sábado, 22 de janeiro de 2011

Fluminense F.C.


Em pé: Carlos Alberto Torres,Altair, Oldair, Procópio, Castilho e Nonô.
Agachados: Santana (massagista), Edinho,Denilson, Amoroso,Joaquinzinho e Mateus.
1964
Apelido: Fluminense
Nome Real: Fluminense Football Club
Fundação: 21/07/1902
Endereço: Rua Álvaro Chaves 41 / Laranjeiras CEP:22231-200 - Rio de Janeiro/RJ Telefone: (21) 553-4270
Estádio: Maracanã (122.000)
Uniforme: Listras verticais grená, brancas e verdes, branco, verdes com listras brancas e grenás
Principais Títulos
Brasileiro 1a. Divisão: 1984
Brasileiro 3a. Divisão: 1999
Copa do Brasil: 2007
Taça de Prata: 1970
Torneio Rio-São Paulo: 1957, 1960
Estadual Carioca 1a. Divisão: 1906, 1907, 1908, 1909, 1911, 1917, 1918, 1919, 1924, 1936, 1937, 1938, 1940, 1941, 1946, 1951, 1959, 1964, 1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1980, 1983, 1984, 1985, 1995, 2002,2005
Torneio Extra: 1941
Torneio Municipal:1938, 1948
Torneio Tereza Herrera: 1977
Torneio Aberto do RJ: 1935
Copa Rio: 1952

FLUMINENSE (RJ) 7 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS (SP)
Data: 09 / 04 / 1961
Torneio Rio-São Paulo
Local: Estádio das Laranjeiras
Juiz: Anacleto Pietrobom
Renda: Cr$ 338.540,00
Gols: Paulinho aos 5 min, Jair Francisco aos 23 min, Telê aos 35 min e Valdo aos 41 min, 75 min, 82 min e 89 min
FLUMINENSE: Castilho; Marinho, Pinheiro e Altair; Edil e Clóvis; Telê, Valdo, Paulinho (Odair), Jair Francisco e Escurinho (Hilton)
PORTUGUESA de DESPORTOS: Chamorro; Hermínio, Murilo (Lever) e Jutis; Odorico e Alberto; Jair, Silvio, Servílio, Ocimar (Didi) e Nilson (Babá)

FLUMINENSE (RJ) 5 X 5 BOTAFOGO (RJ)
Data: 29 / 06 / 1947
Amistoso Estadual
Local: Teixeira de Castro
Gols: Santo Cristo(2),Otavio(2) e Ponce de Leon;Simões(2),Osvaldinho(2) e Juvenal
FLUMINENSE: Darci;Gualter e Hélvio;Pascoal,Telesca Bigode;Pinhegas,Ademir,(Juvenal),Simões,Careca e Rodrigues(Osvaldinho).
BOTAFOGO: Oswaldo;Marinho e Sarno;Ivan,Cid e Juvenal;Ponce(Santo Cristo),Otávio,Oswaldinho,Geninho e Santo Cristo(Braguinha)Obs: 2ºjogo de inauguração do Estádio do Bonsucesso

FLUMINENSE (RJ) 3 x 1 BANGU (RJ)
Data: 20 / 12 / 1964
Campeonato carioca
Local: Maracanã
Público: 75.106)
Árbitro: Frederico Lopes
Gols: Joaquinzinho,Jorginho e Gílson Nunes: Bianchini
FLUMINENSE: Castilho, Carlos Alberto Torres, Procópio, Valdez e Altair; Denílson e Oldair; Jorginho, Amoroso, Joaquinzinho e Gílson Nunes / Técnico: Elba de Pádua Lima “Tim”
BANGU: Aldo, Fidélis, Mário Tito, Paulo e Nílton Santos; Ocimar e Roberto Pinto; Paulo Borges, Parada, Bianchini e Cabralzinho / Técnico: Plácido Monsores
FLUMINENSE (RJ) 4 x 1 PALMEIRAS (SP)
Data: 04/07/1946
Amistoso Interestadual
Local: Rio de Janeiro
Árbitro: Arthur Cidrim (SP)
Gols: Ademir 8, Pedro Amorim 18, Paulo 42/1º, Villadoniga 33, Simões 36/2º
FLUMINENSE: Robertinho (Alfredo), Guálter, Haroldo, Mirim, Pé-de-Valsa, Afonsinho, Pedro Amorim, Ademir (Juvenal), Paulo, Orlando (Simões), Rodrigues
PALMEIRAS: Rodrigues (Oberdan), Caiera (Osvaldo II), Oswaldo, Og Moreira, Waldemar Fiúme, Gengo, Dedé, Lima, Villadoniga (Neno), Gino, Mantovani (Aldevir)

