quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

River A.C.

Em pé: Caxambu, Zuca ( massagista ), Giri, Gereba, Zé Artur, Zequinha, Ivanildo e o treinador Julio Batista
Agachados, Valdeck, Loloca, Pedroca, Vilmar e Tassu.

Esta é, segundo os especialistas, uma dos melhores esquadrão do River Atlético Clube de Teresina dos anos 50/60

História
O dia 1º de março de 1946 é considerado pelo River é como a oficial de fundação do clube. Um grupo de estudantes do "Ginásio Leão XIII", à época dirigido pelo professor Antilhon Ribeiro Soares, se reuniu, para tratar da fundação de uma sociedade desportiva que tomaria o nome de River Atlético Clube.

Todavia, o projeto não foi posto em prática, haja vista que não ocorreu a sua legalização nos órgãos desportivos competentes, como também não existe registro de qualquer atividade nos anos de 1946 e 1947. O primeiro registro histórico data de 15 de fevereiro de 1948. Nesse dia foi disputado o primeiro jogo foi disputado do River contra o Amarantino. O primeiro gol do River foi marcado, nesse jogo, por Antônio Freire (Freirinho). O jogo foi realizado na cidade de Amarante-PI e o River ganhou por 4x3. Quase um mês depois, em 12 de março de 1948, houve a chamada 'reogarnização' do clube, liderada por Afrânio Messias Alves Nunes (Presidente mais vitorioso do River - 11 títulos). Em 15 de março de 1948, o River já havia sido admitido na Federação Piauiense de Desportos. No mesmo ano, disputou o campeonato da temporada, do qual sagrou-se campeão. Em 1967 o River Atlético Clube inaugura sua sede própria no Bairro dos Noivos, áre a nobre da Capital Piauiense. Afrânio Nunes, mais uma vez, foi o mentor do projeto da sede.

Crédito: www.diariodefloriano.blogspot.com

Democrata F.C.


Em pé: Braúna, Caixinha, Gerson, Nelsinho, Rui, Valério.
Agachados: Gerci, Biguá, Aires, Livinho e Chiquinho.
Crédito: www.begatti.blogspot.com
Esquadrão do Democrata de Sete Lagoas de 1955, Vice campeão mineiro de profissionais, disputando o título contra o Atlético Mineiro

História do Clube

Ponto de encontro da sociedade setelagoana na época, o "Bar Chique", um grupo de pessoas sondavam a criação de uma sociedade esportiva, modesta, mas que representasse bem o nome da cidade de Sete Lagoas-MG ontem, hoje e sempre.

O assunto se deu de 9 a 13 de junho de 1914, no mesmo bar, já com adesão de novos simpatizantes e entusiastas.

Combinaram uma reunião para o dia seguinte a fim de concretizar as idéias e planos.

Foi sugerido que esta reunião fosse realizada em um local mais adequado do que um bar, o sr. Bernardo de Figueiredo, o Paizinho, conhecido maestro da banda União dos Artistas, que tudo presenciara. Sugeriu à sua peculiar cortesia, oferecendo a sala de sua humilde residência.

Naquela tarde de 14 de junho de 1914, após discutidos vários assuntos, nascia um clube de futebol, o nome escolhido, foi o que mais se adaptava aquele grupo de pessoas: DEMOCRATA FUTEBOL CLUBE.

Fonte: http://begatti.blogspot.com/ (Foto e Texto)

Uberaba S.C.


1986: Uberaba conquista o Torneio de Acesso.

No final do ano de 1986, a Federação Mineira de Futebol organizou, com o apoio da CBF, o Torneio de Acesso, que garantiu vaga do campeão no Campeonato Brasileiro de 87 (Série C). O Torneio foi disputado por 09 clubes, participantes da primeira divisão mineira, divididos em duas chaves. O Democrata de Governador Valadares, que seria a décima equipe, desistiu antes do início da competição. O Uberaba, que não havia feito um bom campeonato mineiro, viu nessa competição a chance de conquistar o título prometido pelo folclórico presidente Luciano Rangel Pinheiro.

Primeira fase:
21/09/86 Fabril 0x0 Uberaba
02/10/86 Uberaba 4x0 Caldense (Esquerdinha, Aldeir, Beto Fuscão e Zé Maria)
05/10/86 Nacional 1x2 Uberaba (Paraná e Zé Maria)
12/10/86 Uberaba 0x0 Esportivo
19/10/86 Uberaba 2x1 Fabril (Paraná e Toinzinho)
29/10/86 Caldense 1x0 Uberaba
02/11/86 Uberaba 0x0 Nacional
09/11/86 Esportivo 1x0 Uberaba

Classificação: Esportivo (11), Uberaba e Caldense (09) classificados para o Hexagonal final.

Hexagonal final:
13/11/86 Uberaba 1x1 Valeriodoce (Paraná)
16/11/86 Caldense 0x0 Uberaba
19/11/86 Uberaba 2x1 Democrata (Paraná e Cabrinha)
23/11/86 Esportivo 2x1 Uberaba (Paraná)
27/11/86 Tupi 1x2 Uberaba (Binga e Cabrinha)
30/11/86 Valeriodoce 1x1 Uberaba (Edu Bala)
03/12/86 Uberaba 4x1 Caldense (Marinho Rã - 2, Esquerdinha e Cabrinha)
07/12/86 Democrata 0x1 Uberaba (Marinho Rã)
10/12/86 Uberaba 2x0 Esportivo (Cabrinha e Marinho Rã)
14/12/86 Uberaba 2x1 Tupi (Edu Bala e Esquerdinha)
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Ficha Técnica do último jogo:
Uberaba 2x1 Tupi
Local: Estádio Municipal Engenheiro João Guido (Uberabão)
Renda Cz$ 122.560,00
Público: 6.128
Árbitro: Custódio José Pereira
Uberaba: Édson Luís, Marcinho, Joílson, Zé Maria e Odair; Túlio, Paraná e Esquerdinha (Pepe); Edu Bala (Toinzinho), Marinho Rã e Cabrinha.
Tupi: Ica (Amauri), Evaldo, Élvio, Édson e Sinval; Gelson, Manuel (Gérson) e Luís Carlos; Paulo Roberto, Hamilton e Valdir.
Gols: Edu Bala (28' 1 T), Esquerdinha (17' 2 T) e Luís Carlos (23' 2 T).

http://uberabasportclube.blogspot.com/

Santa Cruz F.C.


Em pé: Carlos Alberto Barbosa, Givanildo, Joel Mendes, Pedrinho, Alfredo Santos e Paranhos Agachados: Jadir, Betinho, Neinha, Carlos Alberto e Joãozinho;
Em 1978, ao vencer o Náutico nos Aflitos por 4 x 0, o Santa Cruz é campeão pernambucano de futebol. Os gols foram de Betinho 3 e Joãozinho.

Cruzeiro E.C.

