quinta-feira, 7 de maio de 2009

São Paulo F.C.

Em pé: Jurandir, Sérgio, Gilberto, Arlindo, Édson e Forlan. Abaixados: Terto, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Gérson e Paraná.
Crédito: http://spfcpedia.biz/equipes-postadas/postados-ano-a-ano.htm

Forte esquadrão do São Paulo campeão paulista de 1971 recheados de grandes jogadores com destaques para o Tricampeão Mundial de 1970, Gerson, os uruguaio Pedro Rocha e Forlan e o atacante Toninho Guerreiro com passagem vitorisa pelo Santos de Pelé.

Toninho Guerreiro
Seguindo o que seu pai aconselhava e o que os seus instintos diziam, Toninho não teve outra opção a não ser partir para a carreira de jogador, contrariando sua mãe, que sonhava em vê-lo trabalhando na Companhia Paulista Ferroviária de Bauru. E ele fez bem. Com uma técnica refinada, um raro talento de goleador, um físico avantajado e muita sorte, Toninho foi, rapidamente, vendo que sua escolha não poderia ter sido outra.

Garimpado por um caçador de craques de Bauru, Toninho foi encaminhado para atuar pelo profissional do Noroeste com apenas 17 anos. Na estréia, entrou no lugar do centro avante contundido e fez o único gol na derrota de 4x1 diante do Comercial de Ribeirão Preto. Aprovado, foi pressionado pelos dirigentes a assinar um contrato de profissional. Artur, seu pai e grande conselheiro, não quis. Acreditando no talento do filho, tentou levá-lo para o Santos. Chegando lá encontrou Pelé, Coutinho e Pagão pela frente e se assustou. Em três meses estava de volta ao Noroeste.

Mas o predestinado Toninho parecia ter seu caminho traçado. No primeiro campeonato paulista que disputou pelo Noroeste foi um dos principais artilheiros com 17 gols. Desta forma, já mais acreditado, voltou a Vila Belmiro para ficar. E ganhou sua primeira oportunidade no time dos sonhos de seu pai. Jogando ao lado de Pelé foi campeão paulista de 1964 e 1965. No ano seguinte, quebrou a hegemonia de Pelé e se tornou o artilheiro do paulistão com 24 gols.

Campeão paulista em 1969, Toninho resolveu deixar o Santos e se transferiu para o São Paulo. Em 1970 foi campeão paulista e artilheiro. No ano seguinte conquistou seu quinto titulo de campeão paulista consecutivo. Feito inigualável até os dias de hoje . Com 31 anos de idade deixou o São Paulo e teve breves passagens pelo Flamengo e Operário de Mato Grosso do Sul. Encerrou sua carreira em 1974.
Nome: Antônio Ferreira
Data de nascimento: 10 de agosto de 1942
Faleceu em 26 de janeiro de 1990
Posição: centroavante

Clubes
Noroeste (1960 a 1962 e 1975)
Santos (1962 a 1969)
São Paulo (1970 a 1973)
Flamengo (1974)
Seleção Brasileira – 1 jogo e 1 gol

Títulos
Campeonato Paulista – 1962, 1964, 1965, 1967, 1968 e 1969 – Santos
Taça Brasil – 1962, 1963, 1964 e 1965 – Santos
Taça Libertadores da América – 1962 e 1963 – Santos
Mundial de Clubes – 1962 e 1963 – Santos
Torneio Rio - São Paulo – 1964 e 1966 – Santos
Torneio Roberto Gomes Pedrosa – 1968 – Santos
Campeonato Paulista – 1970 e 1971 – São Paulo


Fonte: www.idolosdofutebol.blogspot.com

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Maranhão A.C.


