sábado, 27 de fevereiro de 2010

E.C. São Bento

Em pé: Julião, Odorico, Nestor, Paulinho,Ceci e Salvador
Agachados: Afonsinho, Cabralzinho, Picolé, Bazaninho e Paraná.

A Grande Final
Depois de 2 empates na melhor de 3 para decidir o Campeonato paulista da 2ª divisão de 1962, o dia 22 de fevereiro de 1963, daquela sexta-feira, véspera de carnaval ficaria marcada pra sempre na história do Esporte Clube São Bento de Sorocaba.
Cerca de 3.000 torcedores beneditinos foram a São Paulo incentivar o São Bento naquela decisão. Caravanas formadas por peruas, carros particulares e trens especiais que foram colocados pela EFS – Estrada de Ferro Sorocabana à disposição da torcida.

O arbitro Anacleto Pietrobom apita final do tempo normal, onde o empate em 1 a 1 persistiu no marcador.

Prorrogação
Iniciou-se a prorrogação e aos 12 minutos do primeiro tempo, Bazzaninho lança Paraná pela esquerda, o ponteiro entra em diagonal na área americana, passa por dois adversários e serve o centro avante Picolé que só teve o trabalho de empurrar a pelota para o fundo da meta do goleiro Reis. São Bento 2 a 1 e a inédita conquista, o Título de Campeão do Campeonato Paulista da Primeira Divisão de 1962 e conseqüentemente, seu primeiro acesso à Divisão Especial (A-1).

SÃO BENTO 2 × 1 AMÉRICA
Data: 22/02/1963
Campeonato Paulista da Primeira Divisão de 1962 / Decisão – 3º Jogo
Local: Estádio do Pacaembu São Paulo (SP)
Árbitro: Anacleto Pietrobom
Renda: Cr$ 5.371.850,00
Gols: Nestor e Picolé (São Bento), Dirceu (América)
SÃO BENTO: Valter; Julião, Odorico e Salvador; Nestor e Paulinho; Raimundo, Cabral, Picolé, Bazzaninho e Paraná /Técnico: Wilson Francisco Alves, o Capão
AMÉRICA: Reis; Murilo, Gutemberg e Ambrósio; Fogueira e Renatinho; Colada, Sapucaia, Valter, Cuca e Dirceu /Técnico: João Avelino, o 71
Obs: São Bento/ campeão do Campeonato Paulista da Primeira Divisão de 1962 e conseqüentemente, seu primeiro acesso à Divisão Especial (A-1).

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

C.R. Vasco da Gama

Em pé: Ferreira, Bouglêux, Pedro Paulo, Brito, Ananias e Jorge Luís
Agachados: Nado, Valfrido, Nei, Danilo Menezes e Silvinho

Esquadrão vascaíno de 1968

sábado, 20 de fevereiro de 2010

C. A. Newell's Old Boys

1941
Em pé: Honores, Reynoso, Gilli, Sobrero, Carlucci e Perucca.
Agachados: Belém, Cantelli, Pontoni, Horosano e Gayol.

O Club Atlético Newell's Old Boys, ou simplesmente Newell's Old Boys, é um clube argentino de futebol da cidade de Rosário. Disputa o Clássico de Rosário enfrentando ao Rosario Central, sendo esse um dos maiores clássicos da Argentina. Fundado em 1903. foi nomeado por ex-pupilos do English High School of Rosario, em homenagem ao seu diretor e técnico de futebol, o imigrante inglês Isaac Newell. As cores do time são preto e vermelho, das bandeiras da Grã-Bretanha e Alemanha (Isaac Newell era inglês e sua esposa alemã).

Seu estádio é o "El Colosso del Parque" que tem capacidade para 38 mil pessoas

Ídolos
Seus ídolos históricos mais conhecidos saõ: Gerardo Martino, Marcelo Bielsa, Gabriel Batistuta, Abel Balbo, Américo Gallego, Jorge Valdano, Ariel Arnaldo Ortega, Gabriel Heinze, Roberto Sensini, Maximiliano Rodríguez e Lionel Messi, entre outros.

Títulos
Quanto a títulos o Newell's deve um pouco para os outros times, visto que só temos 5 campeonatos argentinos (1974, 87/88, 91, 92, 04) e dois vices da Libertadores (88 e 92).

domingo, 14 de fevereiro de 2010

C.E.Dom Bosco

Em pé: Galli, Cao, Gaguinho, Pereira, Éder, Bota e massagista Mendonça
Agachados: Wilsinho, Magela, Djalma, Fidélis e Pelego
Dom Bosco em 1975

Apelido: Dom Bosco
Nome Real:Clube Esportivo Dom Bosco
Fundação: 04.01.1925
Endereço: Rua Diogo Domingos Ferreira 145
CEP:78010-210 - Cuiabá/MT
Telefone: (65) 3623-5138
Estádio: José Frageli "Verdão" (48.000)
Uniforme: Azul-celeste, branco, brancas

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

SC Covilhã

Em pé: Paulo Roberto, Marcelino, Bábá, João Gouveia, Santos e Celso Maciel;
Agachados: Pocho, Jorge Coutinho, Craveiro, Joanito e Carlos Alberto.

