segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Benfica

Cruz,Rita Ângelo,José Augusto,Raul Machado,Cavém,Coluna Humberto Fernandes
Santana,Iaúca,Torres,Eusébio,Serafim,Simões.

Esquadrão do Benfica, campeão do Ramon de Carranza de 1963.

BENFICA (POR) 7 X 3 FIORENTINA (ITA)
Data: 01/09/1963
Torneio Ramon de Carranza / Final
Gols: Hamrim 31, Torre 46, Serafim 72, Lojacono 75, Hamrim 76, Torres 82, Aet: Torre (2), Yauca, Eusebio
BENFICA: Rita; Cavem, Raúl, Cruz; Coluna, Humberto; José Augusto,
Eusebio, Santana (Torres), Serafím, Yauca.
FIORENTINA: Albertosi; Rubosi, Conciantoni, Caatelletti, Guarnezi,
Marchessí, Hamrim, Lojacono, Seminario, Maschi, Partu.

domingo, 24 de outubro de 2010

Nacional F.C.

Em pé: Massagista, Da Silva (Treinador), Lúcio, Jairo, Shell, Nonato, Paulinho Rodrigues e Alamir
Agachados: Marcinho, Cristiano, Joãozinho, Tepa e Baco.

Este é o grande esquadrão do Nacional, campeão mineiro da primeira divisão em 1982. A campanha foi marcada por bons e maus momentos, mais em função do grande equilíbrio entre os participantes do que de fraquezas da equipe. O título só foi assegurado após a vitória do XV, de Uberlândia sobre o Fluminense de Araguari, em partida adiada. A equipe nacionalista tinha como destaques o zagueiro Edson Shell, o atacante Cristiano e, principalmente, aquele que se tornaria um dos maiores médio volantes do futebol brasileiro em sua época, Paulinho Rodrigues, campeão brasileiro com o Bahia em 1988.

sábado, 9 de outubro de 2010

S.E.Palmeiras

1932

Em pé da esq.p/ dir.: Cabeli (téc.), Tunga, Nascimento, Gogliardo,
Loschiavo, Adolfo, Junqueira e o presidente Dante Delmanto.
Agachados: Avelino, Sandro, Romeu, Lara e Imparato.

Palmeiras Campeão!

A revolta constitucionalista de 1932, em que os paulistas se opuseram ao governo federal, paralisou o campeonato paulista por quatro meses, de julho a novembro. Por isso, foi disputado em apenas um turno. Isso facilitou a tarefa do Palestra, que venceu todos os adversários e realizou aquela que, ainda hoje, é a última "campanha perfeita"da história da competição.

Campanha: 11 jogos, 11 vitórias, 0 empates, 0 derrotas, 22 pontos.
48 gols pró e 8 gols contra.

Campeonato Paulista:

Colocação final: 1º lugar.

O jogo do título:

Palestra Itália 3 x 0 Portuguesa

Local: Rua Cesário Ramalho
Data: 20/11/1932
Juiz: Antônio Sotero de Mendonça
Gols: Avellino (25min) e Romeu (30min) no 1º tempo;
Romeu (10min) no 2º tempo.
Palestra Itália: Nascimento; Loschiavo e Junqueira; Tunga, Gogliardo e Adolfo;
Avellino, Romeu, Sandro, Lara e Imparato.
Portuguesa: Valdemar; Raposo e Machado; Pixo, Barros e Xaxá;
Teixeira, Dimas, Russinho, Pasqualino e Luna.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sporting CP

Em pé: Octávio Barrosa, Álvaro Cardoso, José Manuel Martins (Director), Kelly (???), Canário, Veríssimo, Manuel Marques (Massagista) e Azevedo.
Agachados: Manuel Marques, Jesus Correia, Vasques, Peyroteo, Travassos, e Albano.

Taça Latina / Final 1948/49 - Barcelona 2 x 1 Sporting

Taça Latina foi uma competição europeia de futebol, realizada entre 1949 e 1957, disputada pelos campeões de Portugal, Espanha, França e Itália. A competição teve um grande prestígio por ser a primeira competição internacional europeia que enfrentava os campeões dos países latinos. A Taça Latina disputou-se em cada ano em sedes ou locais diferentes, num dos quatro países representados. Um sorteio decidia os emparelhamentos das meias-finais. Os vencedores das semi-finais disputavam a final. Os derrotados disputavam o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares. A competição extinguiu-se em 1957 por força da consolidação da Taça dos Campeões Europeus, criada em 1955.

O Sporting esteve em 4 das 9 edições da Taça Latina: 48/49 - Finalista vencido; 50/51 - 4º Lugar; 51/52 - 4º Lugar; 52/53 - 3º Lugar. No ano em que o Sporting conquistou o Tetra-campeonato na época de 1953/54 esta competição não se realizou. O registo leonino durante as 4 presenças nesta competição resultou nos seguintes dados; 9 jogos - 2 vitórias - 1 empate - 6 derrotas - 21 golos marcados e 25 golos sofridos.

O melhor registo do Sporting foi precisamente na 1ª edição da Taça Latina, disputada em Madrid, o Sporting começou por ganhar ao Campeão Italiano, o Torino, que devido ao acidente aéreo que vitimou parte daquela grande equipa, uns meses antes, actuou desfalcado. Peyroteo, garantiu o jogo da final ao apontar os 3 golos da vitória, ficando o resultado final em 3-1.

Na Final, e jogando em casa, os Espanhóis do Barcelona não facilitaram, mesmo assim o Sporting nunca virou cara a luta, e já perto do final do jogo e com tudo para levar o jogo para prolongamento Jesus Correia de baliza aberta, falha uma incrível oportunidade. Azevedo foi considerado o homem do jogo por ter prolongado o mais que pôde a derrota leonina. Outro infortúnio nesta final foi Peyroteo ter jogado lesionado. Deixamos abaixo o onze titular dessa final.

BARCELONA 2 - SPORTING 1
Estádio Metropolitano (Madrid, Espanha - 3 de Julho de 1949
Arbitrado por "Idez" (França)
SPORTING: João Azevedo (GR), Octávio Barrosa, Juvenal Silva, Carlos Canário, Manuel Marques, Veríssimo, Jesus Correia, Vasques, Peyroteo, Travassos, Albano / Treinador: Cândido de Oliveira
Gol: Jesus Correia 22 min.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A.A.Ponte Preta

Em pé: Carlos, Juninho, Nenê, Humberto, Odirlei e Toninho Oliveira
Agachados: Serginho, Marco Aurélio, Oswaldo, Dicá e João Paulo

Dicá
Mestre que é mestre nunca se cansa de passar sua sabedoria aos outros; e esses ensinamentos podem vir através de cobranças de faltas precisas, chutes fortes e colocados, garra, humildade, suor e vibração, muita vibração. É por tudo isso que a torcida da Ponte Preta faz questão de manter acesa e brilhando a estrela do maior jogador da história do clube, Oscar Sales Bueno Filho, o inesquecível Mestre Dicá.

Garoto levado, que preferia nas peladas de rua na cidade de Campinas jogar no time dicá e não no dilá, por puro charme, ganhando o apelido que iria torná-lo para sempre respeitado nos gramados brasileiros. Jogando e encantando no Santa Odila, clube varzeano da cidade, foi levado em 1966 para defender a Ponte Preta. A estrela meteórica participou de apenas sete jogos pela equipe de juniores da Macaca e foi logo integrado ao time principal, com 19 anos de idade. Começava ai uma linda história de amor entre um craque e um clube.

A camisa da Ponte Preta parecia inspirar ainda mais o talento de Dicá: jogando na meia direita e com liberdade para criar as jogadas do ataque pontepretano, ele foi responsável por uma reforma estrutural no time do Moisés Lucarelli. Antes de Dicá, a Ponte teimava em contratar jogadores famosos e experientes, mas com este camisa 10, a diretoria do clube implantou uma nova filosofia para conquistar títulos acreditando nos novatos. O resultado foi o respeito e a projeção do clube no cenário futebolístico paulista e nacional e o Acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista em 69.
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Em 71, Dicá teve uma passagem discreta no Santos de Pelé, Clodoaldo, Carlos Alberto, Rildo, Edu e Cejas. Mesmo tendo poucas oportunidades de mostrar suas habilidades, nada mal para um jovem jogador, que recebeu elogio até do Rei do Futebol: "Durante uma partida em Recife contra o Sport me sai muito bem e assim que terminou o jogo o Pelé me chamou de lado e me entregou sua camisa, dizendo que era um prêmio por ter sido o melhor jogador em campo e responsável pela vitória santista. Aquilo me emocionou muito, afinal, era o Pelé", recorda.

Mas era apenas na Macaca que Dicá justificava o futebol que o transformou em Mestre: quando foi defender a Lusa (72-76), amargurou o banco de reserva e assim como no Peixe, era escalado como meia esquerda, com os técnicos pedindo para que o craque desse combate, que se preocupasse em defender, e não atacar. Por isso, parecia mesmo sina brilhar com a camisa 10 da Ponte Preta: "Sabe como eu jogava nesse time? Era dali pra frente. Sem preocupação de voltar muito, até a área da gente, sem ser obrigado a marcar o tempo todo, correndo atrás do adversário, mais preocupado em não deixar fazer do que fazer. O que me prejudicou nas outras equipes foi esse negócio de mudar a maneira de jogar: eles queriam que eu jogasse da minha área até o meio do campo. Só até ali. Quer dizer, exatamente o contrário do que eu estava acostumado a fazer e do que eu gostava", explica Dicá, que também assistiu de camarote uma transferência sem sucesso para o Fluminense.

