quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

E.C. XV de Novembro

Em pé: Pescuma, Proti, Virgílio, Chiquinho, o goleiro Badê e Dorival
Agachados: Nondas, Warner, Rodarte, Emílio e Sabino.

O E.C.XV de Novembro de Piracicaba foi fundado em 15 de Novembro de 1913 e tem sua se à Rua Silva Jardim nº 849 - CEP. 13.417-230. Manda os seus jogos no Estádio Barão da Serra Negra, de propriedade da prefeitura do Município de Piracicaba com capacidade de 25.000 expectadores.

Nelson Pescuma

Começou no São Paulo, jogou no XV de Piracicaba, foi vice-estadual pelo União em 66 e 69, e foi grande destaque como zagueiro do Coritiba em 1971, sendo dirigido por Tim.
O inesquecível Nelson Pescuma, que nasceu em 26/09/1945, deixou muitas saudades no União Bandeirante. O Gigante da zaga dos anos 60 foi ídolo também no Coritiba. No Clube paranaense, Pescuma fez 119 partidas oficiais, atuando de 1971 a 1973. Nestes anos de Alto da Glória, o zagueiro foi Campeão Paranaense em 1971,1972 e 1973,Campeão do Torneio do Povo 1973, Fita Azul pela Excursão de 1972 e Melhor zagueiro do Brasileiro 1971 (Bola de Prata – Placar).
Jogou também na Portuguesa de Desportos onde foi campeão estadual em título dividido com o Santos. Pescuma faleceu em 10/10/2006, vítima de câncer no fígado.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Associação Ferroviária de Esportes


Em pé: Fernando Sátiro, Fogueira, Getúlio, Mariani, Ticão, Bebeto Oliveira, Fernando Paolilo e Vail Mota
Agachados: Maurinho, Luiz Ernesto Lance, Cabinho, Bazani e Nei.

Esquadrão que disputou o Campeonato Paulista de 1970, sob a batuta do técnico Vail Mota.

O centroavante Cabinho, que já havia jogado no América, foi negociado com a Portuguesa. Lance acabou vendido ao Corinthians e o ponta-esquerda Nei fez sucesso defendendo o Palmeiras

Bazzani
"Ele é uma pessoa completa, de caráter. Um exemplo de dignidade que um ser humano pode ter. Eu não vejo minha vida sem sua presença". As palavras de Aparecida Castro Bazani, esposa do maior jogador que já vestiu a camisa da Associação Ferroviária de Esporte (AFE), podem ser transferidas para a relação entre Olivério Bazzani Filho e a Ferrinha. É contra qualquer lógica imaginar Bazzani sem Ferroviária, ou vice-versa.
Natural de Mirassol, Interior de São Paulo, o jovem Olivério participou dos últimos 50 anos de história da Ferroviária. Dos tempos áureos, aos momentos mais difíceis, em que o clube se afundava em dívidas, a figura de Bazzani era sempre constante no gramado da Fonte Luminosa. O ex-camisa 11 começou sua carreira no time infantil de sua cidade-natal. Estreou como ponta esquerda contra um time de várzea de São José do Rio Preto e o destino quis que o gol da vitória fosse dele.

O primeiro contato com a Ferroviária foi em 1951, no amistoso em que o seu time, o Mirassol, enfrentou a equipe de Araraquara. Em 1954, ‘Rabi', como é carinhosamente chamado em Araraquara, assinou o primeiro contrato profissional com a equipe grená e começou sua carreira vitoriosa na Ferrinha. Participou de campanhas inesquecíveis da Locomotiva: os títulos do Campeonato Paulista do Interior de 59, 60, 61 e 62; e a excursão para o exterior em 60 e 63.

Em 1962, Bazzani foi negociado com o Sport Club Corinthians Paulista. A transação foi considerada a maior do futebol paulista na época. Como diria o velho ditado: ‘o bom filho à casa retorna', Bazzani voltou a defender a camisa grená de Araraquara em 65.