FLUMINENSE (RJ) 2 x 0 BANGU (RJ)
Data: 20/01/1952
Campeonato Carioca
Local: Maracanã
Público: 68.820)
Árbitro: Mário Vianna
Gols: Telê (2)
FLUMINENSE: Castilho, Píndaro e Pinheiro; Vítor, Édson e Lafaiete; Lino,
Didi, Telê, Orlando Pingo de Ouro e Róbson /Técnico: Zezé Moreira.
BANGU: Osvaldo Topete, Djalma e Salvador; Rui, Irany e Alaine; Moacir
Bueno, Zizinho, Joel, Décio Esteves e Nívio. Técnico: Ondino Vieira.
Obs: Nívio foi expulso.
FLUMINENSE (RJ) 1 x 0 BOTAFOGO (RJ)
Data: 22 / 12 / 1946
Campeonato Carioca
Local: São Januário
Público: 27.491)
Árbitro: Mário Vianna
Gol: Ademir Menezes
FLUMINENSE: Robertinho, Guálter e Haroldo; Paschoal, Telesca e Bigode;
Pedro Amorim, Ademir Menezes, Careca, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues / Técnico: Gentil Cardoso.
BOTAFOGO: Oswaldo Baliza, Gérson e Belacosa; Ivan, Newton Senra e Juvenal; Nilo, Geninho, Heleno, Tovar e Braguinha / Técnico: Martim Silveira

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Livro: Ferroviária em Campo


FERROVIÁRIA EM CAMPO é um estudo sobre os 60 anos de futebol da Ferroviária de Araraquara; um retrospecto da caminhada do clube ao longo de seis décadas. Enfoca fundamentalmente os dados estatísticos e demonstra que, não obstante as adversidades enfrentadas pelos clubes interioranos, a Ferroviária não apenas subsiste como também consegue ter números positivos em levantamentos que se faça nos cenários internacional, nacional e estadual. Sua história é expressiva, tendo sido contada com propriedade por catedráticos da qualidade de um prof. Antônio Jorge Moreira e de um dr. Luís Marcelo Inaco Cirino, nos quais o autor deste ensaio se inspirou para conduzir a sua pesquisa.
A motivação maior é prestar uma homenagem à agremiação que tanto divulga o nome de Araraquara, bem como à sua apaixonada torcida. Quantas vezes a vibrante torcida da Ferrinha não terá ouvido, no transcurso desse tempo, nas transmissões das emissoras de rádio, emitida por empolgados locutores e repórteres de campo, a expressão Ferroviária em campo, e a partir daí se desencadeando fortes emoções?