Em pé: Neco, Pedro Paulo, William, Procopio, Piazza e Raul
Agachados:Natal, Tostao, Evaldo, Dirceu Lopes e Hilton Oliveira
Esquadrão cruzeirense que bateu o Santos por 6 x 2, pela Taça Brasil de 66.
Taça Brasil de 1966
No dia 7 de dezembro de 1966 o Cruzeiro conquistava a Taça Brasil. Este foi o primeiro de diversos outros que viriam no decorrer dos anos.
A final do torneio foi contra o todo poderoso Santos, comandado pelo Rei Pelé, que tentava o sexto triunfo da competição. A final foi histórica. Na primeira partida, o Cruzeiro venceu o clube paulista por 6 a 2, em um Mineirão lotado, com 77.325 cruzeirenses. Os gols foram marcados por Zé Carlos, Natal, Tostão e Dirceu Lopes, três vezes. Toninho marcou os dois tentos santistas.
A partida de volta foi outro confronto histórico. Após estar perdendo por 2 a 0, a Raposa conseguiu virar o placar para 3 a 2, evitou a terceira partida (prevista na regra naquela época) e levantou a taça de campeão no estádio do Pacaembu, em São Paulo, com 39.359 torcedores. Os gols do time estrelado foram de Tostão, Dirceu Lopes e Natal.
Fichas técnicas da final da Taça Brasil de 1966:
CRUZEIRO 6 x 2 SANTOS
Decisão da Taça Brasil
Data: 30/11/1966
Estádio: Mineirão / Belo Horizonte-MG
Público: 77.325
Renda: Cr$ 223.314.600,00
Árbitro: Armando Marques
Gols: Zé Carlos (contra) 1min; Natal aos 5min; Dirceu Lopes aos 20min e aos 39min; Tostão aos 42min do primeiro tempo; Toninho aos 6min e aos 9min do segundo tempo; Dirceu Lopes aos 27min
CRUZEIRO: Raul, Pedro Paulo, William, Procópio, Neco, Piazza, Dirceu Lopes, Tostão, Natal, Evaldo e Hílton Oliveira. Técnico: Aírton Moreira.
SANTOS: Gilmar, Carlos Alberto, Mauro, Oberdan, Zé Carlos, Zito, Lima, Pelé, Dorval, Toninho e Pepe. Técnico: Lula.
Cartões Vermelhos: Procópio (Cruzeiro) e Pelé (Santos)

SANTOS 2 X 3 CRUZEIRO
Decisão da Taça Brasil
Data: 07/12/1966
Estádio: Pacaembú / São Paulo-SP
Renda: Cr$65.146.000,00
Árbitro: Armando Marques
Gols: Pelé aos 23min, Toninho aos 25min do primeiro tempo; Tostão aos 18min, Dirceu Lopes aos 28min e Natal aos 44min do segundo tempo
CRUZEIRO: Raul, Pedro Paulo, William, Procópio, Neco, Piazza, Dirceu Lopes, Tostão, Natal, Evaldo e Hílton Oliveira. Técnico: Aírton Moreira.
SANTOS: Claúdio,Lima, Haroldo, Oberdan, Zé Carlos, Zito, Mengálvio, Amauri (Dorval), Toninho, Pelé e Edu. Técnico: Lula.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

S.E.Palmeiras


Em pé: Djalma Santos, Valdir, Valdemar Carabina, Ademar, Zequinha e Geraldo Scotto
Agachados: Julinho, Nardo, Americo, Chinezinho e Romeiro
Primeira Academia

Durante um período da história do Palmeiras, as equipes que o clube formou, apresentavam um futebol tão vistoso e brilhante que passaram a ser chamadas de Academia.
A primeira das três academias que o Palmeiras viria a formar, aconteceu entre o período de 1959 à 1969.
Diversos craques passaram pelo Palmeiras nessa época, destacando-se: Djalma Santos, que para muitos fora o maior lateral-direito que o mundo já viu; o zagueriro Djalma Dias, pai do craque Djalminha; o ponta-direita Julinho Botelho, considerado por muitos o segundo melhor ponta do futebol brasileiro, sendo superado apenas por Garrincha; o centroavante Vavá; o meio campista Dudu; o atacante Servílio; e um jovem armador que mais tarde seria considerado o maior jogador que já atuou pelo Palmeiras, marcando história no clube por mais de uma década, era o "Divino" Ademir da Guia.
Nesse período vale lembrar que a academia do verdão era o único clube nacional capaz de rivalizar com o Santos de Pelé, e se não fosse os três títulos paulistas conquistados pelo Palmeiras em 1959, 1963 e 1966, o Santos teria atingido a íncrivel marca de 12 títulos estaduais consecutivos (de 1958 a 1969).
No período da Primeira Academia, além dos três títulos paulistas, o Palmeiras conquistou duas Taça Brasil (1960 e 1967), dois Torneio Roberto Gomes Pedroza (1967 e 1969) e um Torneio Rio-São Paulo (1965).

Portimonense S.C.


Em pé: Sérgio, Luciano, José Alhinho, Forbs, Dinis e Leonardo.
Agachados: Skoda, Balacó, Augusto, Teixeirinha e Pacheco

No dia 3 de maio de 1987 o esquadrão do Portimonense defrontou o Benfica no Estádio da Luz em jogo referente à 27ª Jornada do Campeonato da Iª Divisão com o resultado de 1 x 1.

O Portimonense alinhou em 5-4-1 com:Sérgio, Dinis, José Alhinho, Balacó, Leonardo, Teixeirinha, Forbs, Augusto, Skoda, Pacheco (Karim aos 88') e Luciano (Alain aos 52').Treinador: Paulo Roberto.Marcaram Luciano aos 23' para o Portimonense e Diamantino aos 54' para o Benfica.

História

O Futebol chegou a Portimão em 1913, a cabo de um portimonense que estudava em Inglaterra, que trouxe uma bola e divulgou, assim o desporto. Os primeiros jogos foram disputados na zona onde actualmente é a Praça Manuel Teixeira Gomes e a sede do Portimonense.
Quanto ao Portimonense, nasceu numa casa onde reparavam calçado, na loja do Sr. Amadeu Andrade. Nesse local, um grupo de amigos decidiu formar um clube de futebol, a 14 de Agosto de 1914. Ficara desde logo definido que o equipamento seria composto por camisola às riscas verticais pretas e brancas, com colarinho e punhos pretos, calção branco e meias pretas com canhão preto e branco.
Nos primeiros anos, o grupo era praticamente limitado aos rapazes que constituíam a equipa, sem qualquer sede e aquirindo o equipamento e as deslocações dos seus próprios bolsos.
Apesar de já alguns anos de história e de uma sede (inaugurada em 1923) na Rua Visconde Bívar, os estatutos do clube apenas foram aprovados em 1925. Um ano depois, uma crise obrigou o clube a ter de abandonar a sede, tendo estado a um passo da dissolução. O Portimonense reage e é a partir de aí que se inicia uma relevante ascenção, entrando nos objectivos do clube uma subida à Primeira Divisão. Em 1937 é pela primeira vez campeão do Algarve e é a partir de aí que começa a jogar no estádio que todos conhecemos, o Estádio do Portimonense SC, tornado recentemente Municipal de Portimão.

Nos finais da segunda metade do século XX a indústria conserveira atinge o seu auge e a ideia de levar o Portimonense á Primeira Divisão começa a ganhar consistência. Em 1947 esteve a um passo da subida ao perder uma final com a Académica de Coimbra em Alvalade por 2-1. Rapidamente a indústria conserveira começa a perder força e o Portimonense volta a entrar em declíneo.
Em 1977 o clube ascende pela primeira vez ao escalão maior do futebol português, mas não conseguiu segurar-se e em 1979 desce de novo.
Porém, na década de 80 o clube atinge o seu apogeu, onde, com a contribuição de presidentes como José Mendes Furtado e Manuel João, sobe à Primeira Divisão e chega até a atingir o 5º lugar, que lhe deu um apuramento para a Taça UEFA, onde se ficou pela primeira ronda, sendo eliminado pelo FK Partizan (1-0 na 1ª mão, em casa, 0-4 na 2ª mão, fora).
Desde então, o clube viu-se em oscilações entre o escalão secundário (a actual Liga Vitalis) e a II Divisão B.
Em 2001, com a subida à Liga Vitalis, o Portimonense atinge finalmente uma certa estabilidade, o que lhe permite preparar a prometida subida à Primeira Liga.