"O Bazzani é uma verdadeira lenda na Ferroviária. Um cidadão acima de qualquer suspeita e de uma integridade enorme, tanto como homem ou jogador. Viajei todo o Brasil e, em todos os lugares, inclusive no exterior, o pessoal sempre comentava que o Bazzani levava uma imagem de um time organizado e de profissionais sérios liderados por ele", contou o jornalista e locutor esportivo Wilson Luiz.

O adeus de ‘Rabi' vestindo a camisa da Ferroviária foi em 1973. Na ocasião, Bazzani jogou somente o primeiro tempo da partida contra o Guarani, na Fonte Luminosa. Perguntado sobre o quê significa a Ferroviária em sua vida, o velho mestre não hesitou em falar: "Me sinto orgulhoso em ter vivido e lutado por este time. A gente trabalha a vida toda para ter o reconhecimento que eu tenho aqui dentro. A Ferroviária significa minha vida".

Bazzani faleceu no dia três de outubro de 2007, aos 72 anos. Bazzani sofria de câncer de próstata e lutava contra o Mal de Alzheimer há meses, o que deixou sua saúde bastante debilitada. O último ano foi de sofrimento para o ídolo da Ferroviária. Problemas de saúde o impediram de acompanhar a festa de inauguração do seu busto de bronze, em abril deste ano, localizado na entrada principal do estádio da Fonte Luminosa. No jogo de inauguração do busto, a Ferroviária goleou o Corinthians por 3 a 0, para felicidade de todos que acompanharam a vida do maior jogador da história da Ferroviária: Olivério Bazani Filho.

Por: Felipe Santilho e Emerson Bellini

http://www.ferroviariasa.com.br

S. C. Corinthians Paulista


Em pé: Jairo, Mauro, Luis Cláudio, Amaral, Caçapava e Romeu
Agachados: Píter, Biro-Biro, Palhinha, Sócrates e Wladimir

Crédito: http://www.forumtimao.com/

Corinthians campeão paulista de 1979, título decidido contra a Ponte Preta apenas no início de 1980. Esta foto foi tirada no dia 10 de fevereiro de 1980 quando o Timão bateu a macaca por 2 a 0, com gols de Sócrates e Palhinha. Foi o terceiro jogo decisivo entre as duas equipes.
João Justino Amaral dos Santos, o Amaral , ex-zagueiro do Guarani, Corinthians, Santos, América-MEX, Universidad Guadalajara-MEX e Seleção Brasileira. Nasceu em Campinas em 25 de dezembro de 1954.
Um dos zagueiros mais técnicos que o futebol brasleiro já produziu, Amaral viveu seu melhor momento defendendo o Guarani. No entanto, não fez parte do time campeão brasileiro de 1978, já que havia sido negociado com o Corinthians.
No alvinegro do Parque São Jorge, Amaral formou a chamada "muralha negra" ao lado do goleiro Jairo, do lateral-direito Zé Maria, do zagueiro Mauro, do lateral-esquerdo Wladimir e do volante Caçapava, todos jogadores negros.
Em 1979, ainda pelo Corinthians, foi campeão paulista no time que tinha a forte dupla de ataque Sócrates e Palhinha. Na final, o Corinthians, comandado por Jorge Vieira, derrotou a Ponte Preta, por 2 a 0, no Morumbi.
Amaral foi um herói na Copa de 1978. O Brasil não foi campeão naquele mundial, mas o zagueiro salvou duas bolas em cima da linha na partida contra a Espanha.
Amaral envergou a camisa corintiana em 133 jogos (65V, 40E, 28D) e marcou apenas um gol. Os dados constam no "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte.
Pela seleção, ele disputou 56 partidas, com 39 vitórias, 13 empates e quatro derrotas. Foi campeão do Torneio Bicentenário da Independência dos Estados Unidos, a Taça do Atlântico, a Copa Rio Branco e a Copa Roca, todos no ano de 1976. Seu último jogo com a camisa canarinho foi no dia 29 de junho de 1980, num Brasil 1 x 1 Polônia.