Em pé: Oliveira, Lima, Magu, Marlon, Carlinhos e Raimundo.
Agachados: Léo, Reginaldo, Jackson, Dindô, Alvaro e Zé Roberto.
Crédito: Revista Placar

Esquadrão do Maranhão bi campeão estdadual de 1993/1994.
Nome: Maranhão A.C.
Cidade: São Luís
Estado: Maranhão
Estádio: Castelão
Endereço Avenida 7 s/n Parque Valério Coharserma / São Luís (MA)
CEP: 65070-220Tel: (98) 2463131
Data de Fundação : 24/09/1932.
Títulos
Campeonato Maranhense: 1937, 1939, 1941, 1943, 1951, 1963, 1969, 1970, 1979, 1993, 1994, 1995,1999,2007

S.E. Palmeiras


Da esquerda para a direita: Oberdan Cattani, Túlio Affini, Turcão, Caieira, Waldemar Fiúme, Zezé Procópio, Oswaldinho, Lula, Arturzinho, Lima e Canhotinho
Crédito: http://www.diarioweb.com.br/

Esquadrão doPalmeiras que faturou o título paulista de 1947

Túlio Affini
Contando com um grande esquadrão, em 1951, o Plmeiras conquistou as cinco coroas - torneio início do Paulistão, Taça Cidade de São Paulo, Paulistão, Torneio Roberto Gomes Pedrosa (equivalente ao Brasileirão de hoje) e a Copa Rio, que os palmeirenses têm como o primeiro mundial interclubes. E todas essas façanhas contaram com a contribuição de Artur Affini, o Túlio, nascido em Cravinhos no dia 17 de junho de 1920, mas radicado em Rio Preto. Túlio ganhou o apelido dentro da família e aos 4 anos de idade mudou-se para Rio Preto. Começou a jogar como alfo-direito (lateral) no juvenil do Turinense, depois foi para o Brasileiro. Em 1940, já como centromédio (volante), foi campeão regional pelo Palestra e no ano seguinte transferiu-se para a Favorita, de Barretos. Atuou ainda na Ponte Preta, de Campinas, antes de chegar ao Jabaquara, de Santos, que na época integrava a Divisão Especial (Paulistão). No Jabuca, ele permaneceu até o final de 1944. “Palmeirense fanático, o alfaiate Orlando Rosseli, de Rio Preto, mandou uma carta de recomendação aos dirigentes palestrinos, que se interessaram e pagaram 70 mil Réis pelo passe dele”, conta Eteocles Affini, o Riri, irmão de Túlio. “O Filpo Nuñez (treinador) chamou Túlio e lhe disse: ‘quita la pelota’, para que ele aprendesse a roubar a bola do adversário”, acrescenta.

Túlio assimilou bem os ensinamentos do mestre e se destacou neste quesito. Um jogo inesquecível ocorreu em 1945, no empate de 1 a 1 com o São Paulo. Ele marcou, de cabeça, o gol palmeirense e depois fez um contra para o Tricolor. O volante foi campeão da Taça Cidade de São Paulo e do Paulistão de 1947, ano em que foi convocado pela Seleção Brasileira, mas não entrou em nenhuma partida da Copa Rocca. Também atuou na seleção paulista. Em 1950, o Palmeiras o emprestou ao Nacional, da Capital. Retornando, ajudou o clube a conquistar as cinco coroas. A mais emocionante delas a Copa Rio (o Mundial, que o Alviverde reivindica até hoje junto à Fifa). Na Chave Paulista estavam Palmeiras, Juventus da Itália, Estrela Vermelha da Iugoslávia e Olympique de Nice da França. Vasco, Nacional do Uruguai, Áustria Viena e Sporting de Portugal integraram o Grupo Carioca. Túlio não foi escalado na primeira fase nas vitórias contra o Olympique (3 a 0) e Estrela Vermelha (2 a 1) e na vexatória derrota por 4 a 0 para a Juventus. Como segundo colocado da chave, na semifinal o Palmeiras enfrentou o Vasco, líder do outro grupo, em dois jogos no Maracanã. No primeiro, o Verdão surpreendeu e fez 2 a 1. Túlio entrou no transcurso da partida no lugar de Waldemar Fiúme. No segundo duelo, com Túlio como titular, houve empate sem gols.