Em 1986/1987, o Sporting Clube da Covilhã venceu a Zona Centro da 2ª Divisão, garantindo o regresso ao escalão maior do futebol português. O serranos totalizaram 45 pontos, resultantes de 18 vitórias, 9 empates e 3 derrotas, conseguindo uma distância confortável para os mais directos perseguidores: Feirense, com 37 pontos, Estarreja e Beira-Mar, ambos com 34 pontos.
Além da subida de escalão, o Sporting da Covilhã conquistou também o título de campeão nacional da 2ª divisão, somando 5 pontos na fase final disputada com Vitória de Setúbal (vencedor da Zona Sul) e Sporting de Espinho (vencedor da Zona Norte), registando os seguintes resultados:

Vitória FC 0 SC Covilhã 1
SC Espinho 2 SC Covilhã 0
SC Covilhã 3 Vitória FC 3
SC Covilhã 1 SC Espinho 0

Na Taça de Portugal, os covilhanenses começaram por eliminar o Vitória de Lisboa (2-1 em casa), seguindo-se o Vieira (1-0 fora) e o Atlético do Cacém (2-2 fora e 2-1 em casa no jogo de desempate), sendo depois eliminados nos Oitavos de Final pelo FC Porto (0-2 em casa).

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

C.R.Flamengo


No dia 03 de Dezembro de 1978,num domingo, Flamengo e Vasco da Gama jogaram no Estádio do Maracanã pelo Campeonato Carioca e o time da Gávea levou a melhor ganhando por 1 tento a 0 com gol do Deus da Raça Rondinelli e conquistando o título estadual.

O Jogo
FLAMENGO (RJ) 1 X 0 VASCO DA GAMA (RJ)
Data : 03/12/1978
Campeonato Estadual
Local : Estádio Do Maracanã / Rio De Janeiro
Arbitro : José Roberto Wright
Público : 120.433
Gol : Rondinelli 42/2º
FLAMENGO: Cantarelli, Toninho, Rondinelli, Manguito, Júnior, Carpeggiani, Adílio, Zico, Marcinho, Tita (Alberto) e Cléber (Eli Carlos) / Técnico : Cláudio Coutinho
VASCO DA GAMA: Leão, Orlando, Abel, Gaúcho, Marco Antônio, Helinho, Guina, Paulo Roberto, Wilsinho (Paulo César), Roberto Dinamite e Ramon (Paulinho) / Técnico : Orlando Fantoni
Expulsão : Guina (Vasco) e Zico (Flamengo)

O Craque: Rondinelli
Rondinelli chegou ao Flamengo em 1974 e, após dois anos disputando posição, firmou-se como titular absoluto. Rondinelli era um zagueiro vigoroso, que não dava moleza para os adversários e estava disposto a fazer o possível e o impossível para evitar gols dos rivais. Zagueiro aguerrido, não existia bola perdida para Rondinelli, que, segundo Zico, foi o único jogador que ele viu dividir uma bola com cabeça. Tal fato aconteceu durante um Fla-Flu, quando Rondinelli usou a própria cabeça para retirar uma bola dos pés de Rivelino.

Porém, foi somente em 1978 que o nome de Rondinelli entrou definitivamente para história do clube. Na final do Campeonato Carioca contra o Vasco, em uma cobrança de escanteio a favor do Flamengo, aos 41 minutos do 2ºtempo, o zagueiro deu um pique do meio-de-campo até a área adversária e, com uma cabeçada que mais parecia um chute, marcou o gol do título rubro-negro.

Daí por diante, o jogador passou à condição de ídolo da torcida rubro-negra, que o imortalizou com o apelido de Deus da Raça. Depois do Flamengo, Rondinelli teve passagens discretas pelo Corinthians e Vasco e, em 1983, encerrou sua carreira no Bonsucesso.

Atualmente, o zagueiro vive em sua cidade natal, e faz questão de expressar seu amor pelo Clube também fora de campo: "Quando comecei a jogar pelo Flamengo, aprendi logo que quem veste essa camisa tem de motrar garra e amor à torcida, não importa a qualidade de seu futebol. Caso contrário, é melhor ir embora".

Dados de Rondinelli
Nome Completo: Antonio José Rondinelli Tobias
Dia do Nascimento: 26 de Junho de 1955
Nascimento: São José do Rio Pardo (SP)
Posição: Zagueiro
Número de Partidas pelo Flamengo: 406
Número de Gols: 12

Histórico
Anos Time
1971-1981 Flamengo
1982 Corinthians
1982 Vasco
1982-1983 Bonsucesso

Títulos
Flamengo
Campeonato Carioca: 1974, 1978, 1979, 1979 (Especial)
Taça Guanabara: 1978, 1979, 1980
Troféu Ramón de Carranza: 1979, 1980
Campeonato Brasileiro: 1980

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

São Paulo F.C.