Se teve um capricho extracampo que Dicá nunca fez questão de negar foi o gosto por uma boa cerveja. Enquanto muitos achavam que o jogador perdia a forma física ideal de brilhar dentro de campo, o meia se defendia: "Quem é que, gostando, deixa de tomar sua cervejinha e seu vinho? Só mesmo o mentiroso. Eu gostava e tomava mesmo. Ainda tomo, como sei que a maioria toma. O importante não é tomar na frente dos outros, fazendo às escondidas. O certo é não se ir além do normal. É não passar daquele limite que não faz mal".

Mas e os títulos? O time da Ponte Preta comandado por Dicá era uma verdadeira máquina, tamanho o brilho e o toque encantador nas jogadas que resultava nos gols da equipe. Mas se tem uma tristeza que o Mestre guarda é não transformar em pó a angústia dos torcedores da Macaca por não conquistar o título dos Campeonatos Paulistas de 70,77,79 e 81. Era sempre um lance, um nervosismo a mais, uma falta de experiência, uma marcação individual, um juiz que atrapalhava e deixava a Ponte com o vice-campeonato.

Na decisão de 79, contra o Corinthians, era clara a irritação de Dicá contra o zagueiro Caçapava, uma sombra dentro de campo, escalado pelo técnico Osvaldo Brandão para impedir o Mestre de armar as jogadas da Macaca: "Caçapava suma do meu lado e procure jogar sua bola sem ser carrapato. Tenha um pouco de vergonha e mostre alguma coisa para a sua torcida", era lição que o professor com estilo próprio e inconfundível dava, desesperado com a marcação que recebia do zagueiro corintiano, na decisão vencida pelo Corinthians.

Mas se o que realmente importa é o troféu de campeão, Dicá conquistou o Campeonato Paulista de 73, defendendo a Lusa, que ficou com o título daquele ano com o Santos.

Em uma coluna escrita para o jornal A Gazeta Esportiva do dia 15 de maio de 98, o Mestre Dicá afirmou: "O jogador cerebral está em extinção, se é que já não foi extinto. Jogadores como Gérson, Rivelino e Ademir da Guia já não existem mais". Saudoso por jogadores e jogadas brilhantes, Dicá sabia exatamente que essa grande safra também foi responsável pela sua maior frustração como atleta: nunca ter sido convocado para defender a seleção brasileira de futebol.

Ele sabia que por mais que se destacasse e se esforçasse, o Brasil tinha apenas uma seleção, e inúmeros craques. "Eu tive essa ilusão. Já cheguei a me abater por não ter sido lembrado para a seleção e ficar horas em profunda depressão emocional. Mas nada como a seqüência dos jogos e campeonatos para nos fazer voltar à rotina de nossa profissão e esquecer as decepções". Só mesmo um Mestre como Dicá para aceitar com tanta humildade o que a cartilha do futebol escreveu em sua história.

Fonte: http://almalusa.net

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

C.A. River Plate


Esquadrão do River Plate em 1941

Em pé: Yacono, Vaghi, Rodolfi, Barrios, Cadilla e Ramos
Agachados: Muñoz, Moreno, D'Alessandro, Labruna e Pedernera

Era a chamada "La Máquina". Uma das maiores equipes da história do futebol argentino.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

G.E.Brasil


O Grêmio Esportivo Brasil de 1954.
Em pé: Galego,Suli, Tibiriça, Seara, Jari, Miguel, Dario, Osvaldo, Duarte e Carlucio.
Agachados: Nenê, Gitinha, Mortoza, Caizé, Negrito, Bentinho, João Borges e Joaquinzinho.


Suli Cabral Machado começou nos juvenis do G.E.Brasil e, em 1954, com 15 anos de idade apenas já figurava entre os campeões da cidade pela categoria de profissionais na reserva de Caruccio. Era o astro que surgia. Goleiro de ótima colocação, logo se impôs a admiração do público. Foi também campeão pelo G.E.Brasil em 1955 e no ano seguinte seguir com o Xavante como titular para a longa e gloriosa "Excursão às Américas". "Saiu grande e voltou maior", juntamente com seus companheiros de jornadas inesquecíveis. Ganhou cancha na excursão e acabou transferindo-se para o Aimoré de São Leopoldo. Mais perto assim da capital logo despertou a cobiça do Grêmio e acabou no estádio Olímpico, formando ao lado de Airton e Enio Rodrigues um extraordinário trio final.

Seu nome continuou crescendo e atravessando as fronteiras do estado e Suli acabou defendendo a meta do São Paulo F.C. da capital do grande estado brasileiro. Extraordinárias exibições, muitos louros. Enfrentou Pelé, o incomparável e outros grandes valores do futebol brasileiro, alguns ainda em grande forma. Foi cedido, depois, por empréstimo a clubes do interior bandeirante e acabou voltando aos pagos e incorporando-se novamente ao G.E.Brasil, clube onde surgiu para o futebol.

sábado, 7 de agosto de 2010

A.C.Milan

Em pé: Maldini, Mora, Ferrario, Benitez, Amarildo, Trapattoni.
Agachados: David, Pelagalli, Ghezzi, Lodetti, Fortunato

Esquadrão do Milan vice-campeão italiano da temporada 1964/1965.

MILAN (ITA) 1 X 1 CATANIA (ITA)
Data: 13/09/1964
Campeonato Italiano
Local: San Siro / Milão
Gols: Lodetti 01, Facchin 90
Arbitro: Varazzani
MILAN: Ghezzi, Noletti, Pelagalli, Benitez, C. Maldini, Trapattoni, Mora, Salvi, Amarildo, Lodetti, Fortunato / Técnico: Liedholm
CATANIA: Vavassori, Lampredi, Rambaldelli, Fantazzi, Bicchierai, Magi, Danova, Biagini, Calvanese, Cinesinho, Facchin / Técnico: Di Bella

MANTOVA (ITA) 0 X 4 MILAN (ITA)
Data: 20/09/1964
Campeonato Italiano
Local: Mantova
Gols: Mora 25, Jonsson contra 52, P. Ferrario 54 e 78
Arbitro: Francescon
MANTOVA: Zoff, Scesa, Varoli, De Paoli, Tarabbia, Pini, Volpi, Jonsson, Taccola, Correnti, Tomeazzi / Técnico: Montez
MILAN: Ghezzi, David, Pelagalli, Benitez, C. Maldini, Trapattoni, Mora, Lodetti, Amarildo, P. Ferrario, Fortunato / Técnico: Liedholm

LANEROSSI (ITA) 2 X 3 MILAN (ITA)
Data: 27/09/1964
Campeonato Italiano
Local: Vicenza
Arbitro: Sbardella
Gols: Amarildo 51 e 55 , Mora 64, Dell'Angelo 69, Vinicio 76
LANEROSSI: Luison, Zoppelletto, Savoini, Volpato, Carantini, Stenti, Vastola, Menti, Vinicio, Dell'Angelo, Campana / Técnico: Scopigno
MILAN: Ghezzi, Noletti, Pelagalli, Benitez, C. Maldini, Trapattoni, Mora, Lodetti, Amarildo, P. Ferrario, Fortunato / Técnico: Liedholm

Canto do Rio F.C.

Em pé:Oldack, Odair, Lengruber, Carango, Sodré e Joel.
Agachados: Heitor, Waldemar,Raimundo,Quincas e Dionisio.

Apelido:Canto do Rio
Nome Real:Canto do Rio Futebol Clube
Fundação:14/11/1913
Endereço:Rua Visconde do Rio Branco 681 - Centro
CEP:240020-005 - Niterói/RJ
Telefone:(21) 622-1232
Estádio: Caio Martins
Uniforme:Azul, brancas

Principais Títulos
Torneio do Início do Campeonato Carioca: 1953
Vice-campeonato do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1962
Torneio Início do Campeonato Fluminense: 1926
Campeonato Fluminense de Futebol de segundos quadros: 1926
Campeonato Municipal de Niterói: 1933, 1945, 1948,1954
Campeonato Municipal de Niterói de segundos quadros: 1922
Torneio Início do Campeonato Municipal de Niterói: 1958

BOTAFOGO (RJ) 4 X 2 CANTO DO RIO (RJ)
Data: 18/07/1948
Campeonato Carioca
Local: Estádio Caio Martins
Juiz: Ford
Gols: Otávio (3), Pirilo; Carango (2)
BOTAFOGO: Oswaldo, Gerson e Nilton Santos,Rubinho, Àvila e Juvenal, Paraguaio, Geninho, Pirilo,Otávio e Braguinha
CANTO DO RIO: Odair, Borracha e Manoelzinho, Vicentini, Edinho e Zarci, Heitor, Valdemar, Geraldino, Carango e Raimundo

BONSUCESSO (RJ) 1 X 1 CANTO DO RIO (RJ)
Data: 14/09/1952
Campeonato Carioca / 1º Turno
Local: Rua Teixeira de Castro / Rio de Janeiro (RJ)
Renda: Cr$ 3.004,00.
Árbitro: Mário Gonçalves Vianna.
Gols: Malinho, Miltinho
BONSUCESSO: Paulista, Urubatão, Valdir, Garcia, Gilberto, Lusitano, Malinho, Gringo, Saladuro, Naninho e Hélio.
CANTO DO RIO: Marujo, Wagner, Cosme, Edésio, Walter, Zé de Sousa, Miltinho, Carango, Edir, Raimundo e Jairo / Técnico: Newton Anet.