Fonte: http://www.miltonneves.com.br/

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Seleção Brasileira


Em pé: Vicente Feola (técnico), Djalma Santos, Zito,Belini, Nilton Santos, Orlando e Gilmar
Agachados:Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagalo e Paulo Amaral (Prep. Físico)

Crédito: http://adalbertoday.blogspot.com

Considerada por muitos críticos como a melhor equipe de futebol de todos os tempos, a Seleção Brasileira que conquistou a Copa do Mundo de 1958 chamava a atenção por ter os jogadores mais talentosos da época. Porém, para alguns dos que puderam acompanhar o Mundial da Suécia, a diferença estava em dois jogadores que começaram entre os reservas: Pelé e Garrincha.

Partida Final
A final foi disputada no Estádio Rassunda entre Brasil e Suécia em frente a um público de quase 50.000. O Brasil perde o sorteio e joga de azul, ambos os times tinham o uniforme nº 1 em amarelo. "Nós vamos vencer, vamos jogar com a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida" disse o dirigente da delegação brasileira Paulo Machado de Carvalho. Nem o gol sueco que inaugurou o placar abalou a equipe. Didi, o príncipe etíope, certamemte uma das peças mais importantes do time brasileiro, pegou a bola e foi calmamente andando com ela debaixo dos braços até o meio de campo, mostrando a tranquilidade e a certeza na vitória.
Resultado: uma partida excepcional que mesmo com a derrota por 5 a 2 em casa, a torcida sueca aplaudiu de pé os campeões do mundo. Pelé, Vavá, Zito, Mazzolla, Garrincha, Didi, Gilmar, Zagallo entre outros. Assim o Brasil sagrava-se pela primeira vez campeão mundial de futebol.
- Os gols foram marcados 2 por Vava, 2 por Pelé e 1 de Zagalo.
Depois o Brasil seria ainda campeão mundial mais quatro vezes: 1962-1970-1994-2002
Sumula da Final
BRASIL 5 X 2 SUÉCIA
Data: 29/6/1958
Copa do Mundo de 1958
Local: Raasunda Stadion / Estocolmo
Árbitro: Maurice Guigue (FRA).
Público: 51.800Gols: Liedholm 4, Vavá 9 e 32/1º; Pelé 10, Zagallo 23, Simonsson 35, Pelé 45/2º
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo / Técnico: Vicente Feola.
SUÉCIA: Karl Svensson; Bergmark, Axbom; Börjesson; Gustavsson, Parling; Hamrin, Gren, Simonsson, Liedholm, Skoglund / Técnico: George Raynor.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Coritiba F.C.,


Em pé: Gomes, Heraldo, Almir, Rafael Cammarota, André e Dida
Agachados: Lela, Marildo, Índio, Tóbi e Édson. O técnico era Ênio Andrade.

Crédito: http://brazilplanetsoccer.blogspot.com/

Em 1985 acontece a maior glória do Coritiba e do futebol paranaense até então. Desacreditada, a equipe comandada por Ênio Andrade suplanta os desafios e conquista o título brasileiro vencendo nos pênaltis o Bangu em pleno Maracanã.
Levaram também o torneio Maurício Fruet. No ano seguinte o time participa da Taça Libertadores da América com uma campanha discreta e é campeão paranaense.

Súmula da decisão

BANGU (RJ) 1 x 1 CORITIBA (PR)
Data: 31/07/1985
Campeonato Brasileiro
Local: Maracanã / Rio de Janeiro
Público: 91.257;
Árbitro: Romualdo Arppi Filho (SP)
Gols: Índio 25 e Lulinha 35/1º
Cartões Amarelos: Mário, Gomes, Dida e Rafael;
BANGU: Gilmar, Márcio, Jair, Oliveira e Baby; Israel, Lulinha (Gílson Gênio) e Mário;
Marinho, João Cláudio (Pingo) e Ado / Técnico: Moisés.
CORITIBA: Rafael, André, Gomes, Heraldo e Dida; Almir (Vavá),
Marildo (Marco Aurélio) e Tóbi; Lela, Índio e Édson /Técnico: Ênio Andrade
Obs: Decisão nos pênaltis: Bangu 5x6 Coritiba

Fontes:
http://brazilplanetsoccer.blogspot.com/ (texto)
http://www.sosumulas.blogspot.com/ (Súmula)

Santos F.C.