Fontes:

Louletano E.C.


Em Pé: Milton Mendes, Mário, Duílio, Zé Carlos, Pagani, Paulinho, Cristovão, Washington, Zé Manuel
Agachados: Rogerio, Cerdeira, To Manuel, Bruno, Mario Wilson e Marquinhos
Crédito:
Esquadrão do Louletano Esporte Clube na temporada 1987/ 1988. Fez parte desta equipe o lateral direito Milton Mendes que foi revelado pelo Vasco da Gama.

Vitória F.C.

Em pé: : Silvino, Caíca, Martin, Rebelo, José Mendes, e Vítor BaptistaAgachados: Palhares, Vítor Madeira, Mário Ventura, Narciso e Pedrinho.




Esquadrão português do Vitória F.C. de Setúbal em uma de suas formações na temporada 1978/1979
Esta foi uma época tranquila para o Vitória de Setúbal. Um 7.º lugar, empatado com o 6.º e a um ponto do 5.º é uma boa classificação final. Os calafrios da descida de divisão só se começaria a pronunciar na época seguinte.

Esta também foi uma época de passagem para o Vítor Baptista, que vinha do Benfica, e iria para o Boavista do Major Valentim Loureiro. Em Novembro, na mesma hora que o Benfica estavam humilhando o Sporting com cinco golos em 45 minutos, o Vítor Baptista estava tendo uma tarde fantástica no Estádio Mário Duarte – marcaria dois dos três golos sadinos na vitória de 3-2 sobre o Beira Mar, o Pedrinho foi o autor do outro golo.

O aproveitamento dessa equipa do Vitória F.C. foi o seguinge: 30 jogos, 12-7-11, 38-38 em golos, 31 pontos, 7.º lugar, empatado com o 6.º classificado, o Vitória de Guimarães..

C.F. Os Belenenses


Em pé: Fernando, Serafim das Neves, Raúl Figueiredo, Vicente Lucas, Pires, Matateu, Diamantino e José Pereira.
Agachados: Alberto da Silva, Di Pace, José Maria Pellejero, Vinagre, Castela, Ricardo Perez e Rocha.

Crédito: http://belenensesilustrado.blogspot.com/

Equipa de Honra do Clube de Futebol “Os Belenenses” na época 1954/55

F.C. Barreirense


Em cima: Rodrigues Dias, Ângelo Pedro, Jorge Ferreira, José Luis, Cordas e David Nascimento ("Dadá")
Agachados: Valter, Nélson Moutinho, Pinto, Gil e António José

José Nelson Almeida Moutinho nasceu em 6 de junho de 1959 na cidade de Oeiras.

Clubes em que atuou
SL Benfica (72/73 a 76/77)
Portimonense (77/78)
Portimonense (78/79)
Beira-Mar (79/80)
União de Leiria (80/81)
Barreirense (81/82)
Benfica Cast. Branco (82/83)
Olhanense (83/84)
Olhanense (84/85)
Olhanense (85/86)
Barreirense (86/87)
Barreirense (87/88)
Barreirense (88/89)
Olhanense (89/90)
Olhanense (90/91)
Silves (91/92)
Fez parte de uma promissora equipa de Juniores do Benfica (da qual era "capitão") no final da década de setenta, destacando-se como avançado, apesar da baixa estatura. No in�cio da carreira como sénior jogou pelo Portimonense, Beira Mar e União de Leiria no primeiro escalão, passando depois pelo Olhanense e no Barreirense, na segunda divis�o, destacando-se sempre como goleador.Na sua última época em Olhão jogou como centrocampista e fez parte da equipa que conseguiu a primeira subida a Divisão de Honra. Ainda fez uma última época como jogador no Silves, estabelecendo-se depois no Barlavento Algarvio como treinador. Tem tres filhos que jogam futebol, sendo o mais novo tambem o mais conhecido, João Moutinho, "internacional" e que alinha na equipa principal do Sporting.

Argentina 1986

Em pé: Batista, Cucciufo, Olarticoecchea, Pumpido, Brown, Ruggeri, Maradona.
Agachados: Burruchaga,Giusti,Enrique,Valdano.

Este esquadrão argentino foi campeão mundial de futebol, no México, em 1986.

Era uma forte equipe que destacava-se tanto ofensiva quanto defensivamente e os principais jogadores eram o goleiro Pumpido, o zagueiro Ruggeri, os atacantes Burruchaga e Valdano,este jogando no Real Madrid, e o astro maior da seleção Diego Maradona que fez sua melhor copa.

C.A. Paulistano


O Paulistano foi 0 primeiro clube Brasileiro a excursionar pela Europa

A delegação do Paulistamo embarcou no dia 10 de fevereiro, em Santos, no vapor Zeelandia, do Lord Real Holandês, rumo a Cherburgo. O chefe da delegação era Orlando Pereira, veterano campeão do clube e diretor esportivo na época. Os jogadores foram os seguintes: Nestor e Kuntz (goleiros), Clodoaldo, Caetano, Guarani e Barthô (zagueiros), Sergio, Nondas, Abatte, Juan e Maurilio (médios), Filó, Mario, Friendeirench, Seixas e Netinho. Também seguiram com a delegação, como convidados, os jogadores Arakem Patusca do Santos, Junqueira e Seabra do Flamengo e Miguel Feite do Ypiranga. Os cronistas foram Américo Neto do jornal O Estado de São Paulo e Mário Vespaziano de Macedo do São Paulo Esportivo. Para fazer o tempo passar na longa viagem, foi organizado um grupo para animar a turma. Friedenreich ao violão, Miguel ao violino, Guarani no piano, Netinho na caixa de fósforo e Arakem Patusca no chocalho e voz.

A viagem
Foram mais de vinte dias viajando e, do porto onde desembarcaram até Paris, foram mais doze horas de trem. Não havia concentração no Hotel e "bicho" era coisa que nunca se tinha ouvido falar. Cada um levou seu dinheiro. Tudo era pago, menos as despesas extras. A excursão foi patrocinada pelo Stade Français e, o dinheiro para as despesas com transporte, hospedagem e alimentação, saia das rendas dos jogos e do bolso de Antônio Prado Junior, presidente do Paulistano. Homem muito rico, vivia grande parte do ano na Europa. Na hora do divertimento, cada um pagava sua conta.

Os jogos
No dia 08 de março os jogadores do Paulistano já treinavam em um campo péssimo, castigado pela neve e pela chuva. O primeiro jogo aconteceu no dia 15 de março no estádio de Búfalos, em Mont Rouge, Paris. O adversário, a seleção francesa e o publico de trinta mil torcedores. Os franceses abriran a contagem. Os brasileiros reagem e aplica uma goleada de 7x1. Três gols de Friendreich e completando Mário, Netinho, Arakem e Filó. O jogo consagrou o craque Friedenreich.

15/03 - Em Paris - Paulistano 7 x 1 França (Gols: Friedenreich (03), Mário, Netinho, Arakem e Filó)
22/03 - Em Paris - Paulistano 3 x 1 Stade Français (Gols: Freidenreich, Mário e Barthô)
28/03 - Em Sette - Paulistano 0 x 1 Sette
02/04 - Em Bordeaux - Paulistano 4 x 0 Bastidienne (Gols: Friedenreich (03) e Arakem.
04/04 - Em Havre - Paulistano 2 x 1 Seleção da Normandia (Gols: Friedenreich e Netinho)
10/04 - Em Estrasburgo - Paulistano 2 x 1 Estrasburgo (Gols: Friedenreich e Seixas)
11/04 - Em Berna (Suiça) - Paulistano 2 x 0 Auto Tour (Gols: Filó e Mário)
13/04 - Em Zurique - Paulistano 1 x 0 Suiça (Gol: Mário)
19/04 - Em Rouen - Paulistano 3 x 2 Rouen (Gols: Mário (02) e Friedenreich)
28/04 - Em Lisboa - Paulistano 2 x 0 Portugal (Gols: Filó e Friedenreich)

Time base
O time base do Paulistano nesta temporada formava com Nestor (Kuntz), Clodoaldo e Barthô; Sergio, Nondas e Abatte; Filó, Mário, Friedenreich, Seixas (Arakem) (Junqueira) e Netinho.