Na outra semifinal, a Juventus eliminou o Áustria Viena (3 x 3 e 3 x 1, respectivamente). Decisão entre Palmeiras e Juventus em uma série melhor de dois confrontos, ambos no Maracanã. Túlio foi titular na vitória de 1 a 0, gol de Rodrigues, na quarta-feira 18 de julho de 1951, e também no empate de 2 a 2, no domingo 22 de julho, resultado que garantiu o título ao Alviverde. Entre 1945 e 1952, Túlio disputou 224 jogos pelo Verdão, com 123 vitórias, 51 empates e 50 derrotas, marcando cinco gols. Túlio deixou o Palmeiras em maio de 1953, transferindo-se para o XV de Jaú. “Jogou seis meses no XV sem ganhar um tostão. Dois anos depois um advogado entrou na Justiça e o Túlio conseguiu receber”, descreve Eteocles Affini. Em janeiro de 1954, Túlio veio para o América, participando de poucos jogos amistosos. Pendurou a chuteira e tentou a sorte como técnico, porém não vingou. “Ele não tinha vocação para ser treinador”, comenta Eteocles. Começou a trabalhar como representante comercial do laboratório industrial francês chamado Steg. “Nesta época, inclusive, ele recusou uma proposta da Ferroviária”, afirma o irmão. Túlio era casado com Nelza Affini e morreu em maio de 1989, vítima de infarto, quando se recuperava de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). A mulher dele faleceu em 2001. Wagner, filho do casal, mora em Araraquara. A outra filha, Neusa, que era médica, morreu vítima de câncer em 2002.

Fonte: http://www.diarioweb.com.br/

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Galatasaray S.K.

Em pé: Cláudio Taffarel, Carlos Capone, Gheorghe Popescu, Umit Davala, Bulent Korkmaz e Hakan Sükur.
Agachados: Okan Buruk, Gheorghe Hagi, Suat Kaya, Arif Erdem e Ergun Penbe.

Crédito:http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:15

Esquadrão do Galatasaray da Turquia, campeão da copa UEFA de 2000 contando em seu elenco
com o goleiro Cláudio Taffarel, campeão da Copa do Mundo de 1994 pela Seleção Brasileira.

O Primeiro clube turco a conquistar o título da copa UEFA batendo o também ótimo time do Arsenal por 4x1 nas penalidades após empate no tempo normal e extra. Uma conquista histórica no dia 17 de maio de 2000, no Parken Stadium em Copenhagen, Dinamarca.
Depois de empates no tempo normal e extra, o jogo seria decido na cobrança de pênaltis. E no gol turco estava um especialista em defesas de penalidades, Taffarel ídolo de muitos goleiros brazucas que anos antes de ir para o Galatasaray mostrava ao mundo que sua “baixa estatura” não o impedia de voar nas bolas, e ajudar a seleção Brasileira a conquistar a copa de 94 depois de uma fila de mais de 20 anos, e ajudar a mesma seleção a desclassificar a Holanda na copa de 1998. E foi com um currículo invejável que Taffarel mostrou ao croata Suker que mesmo mais experiente ele ainda era o bom e velho Taffarel, e segurou do seu lado esquerdo a cobrança do Croata.