CANTO DO RIO (RJ) 3 X 3 BOTAFOGO (RJ)
Data: 09/11/1952
Campeonato Carioca / 2º Turno
Local: Caio Martins. Niterói (RJ).
Renda: Cr$ 133.698,00
Árbitro: Tudor Thomaz.
Gols: Edésio (2) e Raimundo; Bravo (2) e Paraguaio.
CANTO DO RIO: Marujo, Nanati , Cosme, Mariosi, Walter, Zé de Sousa, Edésio, Cabano, Raimundo, Almir e Jairo.
BOTAFOGO: Osvaldo Baliza, Gérson, Nílton Santos, Floriano, Bob, Juvenal, Paraguaio, Ceci, Bravo, Zezinho e Rubinho.

CANTO DO RIO (RJ) 2 X 1 PORTUGUESA (RJ)
Data: 06/09/1953
Campeonato Carioca / 1º Turno
Local: Caio Martins. Niterói (RJ).
Renda: Cr$ 15.745,00
Árbitro: Carlos de Oliveira Monteiro.
Gols: Roberto e Miltinho,Baduca.
CANTO DO RIO: Marujo, Cosme, Carlos, Edésio, Válter, Zé de Souza, Roberto, Miltinho, Flore, Dodoca e Jaime / Técnico: Newton Anet.
PORTUGUESA: Antoninho, Cicarino, Pimenta, Aristóbulo, Joe, Lusitano, Darrocinha, Neca, Colângelo, Baduca e Perinho /Técnico: Zoulo Rabelo.

CANTO DO RIO (RJ) 3 X 1 MADUREIRA (RJ)
Data: 26/12/1954
Campeonato Carioca / 2º Turno
Local: Caio Martins. Rio de Janeiro (RJ).
Renda: Cr$ 5.798,00
Árbitro: Diego Di Léo.
Gols: Bené (2) e Zequinha; Machado.
CANTO DO RIO: Rubens, Garcia, Carlos, Edésio, Moreno, Arnóbio, Robertinho, Almir, Zequinha, Bené e Jairo / Técnico: Alcebiades Bessa.
MADUREIRA: Aparício, Deuslene, Darci, Nilo, Bitum, Mário, Milton, Machado, Dirceu, Édson e Medonho / Técnico: Plácido Monsores.

S.C.Olhanense

Em pé: Rodrigues, Madeira, Casaca, Saldanha, Alexandrino e Reina
Em baixo: Zacariaas, Pinho, Parra, Pelezinho e Brito

1966/67

Esquadrão do Olhanense que ficou em 7º lugar na 2.ª Divisão - Zona Sul

Crédito e fonte: www.olhanense.net

Vitória F.C.


Esquadrão do Vitória de Setúbal em jogo pela Copa da UEFA contra o Leeds United da Inglaterra

VITÓRIA DE SETUBAL (POR) 3 X 1 LEEDS UNITED (ING)
Date: 12/12/1973.
UEFA Cup
Local: Estadio do Bonfim / Setubal (POR)
Público: 25,000Gols: Duda (2). Jose Torres; Liddell.
VITÓRIA DE SETUBAL: Joaquim Torres; Rebelo, Cardoso; Mendes, Carrico, Octavio; Maria, Matine (Vincente), Jose Torres (Arcanjo), Duda, Jaio.
LEEDS UNITED: Harvey; Reaney, Cherry; Yorath, McQueen (Liddell), Ellam; Lorimer, Mann, Jordan, Hampton, F. Gray.
Árbitro: Arie Van Gemert (HOL)

Obs: Aos amigos visitantes que saibam os nomes dos jogadores da foto, favor tecer comentário identificando os atletas.

sábado, 31 de julho de 2010

Fast Clube

Em pé: Antônio Piola, Pompeu, Nonato, Pedro Brasil, Luizinho e Zequinha Piola
Agachados: Alfredo, Edson Piola, Amaro, Santana e Zezinho.

Fast derrota o Vasco da Gama

No dia 25 de junho de 1968, o Fast enfrentou o Vasco da Gama, na Colina e com grande público venceu por 1×0, gol de Amaro

VASCO DA GAMA (RJ) 0 X 1 FAST CLUBE (AM)
Data : 25/06/1968
Amistoso Interestadual
Local : Manaus
Arbitro : José Mário Vinhas Público : Desconhecido
Gol : Amaro
VASCO DA GAMA: Errea, Ferreira, Álvaro, Ananias e Lourival, Zé Carlos (Willians) e Danilo Menezes, Nado, Valfrido, Alcir e Silvinho / Técnico : Paulinho De Almeida
FAST CLUBE: Pedro Brasil,Antonio Piola, Luizinho, Zequinha Piola e Pompeu, Nonato Cearense e Santana; Alfredo, Amaro, Edson Piola e Zezinho.

Fonte e Crédito: http://www.bauvelho.com.br

quarta-feira, 21 de julho de 2010

C.A. Juventus


Em pé: Milton Buzzeto, Dario, Claudinei, Hidaldo, Clovis, Diogenes e Elias Passaro (massagista)
Agachados: Waldir, Rodarte, Quarentinha, Rafael e Gelson.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A.A.Ponte Preta



Apelido: Ponte Preta
Nome Real: Associacção Atlética Ponte Preta
Fundação: 11/08/1900
Endereço: Praça Francisco Ursaia 1900 CEP:13026-350 / Campinas/SP
Telefone: (19) 3231-7038
Estádio: Moisés Lucarelli (19.723)
Uniforme: Branca com faixa diagonal preta, branco,branca
WebSite:http://www.pontepretaesportes.com.br/

Principais Títulos

Campeã da Zona Paulista (APEA): 1923
Campeã da 4ª Região do Interior (APEA): 1925
Bicampeã Paulista da Divisão Principal / 2º quadro (L.A.F.): 1928-1929
Campeão Invicta da 4º Região APEA): 1930
Campeã Campineira: 1931
Tri-campeã Campineira de Futebol / 1º e 2º quadro (L.C.F.): 1935-1936-1937
Campeã Amadora do Estado (45 partidas invictas): 1951
Campeã da Primeira Divisão de Profissionais / Acesso à divisão especial F.P.F:1969 V
ice- Campeã Paulista de Futebol: 1970
Vice - Campeã Paulista de Futebol: 1977 Vice-Campeã Paulista de Futebol: 1979
Vice- Campeã Paulista de Futebol: 1981

PONTE PRETA (SP) 3 x 1 PALMEIRAS (SP)
Data: 05/08/1951
Campeonato Paulista
Local: Estádio Moisés Lucarelli / Campinas / SP
Renda: Cr$ 451.080,00
Árbitro: Gosta Ackeeborn
PONTE PRETA: Ciasca, Bruninho, Salvador, Manoelito, Dias, Inglês, Isabelino, Lelé, Isauldo, Moacir, Rovério
PALMEIRAS: Fábio, Salvador, Juvenal, Túlio, Luiz Villa, Dema, Lima, Ponce de Leon, Liminha, Jair Rosa Pinto, RodriguesGols: Isauldo 40 seg, Rovério, 17/1º,Manoelito 24, Liminha 31/2º

PONTE PRETA (SP) 2 x 0 CORITIBA (PR)
Data: 14/08/2002
Brasileirão 2002 / Série A
Local: Estádio Moisés Lucarelli / Campinas)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Cartões Amarelos: Basílio, Rodrigo e Alex Oliveira (Ponte); Reginaldo Nascimento e Roberto Brum(Coritiba) Cartões Vermelhos: Dionísio (Ponte) e Pícoli (Coritiba)
Gols: Elivélton 44/1º e Alex Oliveira 27/2º
PONTE PRETA: Hiran; Daniel; Rodrigo, Marinho e Elivélton; Roberto, Mineiro, Dionísio e Alex Oliveira (Adrianinho); Basílio e Macedo (Ronaldão) /Técnico: Oswaldo Alvarez
CORITIBA: Fernando; Reginaldo Araújo, Pícoli, Edinho Baiano e Adriano; Reginaldo Nascimento (Genilson), Roberto Brum, Lúcio Flávio (Fávaro) e Tcheco; Lima (Jabá) e Da Silva / Técnico: Bonamigo

PONTE PRETA (SP) 3 x 0 PALMEIRAS (SP)
Data: 11/03/1976
Campeonato Paulista
Local: Estádio Moisés Lucarelli / Campinas / SP
Árbitro: Romualdo Arpi Filho (SP)
PONTE PRETA: Moacir, Jair Picerni, Oscar, Polozi, Odirlei, Pedro Omar (Zé Luis), Marco Aurélio (Brinda), Lúcio, Robertinho, Parraga, Tuta / Técnico: Zé Duarte
PALMEIRAS: Leão, Rosemiro, Samuel, Arouca, Ricardo, Didi, Ademir da Guia, Edu, Erb (Jorge Mendonça), Toninho, Nei / Técnico: Dino SaniCartões vermelhos: Jair Picerni (Ponte Preta), Ricardo (Palmeiras)
Gols: Lúcio 02, Parraga (pênalti) 27/1º, Robertinho 27/2º

BOTAFOGO (RJ) 4 x 0 PONTE PRETA (SP)
Data: 18/11/1970
Torneio Roberto Gomes Pedroza / Taça de Prata
Local: Estádio do Maracanã
Árbitro: José Luiz Barreto
Gols: Paulo Cézar (2), Ferretti e Nílson Dias
BOTAFOGO: Ubirajara Motta, Moreira, Chiquinho Pastor, Leônidas e Waltencir; Nei Conceição e Carlos Roberto; Zequinha (Rogério), Roberto, Ferretti (Nílson Dias) e Paulo Cézar / Técnico: Zagallo.
PONTE PRETA: Wilson, Nélson (Vicente), Samuel, Dagoberto e Santos; Teodoro e Roberto Pinto; Ditinho, Bazaninho (Nélson Oliveira), Manfrini e Adílson / Técnico: Cilinho.