Importante: O livro está tendo distribuição gratuita. Para solicitar um exemplar os interessados deverão enviar um e-mail para HYPERLINK "mailto:ferroviariaemcampo@gmail.com" ferroviariaemcampo@gmail.com , informando o endereço completo. Os moradores de Araraquara receberão o livro em mãos. Leitores de outras cidades e estados interessados em ter o livro em seu acervo, arcarão apenas com as despesas de envio, calculadas de acordo com localidade que residem.
Dados do Autor: Vicente Henrique Baroffaldi
Vicente Henrique Baroffaldi, 63 anos, é formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas, da Federação das Faculdades Isoladas de Araraquara (FEFIARA), atual Universidade de Araraquara (UNIARA).
Foi, por 32 anos, funcionário do Serviço Especial de Saúde de Araraquara (SESA), da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Fundador e jogador do XV de Novembro do bairro do Carmo na década de 60.
Iniciou a sua militância na imprensa local em 1965, juntamente com o início do Diário da Araraquarense (que mudaria de nome para O Diário), do Roberto Barbieri. Passando depois para O Imparcial. Escreveu ainda para a Folha da Região e Jornal da Manhã.Participou da equipe Os Campeões da Bola, de José Roberto Fernandes, nas duas emissoras, Morada e Cultura.
Foi associado da ACEA, presidiu a LAF em 80 e 81
Atualmente aposentado, pesquisa o futebol, em especial a Ferroviária de Araraquara.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Associação Ferroviária de Esportes

Em 2010 a Ferroviária completou 60 anos de uma história cheia de alegrias, tristezas e muita visibilidade que fez com que a equipe se tornasse o maior cartão postal de Araraquara. Para celebrar as seis décadas de fundação do time, foi lançado o livro "Ferroviária em Campo", um levantamento estatístico de cunho histórico que traz informações obrigatórias para todos os amantes da Locomotiva.

O autor do trabalho é o araraquarense Vicente Henrique Baroffaldi, que assim como a maioria dos torcedores, teve sua paixão pelo time revelada na infância. "Nasci no dia 28 de julho de 1947. O amor pela Ferroviária começou no dia 15 de abril de 1959, aos 11 anos, quando meus pais me levaram à noite festiva que marcou a inauguração oficial dos refletores do estádio da Fonte. A Ferroviária enfrentou o Vasco da Gama e obteve um empate, 3 a 3. A partir do mês seguinte, com os jogos pelo Campeonato Paulista, nos quais a Ferroviária conseguiu 15 vitórias na Fonte, essa paixão se solidificou", relembra Baroffaldi.

Em sua publicação, o escritor faz questão de exaltar os trabalhos de pesquisas realizadas por outros dois amantes da equipe grená: o professor e jornalista Antonio Jorge Moreira, que publicou por vários anos no jornal O Imparcial a coluna "Tópicos do Passado da Ferroviária", e o médico dr. Luís Marcelo Inaco Cirino, autor do livro "Fonte Luminosa", lançado em 2004 pela Editora Pontes. "É meu primeiro livro e o que me motivou foi sentir que, apesar de existirem brilhantes trabalhos sobre a história da Ferroviária, havia espaço ainda para um enfoque que julgo inédito: o referente aos levantamentos estatísticos. A história em números", explica.

Todo o conteúdo do livro é apresentado de uma forma dinâmica, com tópicos curtos e objetivos, além de tabelas, análises rápidas e listagens de jogos oficiais e amistosos, não apenas no âmbito estadual, como também nacional e internacional. "A inclusão do livro nas redes sociais da internet resultou em um sucesso extraordinário. Há manifestações de pessoas dos mais diferentes pontos do país, gente que gostaria de saber mais a respeito da Ferroviária. E na medida do possível faremos chegar a essas pessoas o resultado do nosso trabalho. Assim iremos cumprindo a missão de propagar a história da agremiação grená de Araraquara", salienta Baroffaldi, que destaca que a publicação não está à venda em livrarias e por enquanto está sendo distribuída gratuitamente. As pessoas que se interessarem podem entrar em contato através do email ferroviariaemcampo@gmail.com.

Fatos marcantes

A publicação apresenta ao leitor todos as principais passagens da caminhada afeana em toda a sua história que teve início no dia 12 de abril de 1950. Cada torcedor tem em suas lembranças o momento que considera mais especial e, para Vicente Henrique Baroffaldi, o acontecimento mais marcante foi a participação afeana no Campeonato Brasileiro de 1983, quando a competição recebia o nome de Taça de Ouro. "Não foi uma mera participação, mas um desempenho fora do comum para um clube do interior. A Ferroviária obteve o primeiro lugar de seu grupo nas duas primeiras fases e venceu grandes clubes", salienta.