10.000 turcos que estavam no estádio pularam de alegria com a defesa do Brazuca, e com os erros do adversário comemoraram o tão sonhado título. Além desses muitos torcedores turcos, 170 deputados e 7 ministros turcos acompanharam a heróica vitória do Galatasaray, além de mais de 100 membros da impressa testemunharam a grande conquista do Galatasaray. Depois da vitória, várias autoridades turcas felicitaram os jogadores pela conquista que se expandia por toda Europa, e principalmente pelos rivais do Arsenal. Autoridades turcas diziam que a vitória era muito importante não só para os torcedores do clube, mas para a nação turca que sofreu muito com terremotos no ano anterior. Segundo Fatih Terim “Muitos povos sofreram tragédias no terremoto na Turquia o ano passado e se esta vitória trouxesse alguma felicidade para trás em suas vidas, estou feliz assim como todos os jogadores, que sabem que deram felicidades ao sofrido povo turco”. Assim como os turcos a Europa deu ênfase ao título turco, e vários meios da impressa deram cobertura grande ao sucesso proeminente do Galatasaray nas finais da UEFA. A agência de notícias Reuters escreveu “Galatasaray carregou a copa para seu museu”. Os Britânicos da BBC elogiaram Taffarel, Sükur, Ümit, Arif, Hagi e Popescu e escolheu Taffarel como o melhor jogador da partida, e não era para menos, Cláudio fechou o gol turco.

Os Alemães da ARD disseram “Galatasaray mereceu a copa da UEFA” Esse foi o histórico Galatasaray de 2000, um time recheado de estrelas mundiais como o excelente goleiro Taffarel, os romenos Popescu e Hagi (que jogaram muito no mundial de 1994, levando a Romênia a bater Argentina de Maradona e Batistuta, Hagi tinha uma perna mágica, grande maestro Romeno, e no time turco, ambos sendo protegidos por Popescu), e o turco Sükur, autor do gol mais rápido em mundial, feito em 2002.

Dados do clube
Nome: Galatasaray Spor Kulübü (Galatasaray Sports Club)
Apelido: Aslanlar ( Leões ) e Cimbom
Data de fundação: 1905
Localização: Hasnun Galip Sok, Nº: 7/9 - Beyoğlu – Istanbu
Estádio: Ali Sami Yen
Maior artilheiro: Hakan Sukur (278 gols)

Principais títulos
Campeonato turco: 1962, 1963, 1969, 1971, 1972, 1973, 1987, 1988, 1993, 1994, 1997, 1998, 1999, 2000, 2002 e 2006. (16)
Copa da Turquia: 1963, 1964, 1965, 1966, 1973, 1976, 1982, 1985, 1991, 1993, 1994, 1995, 1999, 2000, 2001 e 2005 (16)
Copa da Uefa: 1999/2000
Recopa Européia: 2000


Fontes
http://fotolog.terra.com.br/retratonaparede:15
http://esporte.hsw.uol.com.br/galatasaray.htm

S.C. Moçamedes Angola


Em pé: José Pedro Bauleth, José Costa (Caála), João Sobral, Jacinto de Sousa Velim, Lico Raúl de Sousa e Carlos Maria Inácio.
Agachados: Adriano Nascimento Jr. José Honorato, João Pinto, Mário Frota Tendinha, Carlos Lopes de Oliveira (Carlitos)
Crédito: http://www.flickr.com/photos/mocamedes_desporto/427676179/

Esquadrão campeão de 1951 a 1954

C.R. Vasco da Gama

Em pé: Oncinha, Figliola, Rubens, Alfredo II, Sampaio e Argemiro
Agachados: Djalma, Lelé, Isaías, Jair e Chico.

Esquadrão do Vasco da Gama campeão do Torneio Ínicio de 1944 derrotando o Flamengo na final. Com a entrada depois de alguns jogadores estava formado o imbatível Expresso da Vitória que deteve a hegemonia no futebol carioca por alguns anos e servia de base para a Seleção Brasileira.
O Gigante da Colina estava mesmo impossível no começo da temporada de 1944. Uma semana depois de levantar o título de campeão do Torneio Relâmpago, na disputa do tradicional Torneio Início, a equipe de São Januário adicionava mais uma taça à sua sala de troféus. Jogando em seu estádio, o Almirante passou por Bangu e Madureira, até chegar à finalíssima novamente diante do time da Gávea. Curiosamente, foi o mesmo Rubro-negro o time batido por goleada (5 x 2) no domingo anterior, no jogo que definiu o Relâmpago.