VILA NOVA (GO) 2 X 3 PONTE PRETA (SP)
Data: 15/2/1981
Brasileiro 1a. Divisão / 1981
Local: Estádio Serra Dourada / Goiânia
Renda: Cr$ 1.131.650 Público: 12.997
Árbitro: Carlos Sérgio Rosa Martins (RJ)
Gols: Erivelto 10, Celso 12, Celso 28, Toninho Oliveira 30, Serginho 31/2º
VILA NOVA: Éverton, Ronaldo (Triel), Góis, Roberto Oliveira, Valdo, Luisinho,Erivelto, Roberto Chaves,Paulinho (Zé Ronaldo), Roberto, Nílson / Técnico: Jorge Vitório
PONTE PRETA: Róbson, Édson, Rudnei, Nenê, Toninho Oliveira Osvaldo, Zé Mário, Humberto, Abel, Celso (Amauri), Serginho / Técnico: Jair Picerni
FLUMINENSE (RJ) 6 X 1 PONTE PRETA (SP)
Data: 04/11/1970
Torneio Roberto Gomes Pedroza / Taça de Prata
Local: Estádio do MaracanãPúblico : 7.710
Árbitro: José Luis BarretoÁrbitro: José Luis Barreto
Gols: Lula 15, Didi 24, Flávio 30 e 36/1º; Flávio 12, Manfrini 20 e Lula 34/2º
FLUMINENSE: Félix (Jairo); Oliveira (Albérico), Galhardo, Assis e Marco Antonio; Silveira e Didi;Cafuringa (Wilton), Flávio, Samarone e Lula / Técnico: Paulo Amaral
PONTE PRETA: Wilson; Nelsinho, Detinho (Vicente), Samuel e Santos;Teodoro e Dicá (Bazaninho);N.Oliveira, Manfrini, Roberto pinto e Adilson / Ténico: Cilinho

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A.A.Prudentina

Em pé: Vicente, Fernandinho, Celso Payane, Roberto, Mauri e Glauco
Agachados: Reginaldo, Ademar Pantera, Claudio Garcia, Valter e Tomaz

Esquadrão da Prudentina no jogo final da 2ª divisão do Campeonato quando perdeu para a Ponte Preta por 3 a 2 no tempo normal mas garantiu o acesso à divisão especial do Campeonato Paulista vencendo a Ponte por 2 a 0 na prorrogação. A partida foi disputada no Pacaembu e apitada por Olten Ayres de Abreu.

Os jogos finais

Ponte Preta 2 X 2 Prudentina
Prudentina 3 X 2 Ponte Preta

PONTE PRETA 3 X 2 PRUDENTINA (0 X 2 na prorrogação)
Data: 05/11/1961 Ponte Preta 3 - 2 Prudentina (extra-time: 0 - 2)
Local: Estádio do Pacaembu, São Paulo
Árbitro: Olten Ayres de Abreu
Gols: Paulo, Ismar, Paulo ; Cláudio, Vicente
Prorrogação: Ademar (115') Reginaldo (116')
PRUDENTINA: Glauco; Vicente, Roberto e Celso; Fernandinho e Mauri; Reginaldo, Cláudio, Ademar, Walter e Tomás (Mendonça) / Técnico: Sidnei Cotrim
PONTE PRETA: Nino; Mário Ferreira, Florindo e Ilzo; Esnel e Ascendino; Nivaldo, Paulo, Ari, Bibe e Ismar (Evanir) / Técnico: Francisco Sarno

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Seleção Brasileira

Em pé: Aymoré (técnico),Djalma Santos, Gilmar, Zozimo, Nilton Santos, Mauro e Dr. Hilton Gosling.
Agachados: Garrincha, Didi, Vavá, Amarildo e Zagallo.

Esquadrão Brasileiro que venceu a Espanha por 2 x 1 no Mundial do Chile em 1962

Foi, talvez, o jogo mais dificil do Brasil no mundial de 1962. Os brasileiros ganharam de virada com dois gols de Amarildo.

BRASIL 2 x 1 ESPANHA
Data: 06/061962
Copa do Mundo de 1962
Local: Estadio Sausalito / Viña del Mar
Juiz: Sergio Bustamante(Chile)
Gols: Adelardo, Amarildo(2)
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zozimo e Nilton Santos. Zito e Didi, Garrincha Vává, Amarildo e Zagalo / Ténico; Aymoré Moreira
ESPANHA: Araquistain, Rodriguez Echevarria Gracia, Pachim, Vergas, Collar Adelardo, Puskas, Peiró e Gento

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Santos F.C.

Esquadrão santista na Fonte Nova em 1971
Em pé: Cejas, Orlando Lelé, Ramos Delgado, Marçal, Clodoaldo e Turcão
Agachados: Jader, Dicá, Mazinho, Pelé e Edú

Cejas no Santos
Nome Completo
Agustin Mário Cejas
Data e local de nascimento
22/03/ 1945 em Buenos Aires (Argentina)
Período em que atuou pelo Santos
1970 a 1974
O argentino Cejas foi contratado no final da década de 60 para substituir o grande Gilmar dos Santos Neves, que havia encerrado a sua carreira em 1969. Era famoso pela sua boa colocação e coragem para interceptar cruzamentos. Foi um dos grandes destaques do Peixe na campanha do título paulista de 1973, ao defender dois pênaltis na final contra a Portuguesa de Desportos (o último título de Pelé no clube, mas que foi dividido com a Portuguesa, após o árbitro Armando Marques errar na contagem das cobranças de penalidades). Atuou em 256 partidas pelo Peixe.

Títulos conquistados pelo Santos
Campeão Paulista (1973), Campeão do Torneio Hexagonal do Chile (1970), Campeão do Torneio Internacional de Kingston, na Jamaica (1971) e Detentor da Vice-Fita-Azul do Futebol Brasileiro (17 partidas invictas, no período de 26 de maio a 9 de julho), por partidas disputadas nos seguintes países: Japão, Hong Kong (China), Coréia do Sul, Tailândia, Austrália, Indonésia, Estados Unidos da América e Canadá.

Geral
Começou a sua carreira profissional atuando no Racing Club de Avellaneda, em 1962, do qual disputou 313 partidas em duas passagens pelo clube.
Em 1970 é contratado pelo Santos FC, onde teve uma trajetória marcante. Conquistou o Campeonato paulista de 1973. Em 1976 defendeu o Grêmio antes de retornar ao futebol argentino.
Pela Seleção Argentina disputou os Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964.
Ao encerrar a carreira, tornou-se técnico.

Títulos
Campeonato Argentino de Futebol de 1966 com o Racing Club
Campeonato Argentino de Futebol de 1981 com o River Plate
Copa Libertadores de 1967 com o Racing Club
Mundial de Clubes de 1967 com o Racing Club
Campeonato Paulista de 1973 com o Santos FC
Bola de Ouro da Revista Placar como melhor jogador em 1973, junto com Ancheta

Fontes
http://santos.globo.com/clube_historia_idolo.php?cod=726
http://pt.wikipedia.org/wiki/Agust%C3%ADn_Mario_Cejas
http://antigo.miltonneves.com.br/QFL/Conteudo.aspx?ID=62279

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Associação Ferroviária de Esportes

Em pé: Rosan, Zé Maria, Antoninho, Lucas, Dirceu e Rodrigues
Agachados: Faustino, Dudu, Bazzani, Baiano e Benny

Rosan, o Florisvaldo Rosan, nascido no dia 17 de maio de 1937, grande goleiro do Rio Preto Esporte Clube, da Ferroviária de Araraquara, do Santos, do Palmeiras, do Comercial de Ribeirão Preto, do América do Rio e do União Bandeirante de Bandeirantes-PR (seu último time em 1973, aos 36 anos) não é mais empresário do ramo de material de construção, tendo encerradas as atividades da Cerâmica Nossa Senhora Aparecida, que ficava na cidade de Avanhandava (SP).

Lá, ele produzia telhas, tijolos, pisos e azulejos. A fábrica do ex-goleiro ficava, portanto, na cidade onde reside: Avanhandava (SP), próxima a Lins (SP), interior paulista. Hoje, Rosan, que se casou duas vezes, tem cinco filhos: três do primeiro casamento e dois do segundo. E já é avô de um neto. Rosan mantém residência também em São José do Rio Preto, onde nasceu, e atualmente administra os aluguéis de diversos que adquiriu ao longo de sua marcante carreira. O empresário Rosan hoje também é fazendeiro e tem um posto de gasolina em Avanhandava.

A cronologia completa de sua carreira obedece: Rio Preto Esporte Clube (onde começou em 1955), Ferroviária de Araraquara, Palmeiras, Santos (onde só jogou duas vezes, sendo uma no exterior e outra contra a Portuguesa, em São Paulo), Prudentina, Comercial de Ribeirão Preto, América do Rio e União Bandeirante, de Bandeirantes (PR).