Mas nem só de momentos gloriosos vivem as equipes do futebol e com a Locomotiva não foi diferente. "Do ponto de vista negativo, o que mais me marcou foi a constatação, a certa altura, de que a Ferroviária já não tinha mais patrimônio, fruto de más administrações. Estádio, com enorme área física, sede social no centro da cidade, além de uma chácara no São Geraldo, simplesmente foram perdidos, lamentavelmente", analisa.

Autor
Vicente Henrique Baroffaldi, 63 anos, é formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas, da Federação das Faculdades Isoladas de Araraquara (FEFIARA), atual UNIARA. Foi, por 32 anos, funcionário do Serviço Especial de Saúde de Araraquara (SESA), da Faculdade de Saúde Pública da USP. Presidiu a Liga Araraquarense de Futebol (LAF) em 1980 e 1981. Integrou a Associação dos Cronistas Esportivos de Araraquara (ACEA). Militou na mídia esportiva da cidade, em diversos órgãos de comunicação. Foi diretor de divulgação da Comissão Central de Esportes de Araraquara (CCE), atual Fundesport. Atualmente aposentado, pesquisa o futebol, em especial a Ferroviária.
Carlos Andé Souza ( Jornal O Imparcial, Araraquara/SP)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Benfica

Cruz,Rita Ângelo,José Augusto,Raul Machado,Cavém,Coluna Humberto Fernandes
Santana,Iaúca,Torres,Eusébio,Serafim,Simões.

Esquadrão do Benfica, campeão do Ramon de Carranza de 1963.

BENFICA (POR) 7 X 3 FIORENTINA (ITA)
Data: 01/09/1963
Torneio Ramon de Carranza / Final
Gols: Hamrim 31, Torre 46, Serafim 72, Lojacono 75, Hamrim 76, Torres 82, Aet: Torre (2), Yauca, Eusebio
BENFICA: Rita; Cavem, Raúl, Cruz; Coluna, Humberto; José Augusto,
Eusebio, Santana (Torres), Serafím, Yauca.
FIORENTINA: Albertosi; Rubosi, Conciantoni, Caatelletti, Guarnezi,
Marchessí, Hamrim, Lojacono, Seminario, Maschi, Partu.

domingo, 24 de outubro de 2010

Nacional F.C.

Em pé: Massagista, Da Silva (Treinador), Lúcio, Jairo, Shell, Nonato, Paulinho Rodrigues e Alamir
Agachados: Marcinho, Cristiano, Joãozinho, Tepa e Baco.

Este é o grande esquadrão do Nacional, campeão mineiro da primeira divisão em 1982. A campanha foi marcada por bons e maus momentos, mais em função do grande equilíbrio entre os participantes do que de fraquezas da equipe. O título só foi assegurado após a vitória do XV, de Uberlândia sobre o Fluminense de Araguari, em partida adiada. A equipe nacionalista tinha como destaques o zagueiro Edson Shell, o atacante Cristiano e, principalmente, aquele que se tornaria um dos maiores médio volantes do futebol brasileiro em sua época, Paulinho Rodrigues, campeão brasileiro com o Bahia em 1988.

sábado, 9 de outubro de 2010

S.E.Palmeiras

1932

Em pé da esq.p/ dir.: Cabeli (téc.), Tunga, Nascimento, Gogliardo,
Loschiavo, Adolfo, Junqueira e o presidente Dante Delmanto.
Agachados: Avelino, Sandro, Romeu, Lara e Imparato.

Palmeiras Campeão!

A revolta constitucionalista de 1932, em que os paulistas se opuseram ao governo federal, paralisou o campeonato paulista por quatro meses, de julho a novembro. Por isso, foi disputado em apenas um turno. Isso facilitou a tarefa do Palestra, que venceu todos os adversários e realizou aquela que, ainda hoje, é a última "campanha perfeita"da história da competição.