Enfrentando os Mulatinhos Rosados banguenses na 1ª rodada, os vascaínos massacraram os adversários, metendo 5 a 0 nos vinte minutos jogados, o que deu uma média de um gol a cada quatro minutos de bola rolando. Lelé foi o autor de dois gols, completando o placar Chico, Isaías e Djalma. Na rodada seguinte, já na semifinal do torneio, o inimigo seria o Madureira, que já havia eliminado Bonsucesso e Fluminense. Não foi surpresa, então, o que foi visto: o confronto com o Tricolor Suburbano acabou sendo o mais difícil daquela tarde. Nos vinte minutos regulamentares, 0 a 0, sem sequer um escanteio para desempatar a peleja. Na primeira prorrogação de dez minutos, a igualdade absoluta permaneceu. Somente no segundo prolongamento – mais dez minutos –, Ápio, zagueiro do Madura, foi infeliz em um corte e acabou cedendo o córner que decidiu a partida.

Na decisão do Início, o Vasco estaria enfrentando o grande rival Flamengo, que havia já eliminado Botafogo e América da competição. Na primeira meia hora de jogo, Chico abriu o marcador, mas Floriano empatou. Na etapa derradeira, Jair pôs o time cruzmaltino novamente em vantagem e Isaías, em uma arrancada de mais de 40 metros, selou a vitória, colocando ponto final no placar. Club de Regatas Vasco da Gama campeão! Olha o Expresso chegando...

VASCO DA GAMA (RJ)3 X 1 FLAMENGO (RJ)
Data: 26/03/1944
Local: Estádio São Januário
Hora: 16h55min
Renda: CR$ 55.086,90
Público: 10 mil (aproximadamente)
Árbitro: Belgrano dos Santos
Gols: Chico-VAS e Floriano no 1º tempo; Jair-VAS e Isaías-VAS no 2º tempo.
VASCO DA GAMA: Oncinha, Rubens, Sampaio; Alfredo II, Figliola, Argemiro; Djalma, Lelé, Isaias, Jair e Chico. Técnico: Ondino Viera.
FLAMENGO: Jurandyr, Pedrinho, Artigas; Caxambu, Bria, David; Lupércio, Floriano, Pirillo, Perácio e Jarbas. Técnico: Flavio Costa.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Central S.C

Da esquerda para a direita: Pedro, Alemão, Joaquim, Mário Matos, Zé de Nane, Heleno, Trajano, Edmilson, Tutu, Zuza, Otoniel e Zago. Técnico, Jaime Guimarães.

Esquadrão do Central de Caruaru no Campeonato Pernambucano de 1937.

O Central disputou pela primeira vez o Campeonato Pernambucano em 1937, mas não participou no ano seguinte. O comendador José Victor de Albuquerque, uma espécie de mecenas do clube caruaruense, achou que a Patativa era muito prejudicada pelas arbitragens, e tirou o time. Literalmente.

Os resultados dos centralinos, ou centralistas, foram : 1º turno: Central 1 x 2 Flamengo, Santa Cruz 4 x 3 Central, Central 2 x 5 Tramways, Great Western 4 x 7 Central, América 1 x 2 Central, Central 3 x 3 Íris, Náutico 2 x 1 Central, Sport 4 x 2 Central. 2º turno: Central 5 x 2 América, Íris 0 x 6 Central, Great Western 1 x 5 Central, Central 3 x 2 Flamengo, Central 1 x 3 Náutico, Sport WO Central, Central 3 x 4 Santa Cruz. Em 15 jogos foram 6 vitórias, 1 empate e 7 derrotas, e um jogo perdido por WO.

Destes times já não existem o Flamengo e o Tramways. O Great Western transformou-se em Clube Ferroviário do Recife.

Fonte:http://blog.cacellain.com.br/