Curiosidade
O interessante desta temporada é que, no ultimo jogo em Portugal, o segundo tempo durou apenas trinta minutos, a fim de que a delegação brasileira não perdesse o navio de retorno ao Brasil. A recepção em nossa terra foi vibrante. Desde de Recife até São Paulo, os Reis do Futebol tiveram uma recepção como nunca tinha havido para uma delegação esportiva.

Fonte: http://www.campeoesdofutebol.com.br/

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

América F.C. (MG)


Gilberto, Ivonaldo, Carlão, Wellington Paulo, Fabrício, Bigú, Dudu, Faísca, Adriano, Ramóm, Adãozinho, Clayton, Daniel, Marcelinho, Juari, Helder, Mazinho, Ednei, Halenn e Rogerinho. Técnico: José Maria Pena.

América Mineiro, campeão daTaça Minas Gerais 2005

C.R. Flamengo


Em pé: Marinho, Luiz Pereira, Raul, Leandro, Andrade e Carlos Alberto.
Agachados: Fumanchú, Adilio, Nunes, Peu e Carlos Henrique.

Crédito: http://www.museudosesportes.com.br/

Um grande publico foi ao Trapichão no dia 15 de fevereiro de 1981 para assistir Flamengo e CRB pelo campeonato brasileiro. A novidade era a presença do alagoano Peu no lugar de Zico. Foi um jogo equilibrado, mas que terminou prevalecendo a melhor categoria do clube rubro negro. Logo no primeiro minuto de jogo, Nunes abriu a contagem aproveitando uma jogada boa jogada de Peu. Mas, aos 11 minutos, Joãozinho Paulista empatou quando a partida já estava equilibrada. Somente aos 37 minutos é que o Flamengo fez 2x1 através de um golaço do alagoano Peu. Ele pegou a bola na intermediária driblou Paulo Roberto, passou pelo Deco e quando o goleiro Cesar saiu ao seu encontro, Peu o encobriu com muita categoria.

Apesar de estar jogando bem, o CRB tinha dois problemas em sua zaga. Paulo Roberto atuava abaixo do seu rendimento normal e Itamar acompanhava Nunes por todo o campo deixando uma avenida pelo meio da área alvi rubra. No intervalo, o treinador Pompéia acertou sua defesa e o jogo continuou igual. Logo no começou do segundo tempo Paulinho empatou o jogo. Depois aconteceram lances de perigo para os dois goleiros. Raul fez duas grandes defesas e Luiz Pereira salvou um gol quando o goleiro já estava vencido. Cesar também foi muito bem e fez algumas defesas milagrosas. Entretanto não impediu que Nunes marcasse aos 37 minutos o gol da vitória do Flamengo.

Jogo realizado no estádio do Trapichão (Rei Pelé) em Maceió.

FLAMENGO 3 x CRB 2
Gols de Nunes 2 e Peu (Flamengo). Joãozinho Paulista e Paulinho (CRB)
Juiz: Manoel Amaro de Lima (Pernambuco)
Renda: R$ 3.297.500,00
Publico: 28.172 torcedores pagantes
Flamengo: Raul Leandro, Luiz Pereira, Marinho e Carlos Alberto, Andrade, Adilio e Peu. Fumanchú., Nunes e Carlos Henrique (Lico)
CRB: Cesar. Paulinho. Itamar. Paulo Roberto (Paulinho Carimbó) e Carlinhos. Deco. Norinho e Mundinho. Americo. Joãozinho Paulista e Israel.

Bonsucesso F.C.


Em pé: Mauro, Gonçalo, Jorge, Gilberto, Pacheco e Haroldo.
Agachados: Pedro Bala, Jandir, Valter Prado, Waldemar e Nilo.

Crédito: http://www.museudosesportes.com.br/
História
O Bonsucesso foi fundado em 12 de outubro de 1913, no bairro de Bonsucesso. O clube já foi finalista do Campeonato Carioca da 1º Divisão, em 1924, quando foi derrotado pelo Vasco na final por 1 a 0,sagrando-se vice-campeão carioca.
Seu primeiro campo foi na Rua Uranos, inaugurado em 03-02-1918, Bonsucesso FC 3 x 4 River FC, árbitro: Máximo Martins. Seu segundo campo foi na Av. dos Democráticos, inaugurado em 03-05-1927. Jogo preliminar: Bonsucesso 4 x 1 Olaria, jogo principal: São Cristóvão AC, atual São Cristóvão FR 4 x 2 CR Flamengo.
No Bonsucesso, o grande craque Leônidas da Silva, o "Diamante Negro" marcou o primeiro gol de bicicleta da história. O ex-lateral de Cruzeiro e Seleção Brasileira, Nelinho, teve o Bonsucesso como primeiro clube profissional.
O clube foi campeão estadual infantil em 1975, de foma invicta, tendo como revelação Maurício, ponta-direita que mais tarde faria o gol do título estadual do Botafogo em 1989, acabando com um jejum de 21 anos.

Títulos
Campeão Estadual da Segunda Divisão: 1921, 1926,1927,1928 1981 e 1984 e Estadual da Terceira Divisão 2003
Fonte: wikipedia

E.C. Barroso


Em pé: Ziza (diretor), Santiago, Deluva, Biquara, Panterinha, Severino, Paraiba e Luiz Canuto (presidente)
Agachados: Benedito, Eraldo, Humberto, Louvain Ayres e Nemezio.

O esquadrão do Barroso campeão alagoano de 1946. O clube, nas cores preto e vermelho, foi extinto em 1951 e somente conquistou este título.
História

No dia 11 de junho de 1921, quando se comemorava mais um aniversário da “Batalha do Riachuelo”, surgiu em Maceió um novo clube chamado Esporte Clube Barroso. O nome era em homenagem ao grande almirante brasileiro. Um punhado de desportistas fundaram o novo clube: Serginho Chagas. Leodegário Amarante. Manoel Lino e Luiz Cardoso - O lema do clube era –Lutar e vencer sempre unidos pelo esporte.
Durante muitos anos, o Barroso participou dos campeonatos alagoanos com bons e maus momentos. Foi um dos clubes fundadores da Coligação Esportiva de Alagoas em 1927, hoje, Federação Alagoana de Futebol. No primeiro jogo oficial realizado em Maceió, pelo primeiro campeonato da CEA, o Barroso venceu o Uruguai por 2x1.

Com o passar dos anos, muitos diretores assumiram o Barroso. Muitos deles com destaques especiais. Caso de Arestides Toledo. Waldomiro Breda. Paulo Ananias. Luiz Falcão. Oscar de Souza. Abel Ribeiro. Manuel Torquato. Mário Lages e Luiz Canuto. Mesmo nas dificuldades, nas crises, nos momentos difíceis, esses dirigentes não se desesperavam e procuram fazer do Barroso um clube grande. Eram homens simples e fieis trabalhadores, que ofereciam parte do seu tempo para acompanhar o dia a dia do seu time.