Rosan jogou na melhor Ferroviária de Araraquara de todos os tempos, na metade dos anos 60, ao lado de maravilhosos jogadores como Dudu, Bazani, Beni, Baiano, Pimentel e etc.

No Palmeiras, ele não teve muitas oportunidades e, um dia, recebeu um chute no rosto e fraturou o maxilar. No Santos, igualmente não foi devidamente aproveitado, mas no Comercial de Ribeirão Preto integrou o simplesmente sensacional time do Leão do Norte que tinha, dentre outros, Ferreira, Jorge, Piter, Nonô, Esmeraldo, Hélio Giglioli, Amauri, Jair Bala, Luis, Paulo Bim, Carlos César, Noriva e Peixinho. Foram os anos de 1965 e 1966 os melhores da vida do Comercial de Ribeirão Preto e Rosan foi sempre o titular.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Bangu A.C.

Em pé: Zé Maria, Buza, Plínio, Santana, Médio e Ladislau. Agachados: Sá Pinto, Domingos da Guia, Zezé, Eduardo Moura e Jaguarão.
Equipe do Bangu em 1930, no estádio de São Januário.

O ano de 1930 marca a primeira grande excursão do Bangu. A viagem interestadual à Bahia no final de janeiro foi um fato relevante e de grande importância para a divulgação do nome do clube alvirrubro. O convite foi feito oficialmente pelo Sport Club Ypiranga, de Salvador.

O Bangu embarcou para a Bahia no dia 24 de janeiro, no Navio Araranguá, com grandiosa cobertura da imprensa esportiva, que não parava de admirar os feitos do nosso presidente Antônio Pedroso Reis e os seus "Mulatinhos Rosados". O jornal O Sport esteve presente na hora do embarque e narrou o fato de extrema importância: "O bota-fora dos 'Mulatinhos Rosados' esteve bastante concorrido, notando-se no Armazém 11, onde se efetuou o embarque da valente turma banguense, grande número de sportmen, bem como representantes de diversos clubes da AMEA e jornalistas. Às 9 horas em ponto, a bela unidade do Lloyd Nacional levantou ferros, entre vivas e aplausos aos 'Mulatinhos Rosados', que respondiam sorridentes, com hurras prolongados e entusiásticos".

A expectativa era a melhor possível. Na Bahia, o Bangu foi recebido com festa. No dia da chegada, já estava marcado um jogo contra a Associação Atlética da Bahia. Os banguenses, apesar de desgastados, venceram por 5 a 2, com dois gols de Ladislau, dois de Nicanor e um de Médio. Na seqüência, o Bangu venceu o Fluminense Baiano por 10 a 1 (com quatro gols de Ladislau e outros quatro de Nicanor), perdeu para o Botafogo local por 4 a 2 e venceu a Seleção Baiana pelo mesmo placar. Por fim, enfrentou o Ypiranga, que nos venceu por 3 a 1, totalizando três vitórias e duas derrotas.

A importância desta excursão mediu-se pelas matérias publicadas nos jornais do Rio e da Bahia. Para tanto, basta dizer que O Sport enviou o jornalista Zolachio Diniz junto com a delegação banguense para que nenhum detalhe passasse em branco.

A turnée rendeu frutos, pois logo no mês de agosto o Bangu saia para outra exibição - agora em Pernambuco - onde vencemos quatro partidas e empatamos duas. Eis os resultados: 4 a 0 sobre o Combinado Íris/Encruzilhada; 5 a 0 no Ateniense; 2 a 0 sobre o Sport Recife; 1 a 0 na Seleção da ASDET e dois empates com a Seleção Pernambucana, por 2 a 2 e 1 a 1. Antes da chegada a Recife, o Bangu parou na Bahia, onde derrotou o Ypiranga por 6 a 4, no dia 1º de agosto.

Participação no Campeonato Carioca

A Miss Brasil Yolanda Pereira dá início ao jogo Vasco x Bangu, no dia 21 de setembro de 1930, em São Januário. Ao seu lado aparece a mascote Manô.
O forte time alvirrubro não mostrou suas qualidades apenas em outros estados. No dia 23 de março, no estádio de São Januário, disputando o Torneio Início, a equipe, depois de superar o Andaraí por 2 a 0, e o América por 1 a 0, conseguiu pela primeira vez chegar ao final deste tipo de competição. Infelizmente, jogando contra os donos-da-casa, o time banguense perdeu para os vascaínos pelo placar de 1 a 0, sagrando-se vice-campeão. Era uma prévia do que o Bangu faria no Campeonato Carioca.

O melhor jogo do campeonato ocorreu no dia 20 de abril, em General Severiano, pela terceira rodada. Ao findar o primeiro tempo, o Botafogo vencia tranqüilamente o Bangu por 3 a 1. Na etapa final, os "Mulatinhos Rosados" viraram o placar para 4 a 3, tendo Dininho marcado o gol decisivo no último minuto da partida.

O Bangu vinha embalado na competição até a rodada de 8 de junho, quando o campeonato foi paralisado para que os jogadores escalados para a Seleção Brasileira pudessem se preparar para a disputa da primeira Copa do Mundo, a ser realizada no Uruguai, no mês de julho. Quando o Campeonato Carioca foi reiniciado, em setembro, os banguenses se apresentaram sem o mesmo ritmo, perdendo três partidas seguidas, e acabando assim com o sonho de conquistar o título.

O alvirrubro não teve atletas convocados para a Seleção Brasileira - o que muitos cronistas consideraram uma injustiça. Afinal, o Bangu tinha Ladislau, artilheiro do Campeonato Carioca de 1930 com 22 gols em 20 jogos disputados. Para o seu lugar, a comissão técnica escolheu o jogador do Fluminense, Preguinho, vice-artilheiro do campeonato, com dois gols a menos que o "Tijoleiro".

Mas a primeira Copa do Mundo não serviu apenas para prejudicar a campanha do Bangu, atuando pela nossa Seleção estavam três ex-atletas alvirrubros: Brilhante, Itália e Fausto. Os três pertencentes ao Vasco da Gama.

A partir deste ano, e até 1934, o Bangu ganhava uma mascote para acompanhar o time na entrada em campo. O garoto Manô, levado por seu tio, o jogador Zé Maria, passou a ser um símbolo de sorte do alvirrubro nestes áureos tempos do início dos anos 30.

No jogo contra o Vasco, em São Januário, por exemplo, o pontapé inicial da partida foi dado pela Miss Brasil Yolanda Pereira, acompanhada de perto pela nossa mascote Manô. Porém, o acontecimento não trouxe sorte aos banguenses, que acabaram sendo derrotados por 2 a 1.

Ao final do Campeonato, o Bangu terminou posicionado na quarta colocação, atrás de Botafogo, Vasco e América, obtendo doze vitórias e dois empates em vinte jogos, e marcando 55 gols.

A campanha teve triunfos sensacionais, sendo o primeiro sobre o Fluminense, nas Laranjeiras, por 3 a 2; outros dois sobre o Botafogo, por 4 a 3 e 4 a 2; mais duas vitórias contra o Flamengo por 4 a 2 e 3 a 2; e uma goleada contra o América por 5 a 1, na penúltima rodada do Campeonato.

O time-base era composto por: Zezé, Domingos da Guia e Sá Pinto; Zé Maria, Santana e Eduardo; Plínio, Ladislau, Médio, Dininho e Jaguarão.

sábado, 27 de março de 2010

Treze F.C.

Em pé: Jotabê, Magno, Cláudio Oliveira, Esquerdinha, Hélio Show e Bezerra.
Agachados: Puma, Lula, Alberto, Edmar e Tatá.
Apelido: Treze
Nome Real: Treze Futebol Clube
Fundação: 7/9/1925
Endereço: Rua Teixeira de Freitas s/n - São José
CEP:58100-000 - Campina Grande/PB
Telefone: (83) 232-4003
Estádio: Pres.Vargas (10.000)
Uniforme: Listras verticais pretas e brancas, preto, pretas
E-Mail: trezefc@uol.com.br

Principais Títulos

Campeonato Paraibano: 1940, 41, 50, 66, 75*, 81, 82, 83, 85, 89, 2000, 2001, 2005 e 2006.
Torneio Inícios: 1965, 74, 76 e 1985.
Campeão do Módulo Amarelo do Torneio Paralelo da CBF: 1986
Torneio Pernambuco-Paraíba: 1961
Torneio Paraíba - Rio Grande do Norte: 1980
Campeonato da Cidade: 1925,1926, 1927, 1928, 1939, 1940, 1942, 1943, 1945, 1947 1948, 1949, 1957
Torneio Início do Campeonato da Cidade: 1944, 1945, 1947, 1948, 1949, 1952, 1953, 1956 , 1959
Taça Cidade de Campina Grande: 1976, 1977, 1978, 1979, 1988,1989, 1999

CORINTHIANS (SP) 1 x 1 TREZE (PB)
Data: 24/03/1984
Campeonato Brasileiro 1984
Local: Estádio do Morumbi / São Paulo
Árbitro: Manuel Serapião Filho (BA)
Público: 11.630
Renda: Cr$ 12.753.800,00
Cartão Amarelo: Jangada, Zenon e Juninho
Gols: Biro-Biro 28 e Puma 36/2º
CORINTHIANS: Solito, Edson, Mauro, Juninho, Wladimir, Biro-Biro, Luís Fernando (Dicão), Zenon, Ataliba, Casagrande (Galo) e Eduardo / Técnico: Jorge Vieira
TREZE: Hélio Show, Levi, Jotabê, Cláudio Oliveira, Bezerra, Edmar, Lula, Esquerdinha, Jangada, Ricardo (Menon) e Tatá (Puma) / Técnico: Lima