Crédito: http://www.semfrini.com/news7.html

Aílton Lira fez parte do primeiro time do Santos que ficou conhecido como "Meninos da Vila", quando conquistou o título do Campeonato Paulista de 1978, ao lado de Nílton Batata, Juary e João Paulo. Além disto, foi um dos melhores cobradores de falta que já passaram pelo futebol brasileiro e deixou gravado seu nome na história do futebol de São Paulo quando conquistou outro título estadual, em 1980, desta vez jogando pelo Tricolor do Morumbi.

Depois de deixar os gramados, em 1988, Lira iniciou sua carreira como técnico de futebol. O ex-jogador teve passagens por diversos times do interior de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Em times como União São João e Mogi Mirim, Aílton era responsável pelos garotos das equipes de base e, esporadicamente, acabava revelando algum jogador para a equipe principal.

Em outros clubes como Itumbiara-GO, Caldense-MG e Passos-MG, o ex-meia-esquerda comandou o elenco profissional, porém sem obter êxito. Depois de tantas voltas pelo Brasil, Aílton Lira, sem se desiludir com a carreira, voltou para o interior paulista.
Nome: Aílton Lira da Silva
Nascimento: 19 de fevereiro de 1951

Naturalidade: Araras-SP

Clubes em que atuou: Ponte Preta (67 a 72), Caldense-MG (72 a 76), Santos (76 a 79), São Paulo (1980), Al Nasser - Arábia Saudita (80 a 82), Guarani-SP (1982), União São João de Araras (1983), Comercial-SP (1983), Portuguesa Santista (84 e 85), Itumbiara-GO (86 e 87) e Guará-DF (1988)
Títulos conquistados: Bicampeão paulista; pelo Santos (1978) e pelo São Paulo (1980)

Por Leonardo Habib

Fonte: www.Gazeta Esportiva.Net

domingo, 21 de dezembro de 2008

América F.C. (MG)


Em pé: Wladimir (Prep. Físico), Santana (Treinador de Goleiros), Gilberto, Pintado, Júnior, Dênis, Gilberto Silva, Marcos Paulo, Taú, Ricardo, Milagres, Paulo César (Prep. Físico), Vanderley e Robson (Aux. Técnico).
Abaixados: Alberto, Júlio Verne, Valdo, Irênio, Tupãzinho, Celso, Rinaldo, Estevam, Boiadeiro e Sílvio (massagista) e o Técnico: Givanildo.
http://mundodocoelhao.wordpress.com/

Esquadrão mineiro vencedor do Campeonato Brasileiro de 1997 que ascendeu à primeira divisão em 1998 mas fazendo uma péssima campanha retornou para a Série B em 1999.
Grandes jogadores fazem presença neste esquadrão como Gilberto Silva, Campeão Mundial em 2002 e Marco Antonio Boiadeiro com presnça em grandes clubes brasileiros e os remanescentes de 1993 o goleiro Milagres e Taú.
Dados do Clube
Apelido: América Nome Real: América Futebol Clube Fundação: 30/04/1912 Endereço: Rua Mantena, 80 - Bairro Ouro Preto CEP:31310-430 - Belo Horizonte/MG Telefone: (31) 3427-1819 Estádio: Independência - Raimundo Sampaio (25.000) Uniforme: Listras verticais em verde e branco, preto, brancas Web Site: http://www.americamineiro.com.br/
Clube deca-campeão Mineiro de 1916 a 1925.