O grande momento do Barroso no futebol alagoano aconteceu em 1946. O clube rubro negro se sagrou campeão estadual pela primeira vez. Apesar do campeonato ter sido disputado em apenas um turno, o Barroso ganhou todos os jogos com méritos indiscutíveis. Waldomiro Breda e Luiz Canuto era seus dirigentes mais atuantes, auxiliado pelo Ziza, outro abnegado pelas cores do seu clube.
Em 1951, depois de atravessar muitas crises em seu departamento de futebol, o Barroso foi obrigado a fechar suas portas. Era mais um triste capitulo da história do futebol alagoano. Mais um clube que deixava de existir. Mais uma agremiação que deixava saudades. Não pelo que apresentou ao longo dos campeonatos, mas pela simpatia de seus dirigentes e jogadores.

Fonte: http://www.museudosesportes.com.br/

domingo, 28 de dezembro de 2008

C.A. Linense

Em pé: Gué, Wilson, Donda, Cláudio, Raimundinho e Elias
Agachados: Pardal, Noriva, Paulo Dias, Edinho e Canhoto
Crédito: http://www.diarioweb.com.br
Com este esquadrão o Linense foi campeão da Segunda Divisão de 1977, sob o comando do técnico Pupo Gimenez, e subiu para a Intermediária.

Noriva
Parou de jogar aos 39 anos, no Tanabi. Na primeira metade da década de 70, Noriva peregrinou por clubes do futebol paranaense. Defendeu o Paranavaí por dois anos, o União Bandeirante, por quatro meses, e o Mourãoense, de Campo Mourão, por um ano. “Em Campo Mourão era o céu. Recebia a cada 15 dias e ficava num hotel de primeira”, recorda. Depois de grandes atuações pelas equipes do Interior, foi contratado pelo Coritiba, onde conquistou o tricampeonato paranaense, em 1973. Já como meia-esquerda, recebeu convite do amigo Dicão, que estava como técnico do José Bonifácio, para disputar a Segunda Divisão. Jogou ainda no Penapolense e no Ferroviário de Araçatuba. Em 1977, sob o comando do técnico Pupo Gimenez, foi campeão da Segundona pelo Linense, que subiu para a Divisão Intermediária. No ano seguinte, retornou ao clube que o projetou. Ficou no Rio Preto duas temporadas (78/79) e em 80 foi para o Tanabi, onde sagrou-se vice-campeão da Terceira Divisão e ajudou a equipe da região a subir para a Segundona. Ficou no time tanabiense até 83, quando pendurou a chuteira, aos 39 anos de idade, e iniciou a carreira de técnico, substituindo o demitido Valter Zaparolli.
Deu seqüência à carreira de treinador e também comandou o Santa Fé, equipe júnior (sub-20) do Londrina, Lemense, Paranavaí, Penapolense, Matonense (campeão da Segunda Divisão de 1989), Guararapes, Pirassununguense, Votuporanguense e Oeste de Itápolis. Esteve no comando das categorias de base do Rio Preto em 1995 e chegou a dirigir o time principal em algumas partidas, mas sofreu um baque com a morte da mulher, Maria Aparecida, vítima de câncer no intestino. Ainda trabalhou em escolinhas de futebol mantidas pela Prefeitura de Rio Preto. Entre 1997 e 2004, orientou garotos de 10 a 14 anos de idade, no Clube Monte Líbano. Retornou ao Rio Preto/Derac, onde ficou até outubro de 2005. Noriva casou-se novamente, com Natalina Pellegrini. Pai de Alair Cristina e Carlos Alexandre, avô de Ingrid Mariá, Vanessa, Alexandrinho e Paulo Henrique, e padrasto de Carine e Roni, Noriva aposentou-se em 2004, mas espera novas oportunidades para trabalhar como treinador ou instrutor de escolinhas. “Acho que ainda posso colaborar muito com o futebol.”

História do Clube Atlético Linense

O Clube Atlético Linense passou seus primeiros anos participando de competições amadoras regionais. À partir do ano de 1944 ingressou em competições organizadas pela Federação Paulista de Futebol. Ao lado de treze equipes disputou, nesse ano, o Campeonato Amador do Interior, quando o Guarani Futebol Clube sagrou-se campeão.
À partir de 18 de maio de 1947, o Linense passou a disputar o primeiro Campeonato de Profissionais do Interior, quando a Federação Paulista de Futebol decidiu profissionalizar determinados clubes do Estado. No ano seguinte, com a criação da Lei de Acesso (17 de janeiro de 1948), o clube Campeão do Interior (que a partir de então passou a se chamar "2ª. Divisão de Profissionais") passou a ter a oportunidade de disputar a 1ª Divisão.

Desta forma, no ano de 1948, já profissionalizado, o C.A. Linense logrou chegar à final contra o XV de Piracicaba, sagrando-se Vice-Campeão, diante da derrota sofrida (5 a 1), permanecendo, então, na 2ª Divisão. Nos dois anos que se seguiram, nosso Elefante conseguiu um desempenho bastante notório, tendo sido Campeão de seu setor, tanto em 1949 quanto em 1950, quando o Campeonato contava com 42 clubes divididos em três grupos de 14 equipes, das quais os Campeões se enfrentariam na fase final. Já em 1951, em outra campanha promissora, o Linense chegou à final do campeonato, ficando novamente com o título de Vice-Campeão, diante da derrota por 4 a 2 para o XV de Jaú.
Finalmente, no ano de 1952, sagrou-se Campeão da 2ª. Divisão, derrotando a Associação Ferroviária de Esportes por 3 a 0 em memorável partida realizada no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, alcançando pela primeira vez em sua história a 1ª Divisão.



Fonte: http://www.calinense.com.br/

C.R. Vasco da Gama

Crédito: netvasco.com.br/mauroprais/vasco/jogoes7.html

Selevascão, campeã do Brasil
Vasco 1x0 São Paulo (Campeonato Brasileiro 1989)

Uma festa inesquecivel. Quinze anos depois de conquistar pela primeira vez o titulo de campeao brasileiro, o Vasco repetiu a facanha de forma dramatica no Morumbi, na tarde do dia 16 de dezembro de 1989, um sabado. So' que desta vez, ao contrario da decisao de 74, o Vasco era apontado como favorito.
A vitoria por 1 a 0 sobre o Sao Paulo, confirmando o seu favoritismo na decisao do Campeonato Brasileiro de 1989, foi bem ao estilo do time: com tecnica, garra e uma incrivel aplicacao tatica que superou todos os obstaculos durante a competicao e fez a alegria da sua torcida. Sempre confiante, invadiu o Morumbi e comemorou o titulo cantando o hino do clube

Nao ficou duvida. Era mesmo uma selecao. Que outro clube teve a ousadia de contratar tantos craques? Gente como o espetacular Bebeto, autor de gols memoraveis; o classico zagueiro equatoriano Quinonez; o incansavel lateral Luiz Carlos; e o experimentado Tita, que deu a consistencia necessaria ao meio-campo - essa gente se juntou a nomes respeitaveis. Como ao frio goleiro Acacio, ao cada vez mais brilhante Mazinho, ao talentoso Bismarck e ao oportunista Sorato. O tecnico Nelsinho foi entrosando as novas contratacoes aos demais durante a competicao, para surgir o que a torcida pedia: um time cheio de solucoes para qualquer problema e, por vezes, brilhante. Ao longo da competicao, o Vasco usou varias escalacoes, com os reservas sempre a altura dos titulares. E o resultado do investimento so' podia ser este mesmo: Sele-Vasco com mais um trofeu no armario.