VASCO DA GAMA (RJ) 2 X 0 TREZE (PB)
Data : 26/01/1983
Campeonato Brasileiro
Local : Estádio Ernani Sátiro / Campina Grande
Arbitro : Emídio Marques De Mesquita
Público : 30.045
Gols : Roberto Dinamite 24/1º e Ernani 45/2º
VASCO DA GAMA : Acácio, Galvão, Orlando Fumaça, Celso, Pedrinho, Serginho, Dudu, Ernani, Pedrinho Gaúcho (Elói), Roberto Dinamite e Almir (Marquinho) / Técnico : Antônio Lopes
TREZE: Caetano, Levi, Jotabê, Hermes, Birungueta, Wilson, Lula, Fernando Baiano, Getúlio (Alberto), Rocha e Tatá / Técnico : Pinguela

TREZE (PB) 2 x 3 SELEÇÃO ARGENTINA (De Novos)
Data: 20/01/1968
Amistoso Internacional
Local: Estádio Presidente Vargas / Campina Grande
Árbitro: Evanilson Menezes
Gols: Zé Luiz e Janca; Valentini (3)
TREZE: Aurilio; Janca, Antonino, Mané e Valdeci; Leduar (Zé Pequeno) e Pedrinho; Lima, Facó (Paluca), Chicletes e Zé Luiz (Nogueira)
ARGENTINA : Casarino (Felicetti); Marenda, Grossi, Camino e Niglio; Jara e Busti; Flores, Weber (Amarilla), Valentini e Nogara

TREZE (PB) 1 x 1 PALMEIRAS (SP)
Data: 23/10/1977
Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Êrnani Sátiro / Campina Grande
Público: 30.175 pagantes
Renda: Cr$ 731.810,00
Árbitro: Luís Carlos Félix (RJ)
Cartões amarelos: Miguel Guaraci (Treze), Macedo (Palmeiras)
Gols: Neinha 38/1º, Jorge Mendona 05/2º
TREZE: Sorriso, Miguel, Guaraci, Paulo Ricardo, Haroldo, Wílson, Neinha, Mozart, Roberval, Mundinho (Erasmo), Assis / Técnico: Raimundinho
PALMEIRAS: Leão, Rosemiro, Mário Soto, Beto Fuscão, Zeca, Pires, Ivo, Jorge Mendonça, Edu, Toninho (Picolé), Nei (Macedo) / Técnico: Jorge Vieira

TREZE (PB) 1 X 0 CAMPINENSE (PB)
Data: 21/06/1981
Campeonato Paraibano
Local: Estádio Ernani Sátiro / Campina Grande
Juiz: José Marinho
Renda: Cr$ 2 197 000,00
Público: 21 002
Gol: Augusto 23/1º
TREZE: Hélio Show, Levi, Jotabê, Hermes, Olímpio, Wilson, Lula, Zé Augusto, Puma (Edilson),
Joãozinho Paulista, Hélio Alagoano / Técnico: Pedrinho Rodrigues
CAMPINENSE: Jorge Luís, Sales, Zé Carlos I, Timbó, Sérgio, Joel Maneca, Fernando, Zé Carlos II, Gabriel (Nilson), Guedes, Berg / Técnico: Hélcio Jacaré

segunda-feira, 22 de março de 2010

S.C. Corinthians Paulista


Em pé: Mario, Peres, Amilcar, Rafael, Del Debbio, Gelindo, Neco, Clasca, Tatu, Gambarotta e Rodrigues.
Neco
Ao todo foram 17 anos de Corinthians. Extremamente técnico, além do bom finalizador, foi artilheiro dos Campeonatos Paulistas de 1914, com 12 gols, e 1920, com 24. Ele é o recordista de títulos paulistas, com 8 conquistas.

Junto com centro-médio Amílcar Barbuy, Neco foi o primeiro corintiano a ser convocado para a Seleção Brasileira, em 1916, para disputar o Campeonato Sulamericano, na Argentina.

Mas o que mais contribuiu para a sua popularidade, foi o seu pavio curto. Existem várias lendas e histórias e lendas a respeito de seu temperamento.

A lenda mais famosa é a da cinta. Para prender os calções, como era costume na época, os jogadores usavam uma cinta. Nas mãos de Neco, porém, ela tinha uma outra finalidade. Ao menor sinal de provocação do adversário, ele sacava sua cinta e corria para cima do infeliz que o tirava do sério.

Por essas e outras razões, Neco foi o primeiro grande ídolo alvinegro, com a cara do Timão.

Nome: Manoel Nunes
Nascimento: 07/03/1895 - São Paulo -SP
Falecimento: 31/05/1977 - São Paulo
Posição: Ponta-esquerda, centroavante e meia
Período em que jogou no Corinthians: 17 anos (de 1913 à 1930)
Jogos: 296
Gols: 235
Títulos: 8 Campeonatos Paulista (1914, 16, 22, 23, 24, 28, 29 e 30)

PALESTRA ITÁLIA (SP) 0 x 2 CORINTHIANS (SP)
Data: 09/07/1922
Taça Cântara Portugália
Local: Estádio Parque da Antártica Paulista / São Paulo
Árbitro: Benedito Vilela Lapa
Gols: Gambarrota, Neco
PALESTRA ITÁLIA: Primo, Bianco, Fabbi, Ítalo, Bertolini, Valle, Forte, Pilla, Imparato, Ministro, Martinelli
CORINTHIANS: Mário, Garcia, Del Debbio, Rafael, Amílcar, Gelindo, Peres, Neco, Gambarrota, Tatu, Rodrigues / Técnico: Guido Giacominelli

quinta-feira, 11 de março de 2010

Newcastle United F.C.

Newcastle United na temporada 1971/72

sábado, 27 de fevereiro de 2010

E.C. São Bento

Em pé: Julião, Odorico, Nestor, Paulinho,Ceci e Salvador
Agachados: Afonsinho, Cabralzinho, Picolé, Bazaninho e Paraná.

A Grande Final
Depois de 2 empates na melhor de 3 para decidir o Campeonato paulista da 2ª divisão de 1962, o dia 22 de fevereiro de 1963, daquela sexta-feira, véspera de carnaval ficaria marcada pra sempre na história do Esporte Clube São Bento de Sorocaba.
Cerca de 3.000 torcedores beneditinos foram a São Paulo incentivar o São Bento naquela decisão. Caravanas formadas por peruas, carros particulares e trens especiais que foram colocados pela EFS – Estrada de Ferro Sorocabana à disposição da torcida.

O arbitro Anacleto Pietrobom apita final do tempo normal, onde o empate em 1 a 1 persistiu no marcador.

Prorrogação
Iniciou-se a prorrogação e aos 12 minutos do primeiro tempo, Bazzaninho lança Paraná pela esquerda, o ponteiro entra em diagonal na área americana, passa por dois adversários e serve o centro avante Picolé que só teve o trabalho de empurrar a pelota para o fundo da meta do goleiro Reis. São Bento 2 a 1 e a inédita conquista, o Título de Campeão do Campeonato Paulista da Primeira Divisão de 1962 e conseqüentemente, seu primeiro acesso à Divisão Especial (A-1).

SÃO BENTO 2 × 1 AMÉRICA
Data: 22/02/1963
Campeonato Paulista da Primeira Divisão de 1962 / Decisão – 3º Jogo
Local: Estádio do Pacaembu São Paulo (SP)
Árbitro: Anacleto Pietrobom
Renda: Cr$ 5.371.850,00
Gols: Nestor e Picolé (São Bento), Dirceu (América)
SÃO BENTO: Valter; Julião, Odorico e Salvador; Nestor e Paulinho; Raimundo, Cabral, Picolé, Bazzaninho e Paraná /Técnico: Wilson Francisco Alves, o Capão
AMÉRICA: Reis; Murilo, Gutemberg e Ambrósio; Fogueira e Renatinho; Colada, Sapucaia, Valter, Cuca e Dirceu /Técnico: João Avelino, o 71
Obs: São Bento/ campeão do Campeonato Paulista da Primeira Divisão de 1962 e conseqüentemente, seu primeiro acesso à Divisão Especial (A-1).

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

C.R. Vasco da Gama

Em pé: Ferreira, Bouglêux, Pedro Paulo, Brito, Ananias e Jorge Luís
Agachados: Nado, Valfrido, Nei, Danilo Menezes e Silvinho

Esquadrão vascaíno de 1968

sábado, 20 de fevereiro de 2010

C. A. Newell's Old Boys

1941
Em pé: Honores, Reynoso, Gilli, Sobrero, Carlucci e Perucca.
Agachados: Belém, Cantelli, Pontoni, Horosano e Gayol.

O Club Atlético Newell's Old Boys, ou simplesmente Newell's Old Boys, é um clube argentino de futebol da cidade de Rosário. Disputa o Clássico de Rosário enfrentando ao Rosario Central, sendo esse um dos maiores clássicos da Argentina. Fundado em 1903. foi nomeado por ex-pupilos do English High School of Rosario, em homenagem ao seu diretor e técnico de futebol, o imigrante inglês Isaac Newell. As cores do time são preto e vermelho, das bandeiras da Grã-Bretanha e Alemanha (Isaac Newell era inglês e sua esposa alemã).