Campanha: 11 jogos, 11 vitórias, 0 empates, 0 derrotas, 22 pontos.
48 gols pró e 8 gols contra.

Campeonato Paulista:

Colocação final: 1º lugar.

O jogo do título:

Palestra Itália 3 x 0 Portuguesa

Local: Rua Cesário Ramalho
Data: 20/11/1932
Juiz: Antônio Sotero de Mendonça
Gols: Avellino (25min) e Romeu (30min) no 1º tempo;
Romeu (10min) no 2º tempo.
Palestra Itália: Nascimento; Loschiavo e Junqueira; Tunga, Gogliardo e Adolfo;
Avellino, Romeu, Sandro, Lara e Imparato.
Portuguesa: Valdemar; Raposo e Machado; Pixo, Barros e Xaxá;
Teixeira, Dimas, Russinho, Pasqualino e Luna.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sporting CP

Em pé: Octávio Barrosa, Álvaro Cardoso, José Manuel Martins (Director), Kelly (???), Canário, Veríssimo, Manuel Marques (Massagista) e Azevedo.
Agachados: Manuel Marques, Jesus Correia, Vasques, Peyroteo, Travassos, e Albano.

Taça Latina / Final 1948/49 - Barcelona 2 x 1 Sporting

Taça Latina foi uma competição europeia de futebol, realizada entre 1949 e 1957, disputada pelos campeões de Portugal, Espanha, França e Itália. A competição teve um grande prestígio por ser a primeira competição internacional europeia que enfrentava os campeões dos países latinos. A Taça Latina disputou-se em cada ano em sedes ou locais diferentes, num dos quatro países representados. Um sorteio decidia os emparelhamentos das meias-finais. Os vencedores das semi-finais disputavam a final. Os derrotados disputavam o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares. A competição extinguiu-se em 1957 por força da consolidação da Taça dos Campeões Europeus, criada em 1955.

O Sporting esteve em 4 das 9 edições da Taça Latina: 48/49 - Finalista vencido; 50/51 - 4º Lugar; 51/52 - 4º Lugar; 52/53 - 3º Lugar. No ano em que o Sporting conquistou o Tetra-campeonato na época de 1953/54 esta competição não se realizou. O registo leonino durante as 4 presenças nesta competição resultou nos seguintes dados; 9 jogos - 2 vitórias - 1 empate - 6 derrotas - 21 golos marcados e 25 golos sofridos.

O melhor registo do Sporting foi precisamente na 1ª edição da Taça Latina, disputada em Madrid, o Sporting começou por ganhar ao Campeão Italiano, o Torino, que devido ao acidente aéreo que vitimou parte daquela grande equipa, uns meses antes, actuou desfalcado. Peyroteo, garantiu o jogo da final ao apontar os 3 golos da vitória, ficando o resultado final em 3-1.

Na Final, e jogando em casa, os Espanhóis do Barcelona não facilitaram, mesmo assim o Sporting nunca virou cara a luta, e já perto do final do jogo e com tudo para levar o jogo para prolongamento Jesus Correia de baliza aberta, falha uma incrível oportunidade. Azevedo foi considerado o homem do jogo por ter prolongado o mais que pôde a derrota leonina. Outro infortúnio nesta final foi Peyroteo ter jogado lesionado. Deixamos abaixo o onze titular dessa final.

BARCELONA 2 - SPORTING 1
Estádio Metropolitano (Madrid, Espanha - 3 de Julho de 1949
Arbitrado por "Idez" (França)
SPORTING: João Azevedo (GR), Octávio Barrosa, Juvenal Silva, Carlos Canário, Manuel Marques, Veríssimo, Jesus Correia, Vasques, Peyroteo, Travassos, Albano / Treinador: Cândido de Oliveira
Gol: Jesus Correia 22 min.