Verdade que perdeu para Palmeiras e Flamengo e empatou alguns jogos em casa - foram oito vitorias, oito empates e duas derrotas antes da final. Mas o importante foi ir acumulando pontos. Time de melhor campanha de todo o campeonato, o Vasco, vencedor do Grupo B, foi para a decisao com o Sao Paulo, vencedor do grupo A, com um ponto de vantagem. O Sao Paulo precisava nao perder a primeira partida para forcar um segundo jogo na quarta-feira seguinte. O regulamento dava ao Vasco, ainda, o direito de indicar o local da primeira partida, e os dirigentes se decidiram pelo Morumbi, deixando a segunda partida, se necessaria, para o Maracana.

Diante de um publico de 71.552 pagantes, o Vasco entrou em campo de camisa preta, calções pretos e meias brancas, formando com Acacio; Luiz Carlos Winck, Marco Aurelio, Quinonez e Mazinho; Ze' do Carmo, Marco Antonio Boiadeiro, Bismarck e William; Sorato e Bebeto. O São Paulo, do tecnico Carlos Alberto Silva, jogou de branco, com Gilmar; Neto, Adilson, Ricardo Rocha e Nelsinho; Flavio, Rai' e Bobo^; Mario Tilico, Nei e Edivaldo. O arbitro foi Wilson Carlos dos Santos, auxiliado por Joao Batista Byron e Daniel Fernandes.

Para ganhar a partida do Morumbi e o titulo, o Vasco explorou a vantagem proporcionada pelo regulamento. O goleiro Acacio, com tres defesas importantes em momentos decisivos da partida, foi o principal destaque. Mas o oportunismo de Sorato, autor do gol de cabeca aos 5 minutos do segundo tempo; o talento de Mazinho, que alem de nao deixar jogar a Mario Tilico, o mais perigoso atacante do Sao Paulo, ainda conseguiu espacos para ajudar seus companheiros no ataque; a velocidade de raciocinio e o toque de bola de Bebeto, cuja simples presenca manteve os zagueiros adversarios atrás apos o gol do Vasco; a garra de Marco Aurelio, que mesmo cometendo algumas falhas foi mais um a colocar o coracao na ponta das chuteiras; e a aplicacao de todo o time, foram fundamentais para a conquista.

O nervosismo dos jogadores do Sao Paulo foi um adversario a mais para o time. Flavio, Raí e Bobô, jogadores habilidosos, erraram muitos passes e cometeram faltas que, normalmente, so' sao feitas por quem nao tem tecnica. O individualismo de Edivaldo, que correu por todo o campo, mas tentando sempre resolver o jogo sozinho, foi outro ponto negativo. Com Mario Tilico muito bem marcado por Mazinho, restou ao time contar com as jogadas de Nei, mas este esbarrou sempre no goleiro Acacio, em grande dia. Na defesa, com excecao de Ricardo Rocha, que ficou cansado de tanto reclamar dos companheiros, ninguem esteve bem. Os laterais Neto e Nelsinho, alem de abusarem da violencia, nao foram eficientes no apoio. E o zagueiro Adilson falhou no gol de Sorato, ao deixar o atacante do Vasco livre para cabecear.

O Vasco iniciou a partida empregando uma estrategia inteligente armada pelo tecnico Nelsinho, que se despedia da direcao do time para trabalhar na Comissao Tecnica da selecao brasileira. Seu time tratou de sair para o ataque e bloquear as jogadas no meio de campo com a utilizacao de quatro jogadores - Ze' do Carmo, Boiadeiro, Bismarck e William -, mantendo Bebeto aberto pela ponta direita e Sorato caindo pelo setor esquerdo. Com isso passou a ter o dominio do jogo, enquanto os jogadores do Sao Paulo apelavam para as faltas.

Aos 7 minutos, Mazinho lancou livre William, que deixou Bismarck livre dentro da area. Ele se atrapalhou na hora de chutar e perdeu a oportunidade. O dominio do Vasco durou ate' os 20 minutos, quando o time inexplicavelmente recuou. Foi a vez de o meio de campo do time paulista, com Rai' e Bobo^, comecar a criar jogadas explorando os lancamentos para Mario Tilico, pelo lado direito, e Edivaldo, pelo esquerdo. Mas o time falhava nas conclusoes.

A melhor chance do Sao Paulo neste periodo foi aos 29 minutos, quando Nei, em jogada individual, driblou tres jogadores, entrou na area e chutou rasteiro para Acacio defender. Aos 34 foi Bobô, que driblou Marco Aurelio, chutou, Acacio defendeu e soltou e o mesmo Bobô completou de bicicleta para fora. O primeiro tempo acabou com o Sao Paulo pressionando e o Vasco fechado em sua defesa, resistindo com bravura.

O jogo ficou dramatico no segundo tempo. Logo aos cinco minutos, em jogada de raro talento, Ze' do Carmo tocou para Boiadeiro, que viu Luiz Carlos Winck solto na ponta direita. O passe saiu preciso, o lateral avancou e cruzou com perfeicao. A bola passou por Bebeto e foi parar na cabeca de Sorato, que completou no canto direito de Gilmar. Apos o gol, o Vasco recuou para explorar os contra-ataques e o Sao Paulo partiu com disposicao para o ataque. Mas seu time nao contava com "Sao Acacio". Aos 26 minutos, Neto cobrou falta pela direita e Nei cabeceou dentro da area com forca. Acacio espalmou, a bola bateu na trave esquerda e saiu. Aos 35, foi a vez de Mario Tilico chutar e o goleiro defender bem. Aos 39, nova defesa a corner em cabecada de Nei.

A tarde era mesmo do Vasco, que desperdicou um contra-ataque precioso com Bismarck solto dentro da area. O final foi emocionante. O arbitro Wilson Carlos dos Santos deu tres minutos e meio de desconto ate' segurar a bola.

Com o trofeu de campeao brasileiro passando pelas maos de todos os jogadores, a comecar pelas do capitao Ze' do Carmo, o time do Vasco deu a volta olimpica no gramado do Morumbi em meio a uma grande festa. Por diversas vezes o grupo teve que parar para posar para fotografias e para agradecer os aplausos dos torcedores, inclusive os do Sao Paulo, que reconheceram o merito da conquista pelo time carioca.

A emocao tomou conta dos milhares de torcedores que viajaram ate' Sao Paulo para incentivar o time e tambem dos jogadores. Um dos mais festejados era Sorato, que entrou para a historia do clube por marcar o gol do titulo. Por coincidencia, vestindo a camisa 7, mesmo numero da utilizada pelo falecido Jorginho Carvoeiro quando marcou o tento da vitoria por 2 a 1 na final de 74 contra o Cruzeiro. Somente o palco da festa era diferente: em 74, o Vasco foi campeao no Maracana; em 89, no Morumbi. Em vibracao, nada mudou. E os gritos de "casaca" ecoaram no estadio do adversario. Vasco campeão, com a torcida saindo em festa pelas ruas de Sao Paulo.


A.A. Internacional de Limeira


Em pé: Silas, Pecos, Juarez, João Luiz, Manguinha, Boliívar e o técnico Pepe
Agachados: Tato, Kita, Gilberto Costa, João Batista e Gilson Gênio.