Seu estádio é o "El Colosso del Parque" que tem capacidade para 38 mil pessoas

Ídolos
Seus ídolos históricos mais conhecidos saõ: Gerardo Martino, Marcelo Bielsa, Gabriel Batistuta, Abel Balbo, Américo Gallego, Jorge Valdano, Ariel Arnaldo Ortega, Gabriel Heinze, Roberto Sensini, Maximiliano Rodríguez e Lionel Messi, entre outros.

Títulos
Quanto a títulos o Newell's deve um pouco para os outros times, visto que só temos 5 campeonatos argentinos (1974, 87/88, 91, 92, 04) e dois vices da Libertadores (88 e 92).

domingo, 14 de fevereiro de 2010

C.E.Dom Bosco

Em pé: Galli, Cao, Gaguinho, Pereira, Éder, Bota e massagista Mendonça
Agachados: Wilsinho, Magela, Djalma, Fidélis e Pelego
Dom Bosco em 1975

Apelido: Dom Bosco
Nome Real:Clube Esportivo Dom Bosco
Fundação: 04.01.1925
Endereço: Rua Diogo Domingos Ferreira 145
CEP:78010-210 - Cuiabá/MT
Telefone: (65) 3623-5138
Estádio: José Frageli "Verdão" (48.000)
Uniforme: Azul-celeste, branco, brancas

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

SC Covilhã

Em pé: Paulo Roberto, Marcelino, Bábá, João Gouveia, Santos e Celso Maciel;
Agachados: Pocho, Jorge Coutinho, Craveiro, Joanito e Carlos Alberto.

Em 1986/1987, o Sporting Clube da Covilhã venceu a Zona Centro da 2ª Divisão, garantindo o regresso ao escalão maior do futebol português. O serranos totalizaram 45 pontos, resultantes de 18 vitórias, 9 empates e 3 derrotas, conseguindo uma distância confortável para os mais directos perseguidores: Feirense, com 37 pontos, Estarreja e Beira-Mar, ambos com 34 pontos.
Além da subida de escalão, o Sporting da Covilhã conquistou também o título de campeão nacional da 2ª divisão, somando 5 pontos na fase final disputada com Vitória de Setúbal (vencedor da Zona Sul) e Sporting de Espinho (vencedor da Zona Norte), registando os seguintes resultados:

Vitória FC 0 SC Covilhã 1
SC Espinho 2 SC Covilhã 0
SC Covilhã 3 Vitória FC 3
SC Covilhã 1 SC Espinho 0

Na Taça de Portugal, os covilhanenses começaram por eliminar o Vitória de Lisboa (2-1 em casa), seguindo-se o Vieira (1-0 fora) e o Atlético do Cacém (2-2 fora e 2-1 em casa no jogo de desempate), sendo depois eliminados nos Oitavos de Final pelo FC Porto (0-2 em casa).

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

C.R.Flamengo


No dia 03 de Dezembro de 1978,num domingo, Flamengo e Vasco da Gama jogaram no Estádio do Maracanã pelo Campeonato Carioca e o time da Gávea levou a melhor ganhando por 1 tento a 0 com gol do Deus da Raça Rondinelli e conquistando o título estadual.

O Jogo
FLAMENGO (RJ) 1 X 0 VASCO DA GAMA (RJ)
Data : 03/12/1978
Campeonato Estadual
Local : Estádio Do Maracanã / Rio De Janeiro
Arbitro : José Roberto Wright
Público : 120.433
Gol : Rondinelli 42/2º
FLAMENGO: Cantarelli, Toninho, Rondinelli, Manguito, Júnior, Carpeggiani, Adílio, Zico, Marcinho, Tita (Alberto) e Cléber (Eli Carlos) / Técnico : Cláudio Coutinho
VASCO DA GAMA: Leão, Orlando, Abel, Gaúcho, Marco Antônio, Helinho, Guina, Paulo Roberto, Wilsinho (Paulo César), Roberto Dinamite e Ramon (Paulinho) / Técnico : Orlando Fantoni
Expulsão : Guina (Vasco) e Zico (Flamengo)

O Craque: Rondinelli
Rondinelli chegou ao Flamengo em 1974 e, após dois anos disputando posição, firmou-se como titular absoluto. Rondinelli era um zagueiro vigoroso, que não dava moleza para os adversários e estava disposto a fazer o possível e o impossível para evitar gols dos rivais. Zagueiro aguerrido, não existia bola perdida para Rondinelli, que, segundo Zico, foi o único jogador que ele viu dividir uma bola com cabeça. Tal fato aconteceu durante um Fla-Flu, quando Rondinelli usou a própria cabeça para retirar uma bola dos pés de Rivelino.

Porém, foi somente em 1978 que o nome de Rondinelli entrou definitivamente para história do clube. Na final do Campeonato Carioca contra o Vasco, em uma cobrança de escanteio a favor do Flamengo, aos 41 minutos do 2ºtempo, o zagueiro deu um pique do meio-de-campo até a área adversária e, com uma cabeçada que mais parecia um chute, marcou o gol do título rubro-negro.

Daí por diante, o jogador passou à condição de ídolo da torcida rubro-negra, que o imortalizou com o apelido de Deus da Raça. Depois do Flamengo, Rondinelli teve passagens discretas pelo Corinthians e Vasco e, em 1983, encerrou sua carreira no Bonsucesso.

Atualmente, o zagueiro vive em sua cidade natal, e faz questão de expressar seu amor pelo Clube também fora de campo: "Quando comecei a jogar pelo Flamengo, aprendi logo que quem veste essa camisa tem de motrar garra e amor à torcida, não importa a qualidade de seu futebol. Caso contrário, é melhor ir embora".

Dados de Rondinelli
Nome Completo: Antonio José Rondinelli Tobias
Dia do Nascimento: 26 de Junho de 1955
Nascimento: São José do Rio Pardo (SP)
Posição: Zagueiro
Número de Partidas pelo Flamengo: 406
Número de Gols: 12

Histórico
Anos Time
1971-1981 Flamengo
1982 Corinthians
1982 Vasco
1982-1983 Bonsucesso

Títulos
Flamengo
Campeonato Carioca: 1974, 1978, 1979, 1979 (Especial)
Taça Guanabara: 1978, 1979, 1980
Troféu Ramón de Carranza: 1979, 1980
Campeonato Brasileiro: 1980

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

São Paulo F.C.

1978
Em pé: Waldir Peres, Airton, Getúlio, Chicão, Marião e Bezerra
Agachados: Edu Bala, Teodoro, Serginho Chulapa, Dario Pereyra e Zé Sérgio.

Alfonso Darío Pereyra Bueno, começou sua carreira explêndida no Nacional de Montevidéu (Uruguai), com um futebol fora do normal, arrebentou, jogou o fino da bola, com uma qualidade extraordinária, o então meia armador do time do Nacional, foi convocado para a seleção uruguaia, um ano depois ele era titular absoluto e capitão da Celeste Olímpica.

Darío era um jogador aplicado taticamente, que se dedicava e fazia tudo com perfeição, ídolo da torcida do Nacional, por sua força física aliada a sua tecnica soberana, o jogador era conhecido por sua garra, raça e entrega dentro de campo. Tanta qualidade chamou atenção do SPFC, que fez o possível para a contratar essa jóia rara, mas se você acha que foi uma negociação tranquila, se enganou redondamente, demorou simplesmente um ano e meio (é isso mesmo, você não leu errado) para o jogador ser anunciado pelo time paulistano. Para convencer a Diretoria do time Uruguaio, a diretoria tricolor deve que dar uma boa limpada no cofre, afinal o preço pelo craque foram incríves 5 milhões de Cruzeiros, uma valor astronômico na época, tanto que foi a segunda contratação mais cara da história do futebol brasileiro naquela época.

Darío chegou ao tricolor no dia 17 de Outubro de 1977, foi recebido com festa no aeroporto de congonhas, mas quase deixou o tricolor em dezembro, pois o Real Madrid veio com um caminhão de dinheiro para levar o uruguaio, mas o jogador não foi por não ter vontade de jogar na Espanha.

Todos confiavam que seria uma sensacional contratação, pois o Uruguai já tinha nos cedido um meia de qualidade inquestionável, Pedro Rocha, a expectativa era enorme, sua estréia com o manto tricolor foi no dia em 11 de dezembro, contra o Internacional, em pleno Beira Rio, o São Paulo passou o carro no Inter por 4 a 1, O uruguaio deixou uma impressão excelente, não só pela sua atuação dentro de campo, mas também pelo seu comportamento no primeiro tempo, quando ainda estava no banco de reservas. Quando Teodoro abriu o placar, tanto o árbitro como o bandeirinha demoraram para apitar o gol, o que gerou uma breve tensão no banco são-paulino, quebrada rapidamente pelos berros de Darío: “Fue gol! Qué pasa? Nadie grita gol aquí? Fue gol! Goooool!.

Mas seu primeiro ano no tricolor não foi tão bom quanto os são paulinos esperavam, alem de não render muito bem na armação, quando jogava de volante tambem não ia bem, Darío teve uma sequência de contusões, que o prejudicou nos primeiros anos, mas a torcida tricolor foi paciente (bons tempos aquele que a torcida era paciente) pois já tinha visto um filme bem parecido com o de Darío: Pedro Rocha passou pelo mesmo problema, e arregaçou depois.

