era um meia habilidoso e criativo, comparado por muitos a um malabarista com a bola. Seus dribles de efeito, passes de calcanhar e lancamentos inteligentes eram sensacionais e, gracas as suas jogadas surpreendentes, Ademir marcou dezenas de gols. Alem disso, Ipojucan tambem sabia fazer gols. Arredio, detestava treinar e era psicologicamente fragil. Durante o intervalo da final do campeonato estadual de 1950, nao queria voltar a campo alegando sentir-se mal, mas foi forcado debaixo de safanoes do tecnico Flavio Costa. Mesmo alheio a partida, caido pela ponta direita, deu um magnifico passe para Ademir marcar o gol do titulo. Depois de participar da conquista de varios titulos pelo Vasco, e de integrar a selecao brasileira, foi para a Portuguesa de Desportos.