Crédito: http://www.miltonneves.com.br/

No dia 3 de Setembro de 1986 a Associação Atlética Internacional, mais conhecida por «Inter de Limeira», chocou tudo e todos. Em pleno Morumbi, a A.A. Inter de Limeira despachou o Verdão e tornou-se a primeira equipa do interior a vencer um Paulistão.
Esta final foi disputada em duas mãos, ambas no Morumbi – porque o recinto da Inter foi dado como não suficiente para receber uma final desta grandeza. No primeiro jogo as equipas não foram além do empate, e os ataques saíram em branco.
Contudo, no segundo encontro, ambas as equipas marcaram, mas as coisas não correram bem para o Palmeiras. Foi o elenco leonino, como também é conhecida a equipa da Inter, quem terminou em vantagem, arrebatando o troféu e impedindo o Palmeiras de encerrar o jejum de 10 anos sem títulos. Ao título de Campeão Paulista, a Inter juntou o título de artilheiro do torneio, que foi ganho por Kita, com 24 golos em 39 jogos.
Foi a época mais sensacional da história da A.A. Internacional. Esse Campeonato Paulista jamais será esquecido pelos jogadores da Inter que nele participaram ou pelas gentes dessa terra do interior do estado de São Paulo chamada «Limeira». Aproveitamento: 42 jogos, 21-14-7, 59-33 em golos, 56 pontos, incluindo a meia-final (2-0 e 2-1, contra o Santos FC) e a final (0-0 e 2-1, contra o Palmeiras).

Súmula da 2.ª Mão da Final:

Palmeiras – Internacional de Limeira, 1-2
Golos: Kita (50m), e Tato (54m), para a Inter; Amarildo (74m, g.p.), para o Palmeiras.
Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi).
Data: 03-Set-1986.
Árbitro: Dulcídio Vanderley Boschilla.
Assistência: 68.564.
Receita (renda): Cz$ 2.443.610,00.
Palmeiras: Martorelli, Diogo (Ditinho), Márcio, Amarildo, e Denis, Lino (Jorge Mendonça), Gerson, e Jorginho, Mirandinha, Edmar, e Éder / Treinador: Carbone.
Internacional de Limeira: Silas, João Luís, Juarez, Bolívar, e Pecos, Manguinha, Gilberto Costa, e João Batista (Alves), Tato, Kita, e Lê (Carlos Silva) / Treinador: Pepe.

Fonte: http://equipas-do-passado-1850.blogspot.com/

Grêmio Maringá


Em pé; Wagner, Valdir, Nilo, Cleber, Assis, Alberico e Duílio
Agachados: Freitas, João Marques, Itamar, Nivaldo, Marquinhos e Bambinha

http://desenvolvimento.miltonneves.com.br

Nivaldo foi campeão paranaense de 1977 pelo Grêmio Maringá, o último estadual conquistado pelo clube no norte do Estado.

Nivaldo

Nivaldo Carneiro Rodrigues, o Nivaldo, nasceu em Marília, interior paulista, em 1º de julho de 1955. Teve uma carreira de sucesso com destaque para os oito anos em que defendeu o Atlético Paranaense (1979 a 1986), mas carrega até hoje uma tristeza dos tempos de bola. Em 1978, quando atuava pelo Grêmio Maringá, o meia-esquerda dividiu casualmente a bola com o zagueiro Valtencir em uma partida contra o Colorado, lance que resultou em tragédia. Ao cair no gramado, Valtencir sofreu ruptura da coluna cervical, e faleceu quase que instantaneamente. “Não tive culpa pelo que aconteceu, fui inocentado por todos. No entanto, ninguém gosta de estar associado a um lance como esse”, diz o ex-jogador. Atualmente residindo em Curitiba, é proprietário de uma empresa de engenharia que trabalha com edificações, além de atuar como comentarista esportivo da RPC, que retransmite o sinal da Rede Globo.

Ao contrário da imensa maioria dos atletas, Nivaldo sempre se preocupou em estudar simultaneamente à carreira. Assim, quando começou no Marília, já mentalizava a faculdade de Engenharia como prioridade. Foi estudar em Bauru, e precisou abandonar o MAC. Só retornou ao futebol seis meses depois no Noroeste. De lá seguiu para o Grêmio Maringá, onde conquistou o título paranaense de 1977. “Dar a volta olímpica por um clube do interior é muito diferente. Lembro que quando voltamos a Maringá após a decisão contra o Coritiba, fomos recebidos às 6 horas da manhã por uma multidão”.

A passagem pelo Atlético Paranaense foi a mais marcante da carreira. Oito anos com direito à conquista de três títulos estaduais, em 1982, 83 e 85. Por sinal, em 1985 o próprio jogador pediu para permanecer no rubro-negro a fim de concluir a faculdade. Abriu mão do salário alegando impossibilidade de treinar no período da manhã. O clube resolveu mantê-lo sem cortar seus vencimentos.

No ano seguinte, foi negociado com o Coritiba. Mas a grande rivalidade entre os dois gigantes paranaenses atrapalhou seu rendimento no Couto Pereira. “O presidente Evangelino Neves disse certa vez que vários conselheiros estavam insatisfeitos com a minha presença no clube. Como eu também já queria parar com a bola e iniciar vida nova, acertei a rescisão contratual sem custo para nenhuma parte. Até porque, naquela época futebol não dava dinheiro”.

Por Marcelo Rozenberg

O Grêmio Maringá é uma das forças do futebol do interior do Paraná, representando uma cidade com mais de 300 mil habitantes e um pólo econômico estruturado a partir de imigrantes japoneses, no Noroeste do Estado.
O período de ouro do futebol em Maringá coincidiu com o auge da cafeicultura. Foi na década de 60, quando o Grêmio sagrou-se bicampeão estadual, em 1963 e 1964, e conquistou um dos títulos mais cobiçados do futebol brasileiro: o Robertinho, em 1968.
Essa competição reuniu clubes do Centro-Sul, Norte e Nordeste do País, que não disputavam a competição nacional, o Roberto Gomes Pedrosa. Na decisão, o Grêmio derrotou nada menos que o Santos, de Pelé.

A primeira fase do Grêmio terminou em 1972, quando foi substituído pelo Maringá Esporte Clube. O clube voltou em 1974 com força total, tanto que obteve a sua maior conquista estadual: o título de campeão paranaense de 1977, impedindo o heptacampeonato do todo-poderoso Coritiba.
Depois de um período licenciado, quando a cidade foi representada por Maringá Atlético Clube e Maringá Futebol Clube - entre 1995 e 2000 -, o "Galo", como ficou conhecido nas décadas de 60 e 70, voltou com força total em 2001 e conquistou a Segunda Divisão, o que o reconduziu o grupo de elite do futebol paranaense. (foto)
O Grêmio Maringá é a única agremiação paranaense de propriedade de apenas uma pessoa. Depois de fracassadas tentativas de parcerias com Paraná e Atlético, o clube vendeu os direitos federativos ao empresário e ex-jogador Aurélio Almeida, que o transformou em clube-empresa com o nome de Grêmio S/A. O preço da negociação, em 2002, foi de R$ 260 mil, por tempo indeterminado.Em 2002, o clube foi vendido ao empresário Aurélio Almeida, por R$ 260 mil, e se transformou em Grêmio Maringá Sociedade Civil.

- Gremio Esportivo Maringá, Fundado em 07/07/1961, campeao paranaense em 1963 e 1964 e depois trocou de nome para Gremio de Esportes Maringa, Campeao em 1.977.
- Gremio Esportivo Paranaense, Fundado em 30/09/1961
- Gremio Esportes GEM, Fundado em 31/01/1998, atual gremio campeao da segunda de 2001.
Grêmio Maringá S/C - o atual...

Fonte: http://www.arquivodeclubes.com/pr/gremiomaringa.htm
Fonte: http://desenvolvimento.miltonneves.com.br

E.C. Siderúrgica


Em pé: Djair, Edson, Chiquito, Zé Luiz, Dawson e Geraldino.
Agachados: Ernani, Silvestre, Paulista, Noventa, Tião.
Crédito: http://www.campeoesdofutebol.com.br/

O treinador da equipe neste campeonato foi Iustrich.