1978
Em pé: Waldir Peres, Airton, Getúlio, Chicão, Marião e Bezerra
Agachados: Edu Bala, Teodoro, Serginho Chulapa, Dario Pereyra e Zé Sérgio.

Alfonso Darío Pereyra Bueno, começou sua carreira explêndida no Nacional de Montevidéu (Uruguai), com um futebol fora do normal, arrebentou, jogou o fino da bola, com uma qualidade extraordinária, o então meia armador do time do Nacional, foi convocado para a seleção uruguaia, um ano depois ele era titular absoluto e capitão da Celeste Olímpica.

Darío era um jogador aplicado taticamente, que se dedicava e fazia tudo com perfeição, ídolo da torcida do Nacional, por sua força física aliada a sua tecnica soberana, o jogador era conhecido por sua garra, raça e entrega dentro de campo. Tanta qualidade chamou atenção do SPFC, que fez o possível para a contratar essa jóia rara, mas se você acha que foi uma negociação tranquila, se enganou redondamente, demorou simplesmente um ano e meio (é isso mesmo, você não leu errado) para o jogador ser anunciado pelo time paulistano. Para convencer a Diretoria do time Uruguaio, a diretoria tricolor deve que dar uma boa limpada no cofre, afinal o preço pelo craque foram incríves 5 milhões de Cruzeiros, uma valor astronômico na época, tanto que foi a segunda contratação mais cara da história do futebol brasileiro naquela época.

Darío chegou ao tricolor no dia 17 de Outubro de 1977, foi recebido com festa no aeroporto de congonhas, mas quase deixou o tricolor em dezembro, pois o Real Madrid veio com um caminhão de dinheiro para levar o uruguaio, mas o jogador não foi por não ter vontade de jogar na Espanha.

Todos confiavam que seria uma sensacional contratação, pois o Uruguai já tinha nos cedido um meia de qualidade inquestionável, Pedro Rocha, a expectativa era enorme, sua estréia com o manto tricolor foi no dia em 11 de dezembro, contra o Internacional, em pleno Beira Rio, o São Paulo passou o carro no Inter por 4 a 1, O uruguaio deixou uma impressão excelente, não só pela sua atuação dentro de campo, mas também pelo seu comportamento no primeiro tempo, quando ainda estava no banco de reservas. Quando Teodoro abriu o placar, tanto o árbitro como o bandeirinha demoraram para apitar o gol, o que gerou uma breve tensão no banco são-paulino, quebrada rapidamente pelos berros de Darío: “Fue gol! Qué pasa? Nadie grita gol aquí? Fue gol! Goooool!.

Mas seu primeiro ano no tricolor não foi tão bom quanto os são paulinos esperavam, alem de não render muito bem na armação, quando jogava de volante tambem não ia bem, Darío teve uma sequência de contusões, que o prejudicou nos primeiros anos, mas a torcida tricolor foi paciente (bons tempos aquele que a torcida era paciente) pois já tinha visto um filme bem parecido com o de Darío: Pedro Rocha passou pelo mesmo problema, e arregaçou depois.

Darío chegou ao São Paulo em 1977 e logo em seu primeiro ano de futebol nacional conquistou um título importante: o Brasileirão (o São Paulo venceu o Atlético Mineiro, nos pênaltis, por 3 a 2, no Mineirão).

A consagração como zagueiro aconteceu em 1980, quando o então tecnico Carlos Alberto Silva, precisou improvisar Darío Pereyra na zaga, pois o time estava desfalcado, o jogo contra a Ponte Preta, a imprensa na época se assustou, mas o tecnico tricolor saibia o que estava fazendo, pois o jogador jogou algumas partidas como zagueiro na seleção Uruguaia e no Nacional; resultado da improviso? Dario foi um dos melhores em campo e foi ficando, ficando, ficando na zaga e se tornou o monstro sagrado que todos apladem até hoje. Ah, só pra constar, o tricolor foi campeão paulista de 1980.

Dario Pereyra formou uma dupla de zaga, que é uma das mais lembradas na história do São Paulo, Dario junto com Oscar, foram ovacionados por torcedores, imprensa e historiadores do futebol, por ter muita classe, precisão e qualidade.

O craque uruguaio jogou até 1988, depois rodou por Flamengo, Palmeiras e finalizou sua carreira em 1992 no time japones Gamba Osaka que na época se chamava Matsushita Eletronic; não podemos esquecer que o zagueiro Uruguaio jogou uma copa do mundo em 1986 no México.

Clubes
Nacional do Uruguai: 1975-1977
São Paulo: 1977-1988 (451 jogos, 38 gols)
Flamengo: 1988 (12 jogos, 0 gol)
Palmeiras: 1989 (32 jogos, 1 gol)
Matsushita Electronic atual Gambá Osaka do Japão: 1990-1992

Títulos
Campeonato Uruguaio: 1976
Campeonato Brasileiro: 1977 e 1986
Campeonato Paulista: 1980, 1981, 1985 e 1987
Matsushita Electronic - JAP
Copa do Imperador: 1990