Darío chegou ao São Paulo em 1977 e logo em seu primeiro ano de futebol nacional conquistou um título importante: o Brasileirão (o São Paulo venceu o Atlético Mineiro, nos pênaltis, por 3 a 2, no Mineirão).

A consagração como zagueiro aconteceu em 1980, quando o então tecnico Carlos Alberto Silva, precisou improvisar Darío Pereyra na zaga, pois o time estava desfalcado, o jogo contra a Ponte Preta, a imprensa na época se assustou, mas o tecnico tricolor saibia o que estava fazendo, pois o jogador jogou algumas partidas como zagueiro na seleção Uruguaia e no Nacional; resultado da improviso? Dario foi um dos melhores em campo e foi ficando, ficando, ficando na zaga e se tornou o monstro sagrado que todos apladem até hoje. Ah, só pra constar, o tricolor foi campeão paulista de 1980.

Dario Pereyra formou uma dupla de zaga, que é uma das mais lembradas na história do São Paulo, Dario junto com Oscar, foram ovacionados por torcedores, imprensa e historiadores do futebol, por ter muita classe, precisão e qualidade.

O craque uruguaio jogou até 1988, depois rodou por Flamengo, Palmeiras e finalizou sua carreira em 1992 no time japones Gamba Osaka que na época se chamava Matsushita Eletronic; não podemos esquecer que o zagueiro Uruguaio jogou uma copa do mundo em 1986 no México.

Clubes
Nacional do Uruguai: 1975-1977
São Paulo: 1977-1988 (451 jogos, 38 gols)
Flamengo: 1988 (12 jogos, 0 gol)
Palmeiras: 1989 (32 jogos, 1 gol)
Matsushita Electronic atual Gambá Osaka do Japão: 1990-1992

Títulos
Campeonato Uruguaio: 1976
Campeonato Brasileiro: 1977 e 1986
Campeonato Paulista: 1980, 1981, 1985 e 1987
Matsushita Electronic - JAP
Copa do Imperador: 1990

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

C.R.Vasco da Gama


Em pé: Ita, Joel, Brito, Maranhão, Barbosinha e Dario
Agachados: Sabará, Viladonega, Saulzinho, Lorico e Ronaldo.

Equipe vascaína Campeã Invicta do Torneio Pentagonal do México de 1963

Campanha
10-jan-1963 1x0 América (MÉXICO) / Saulzinho
17-jan-1963 5x0 El Oro (MÉXICO) / Maranhão, Lorico, Sabará, Villadoniga, Saulzinho Ronaldo
20-jan-1963 1x1 Guadalajara (MÉXICO) / Ronaldo
31-jan-1963 1x1 Dukla Praha (REPÚBLICA TCHECA) / Mário

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Coritiba F.C.


Em pé: Paulo Vecchio, Berto, Joel, Nico, Modesto e Nilo;
Agachados: Oromar, Lucas, Paquito, Krüger e Nilson

1969


CORITIBA(PR) 1 X 1 GRÊMIO(RS)

Data: 27/02/1966
Amistoso Estadual
Local: Estádio Belfort Duarte (Curitiba)
Árbitro : Flávio Caverlini
Gols: João Severiano (31/2) Krüger (44/2)
CORITIBA : Erol; Reis (Viví), Nico, Bequinha e Antero; Lucas e Pepê (Fiúza); Oromar (Tião), Moreira (Orlando), Krüger e Gauchinho /Técnico : Félix Magno.
GRÊMIO : Arlindo; Altemir, Aírton, Áureo e Ortunho; Cléo e Sérgio Lopes; Vieira (Paulo Lumumba), Alcindo, João Severiano e Volmir.
Obs: Estréia de Kruger

CORITIBA (PR) 2 X 4 BOTAFOGO(RJ)
Data: 30 / 03 / 1947
Amistoso Estadual
Local: Curitiba (PR)
Árbitro: Ataíde Santos
Gols: Izaltino (2), Limoeiro e Tim ; César e Belmonte
Árbitro: Ataíde Santos
BOTAFOGO: Osvaldo Baliza (Ary), Carvallo e Sarno; Rubinho (Ivan), Nílton Senra e Juvenal; Santo Cristo, Limoeiro, Geninho, Tim e Izaltino.
CORITIBA: Nivaldo, Fedato e Renê; Tonico, Cartola e Adão; Belmonte, Merline, César, Gouveia e Paulinho.

CORITIBA(PR) 5 X 0 ATLÉTICO(PR)
Data: 17/09/1967
Campeonato Paranaense
Local : Estádio Durival Brito (Curitiba)
Árbitro: Orlando Stival
Gols : Krüger (01/1) Wálter (04/1) Krüger (20/1) Davi (10/2) Édson (30/2)
CORITIBA : Zeferino; Viví, Berto, Nico e Reis; Hugo (Otavinho) e Lucas; Daví, Krüger, Wálter e Édson . Técnico : Adão Plínio
ATLÉTICO : Barbosa (Nílson); Zig, Charrão, Tito e Amaurí; Zeni e Alfredo; Raimundinho, Ivan (Dida), Vermelho e Gasparim / Técnico : Nivaldo Gouveia

CORITIBA(PR) 0 X 1 SÃO PAULO(SP)
Data: 26/11/1967
Amistoso Estadual
Local : Estádio Vitorino Gonçalves Dias / Londrina
Gol: Edwil (27/2)
Árbitro: Édson Pinheiro Campos
CORITIBA : Joel; Viví, Nico, Berto e Reis; Hugo e Lucas; Oromar, Wálter, Krüger e Édson (Gauchinho). Técnico : Adão Plínio.
SÃO PAULO : Neneca; Washington, Pulcinelli, Sebastião e Jaú; Rubens e Clóvis; Antonio Paulo (Passarinho), Tatá, Edwil e Jurandir .

PALMEIRAS(SP) 7 x 4 Coritiba(PR)
Data: 02/02/1957
Amistoso Estadual
Local: Estádio do Pacaembu
Gols: Renatinho (2), Nardo (2), Valdemar Carabina, Ney e Antoninho; Ivo (2), Guimarães e Miltinho
Árbitro: Vladimir Alexandrov
PALMEIRAS: Laércio; Ismael e Milton; Valdemar Carabina, Joel e Gérsio Passadori; Juarez (Renatinho), Nardo (Antoninho), Fernando (Ney), Ivan (Nestor) e Colombo.Técnico: Ventura Cambon.
CORITIBA: Hamilton (Erol); Fedato e Carazai; Márcio, Bequinha e Guimarães; China (William), Miltinho, Ivo, Duílio e Ronaldo.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

São Paulo F.C.

1955
Em pé: Alfredo Ramos, De Sordi, Poy, Clélio, Bauer, Vitor Paulada e o mordomo Serrone. Agachados: Haroldo, Dino Sani, Gino, Remo e Teixeirinha.
Crédito: Blog do Milton Neves

Foi no São Paulo que Dino Sani começou a mostrar para todos o que era capaz. Tinha começado nos juvenis do Palmeiras. Não se sabe porquê, o pessoal do Parque Antártica o deixou sair. Foi parar no Comercial. Logo estava no São Paulo. Poucos jogadores tiveram tanta intimidade com a bola. Com quem podemos comparar o seu estilo hoje em dia? Vários nomes atuais passam pela minha cabeça: não vejo nenhum. Vou encontrar no passado: Zizinho, com quem Dino jogou no Tricolor e foi campeão paulista.

A bola humilhada, custava a deixar seus pés. Mesmo que ela não chegasse de frente, Dino encontrava um jeito de ir buscá-la, com o lado externo do pé, mostrando a infiel onde era o seu lugar. Esse fascínio lúdico tornava-se um espetáculo particular. Nenhum assistente queria que ela largasse o pé do amo. Havia o temor de ela ser maltratada adiante. Que ficasse ali os noventa minutos. Essa dependência da bola em relação a Dino custou-lhe o lugar de titular da Seleção, em plena Copa da Suécia. Os outros também queriam brincar com o redondo artefato. Zito, que tinha um jeito mais eficiente e de quem a bola não era escrava, tomou-lhe o lugar.

Ora, o que diferencia o futebol dos demais esportes é o fascínio pelo domínio da bola. Pode-se argumentar que no basquete também há o domínio da bola. Mas é um domínio com as mãos. Qualquer um, desde pequeno, pode dominar a bola com as mãos. Isso se aprende. Quero ver com os pés, com o lado dos pés. E não estou falando de circo ou de exibidores de controle, que se apresentam no intervalo dos jogos. Esses estão sozinhos com a bola. Só podem perdê-la para eles mesmos. Com Dino era diferente. Todos queriam tomá-la. E Dino não deixava. Escondia o brinquedo dos adversários e, dizem as más línguas, dos companheiros também.
O grande craque exibiu seu talento na Argentina, com a camisa do Boca, e na Itália, formando no campeoníssimo Milan. Voltou ao Brasil, fazendo companhia a outro jovem mestre, Rivelino. O Corinthians passou a ser o melhor time do Brasil. Mesmo não abocanhando títulos, o time era tão bom, que o apelido Timão se firmou nessa época. Enganam-se aqueles que pensam que Timão tem a ver com o escudo do time. Mera coincidência. Virou Timão porque tinha Dino Sani e seu explosivo escudeiro Rivelino.

Dino Sani nasceu em São Paulo no dia 23 de maio de 1932.
Foi campeão mundial em 1958
Campeão paulista em 1957 pelo São Paulo
Campeão italiano em 1962
Campeão europeu em 1963 pelo Milan.