A História

O Esporte Clube Siderúrgica, organizado para ser um Clube de Recreação Esportiva, foi fundado em 31 de maio de 1930, pelos funcionários da Companhia Siderúrgica Belgo Mineira. A Companhia Siderúrgica Belgo Mineira foi, sem dúvida nenhuma, fiel patrocinadora do Clube, empenhando-se para o aprimoramento dos diversos departamentos do Clube, principalmente seu quadro de atletas profissionais. Contribuindo materialmente e financeiramente, possibilitou aos atletas satisfação, alegria e aprimoramento técnico e físico.

No decorrer do seu alto patrocínio, conseguiu dar ao Esporte Clube Siderúrgica, o primeiro título de sua história. Foi em 1932, quando sagrou-se Campeão Mineiro da 2ª divisão de futebol pela Liga Mineira de Desportos Terrestres, aderindo ao profissionalismo em 1933. Manteve o departamento de tênis, que teve sua criação em 1940, que contou com grandes atletas e honrou liderança nos certames estaduais. Manteve os departamentos de basquetebol e voleibol, que floresceu no ano de 1947, sagrando-se campeão do torneio extra da FMF. Manteve o departamento de futebol de salão, sagrando-se campeão estadual em 1960 e 1962

Mas em 1967, com a revolução industrial no país, viu-se a empresa obrigada a cessar o patrocínio do departamento de futebol profissional, preferindo manter apenas os departamentos de amadores do Clube, pondo fim a 34 anos de fidelidade e deixando o Esporte Clube Siderúrgica em dificuldades e sem condições de prosseguir sozinho.

A história do Esporte Clube Siderúrgica não se resume simplesmente aos fatos do esporte. Houve e há nas atividades da Agremiação, uma finalidade maior que é a de competir para alcançar o triunfo, já que os seus dirigentes reconhecem não ser o êxito numérico das lutas o único resultado capaz de traduzir valor de um concorrente. Uma escola diferente, de ideal o mais puro, educa as gerações esportistas do clube, na qual jamais houve ambiente para interesses outros, senão os da legítima esportividade.

Títulos

Campeonato Mineiro: 1937, 1964
Torneio Início: 1942,1951,1956,1965

Fonte: http://www.sabaranet.com.br/

Vila Nova F.C.

Em pé: Duílio, Naves, Maurício, Nenê, Jorge Fernandes e Lúcio Frasson
Agachados: Róbson, Fernandinho, Sérgio Tuíra, Nivaldo e Paulo Moisés.

Equipe do Vila Nova que venceu o Goiânia por 4 a 1 na década de 70

Crédito: http://desenvolvimento.miltonneves.com.br/
Uma história de paixão e vitórias
Um clube vitorioso como o Vila Nova Futebol Clube só poderia ter uma história rica e fascinante. Portanto, temos o prazer de contar um pouco mais da nossa trajetória de lutas e, principalmente, de conquistas. Tudo começou quando, em 1938,quando o padre José Balestiere fundou a Associação Mariana, um clube amador com o objetivo de incentivar o congraçamento das comunidades católicas e propiciar entretenimento à população.
Entusiastas do então clube amador Associação Mariana aceitaram o desafio de fundar um time para representar o bairro conhecido como a vila mais famosa, a Vila Nova, entre eles os pioneiros Francisco Ferraz de Lima, Boaventura Moreira de Andrade, Luiz Rasmussen, Pedro Cavalvante, Garibalde Teixeira, José Balduino, além do próprio Pe. José Balestiere e muitos outros. A fundação oficial do clube veio no ano de 1943, quando pelas mãos do coronel Francisco Ferraz Lima, com a água benta do Pe. Giuseppe Balestiere e a benção de Gercina Borges, mulher de Pedro Ludovico Teixeira, conhecida como a “mãe dos pobres”, nasce o clube que, em breve, seria o mais popular do Centro-Oeste. Nesse mesmo ano, o Vila Nova foi inscrito na Federação Goiana de Desporto (FGD), inclusive participando de competições no mês de Julho.
Entre 1950 e 1955, o clube disputou torneios de várzea e, em 1958, sob o comando de Onésio Brasileiro Alvarenga e Teodorico José da Silva, alcançou a terceira colocação no Campeonato Estadual, resultado dos investimentos no departamento de futebol. O primeiro título veio no ano de 1961 e, daí em diante, o tigrão não parou mais. No dia 13 de Março, o Vila Nova sagrou-se campeão do octogonal Goiânia/Anápolis. Já no dia 21 de Maio, conquistou a Taça Cidade Goiânia e comemorou o título de campeão goiano no dia 17 de Dezembro.
Durante mais de 60 anos de história, foram conquistados mais de 140 troféus de campeão, 58 taças de vice, além de 10 terceiros lugares em competições regionais, estaduais e nacionais. Uma história gloriosa, uma torcida apaixonada e um futuro vitorioso são marcas do Vila Nova Futebol Clube.
Títulos
Campeão Brasileiro Terceira Divisão: 1996 (Invicto)
Campeão Goiano: 1961/62/63, 1969, 1973,1977/78/79/80, 1982, 1984, 1993,1995, 2001 e 2005 Campeão da Copa Goiás: 1969,1971,1976;
Campeão da Copa Leonino Caiado: 1977, 1979 e 1981;
Campeão da Taça Cidade de Goiânia: 1961/62, 1972;
Campeão da Taça Goiás: 1966;
Campeão do Torneio Goiânia-Anápolis : 1963 e 1964;
Campeão do Torneio Início para o Campeonato Goiano: 1961, 1963, 1965, 1967, 1969, 1972 e 1973
Campeão da Taça João Paulo II: 1980;
Campeão do Torneio Diário Associados: 1961 e 1962
Campeão do Troféu Independência: 1972;
Campeão do Torneio Otávio Lage: 1967
Campeão do Quadrangular Internacional Joaquim Coelho : 1970
Campeão do Quadrangular João de Brito Guimarães: 1967
Campeão do Torneio Escola Técnica Federal de Goiás: 1976
Campeão do Torneio Seletivo para o Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão: 1977
Campeão da Segunda Divisão Goiana: 2000
Campeão Goiano de Juvenis: 1969/70,1973/74, 1976,1987,1993, 1998,1999,2002
Campeão da Taça Mané Garrincha de Juvenis: 1989,1992,1999,2000,2003,2004
Campeão Goiano de Juniores: 1980,1985,1987,1991/92,1999,2000,2003 e 2005
Campeão Taça Goiás de Juniores: 1998, 2001 e 2004
Campeão da Taça Governador Maguito Vilela; 1997;

sábado, 27 de dezembro de 2008

ABC


Em pé: Floriano, Sabará, Edson, Domilson, Gonzaga, Maranhão
Agachados: Libânio, Edivaldo, Alberi, Danilo Menezes, Morais

O grande esquadrão do ABC de Natal campeão potiguar de 1972 onde predominava o uruguaio DaniloMenezes que comandava com maestria o time. Ele veio do Vasco da Gama juntamente com o ponta esquerda Morais.
Nesta esquadrão também se destacava o centro avante Alberi.

Alberi, o craque que encantou o RN

Por Everaldo Lopes - Repórter e Pequisador
O pernambucano Alberi divide com Jorginho a indicação pelo torcedor abecedista, como dois dentre os maiores jogadores que já passaram pelo clube Alvinegro, ao lado de outros fora de série indiscutíveis, como Dequinha, Albano, Ribamar, Ney Andrade, Sérgio Alves, Odilon, Wallyson, entre tantos.
Todos eles tiveram suas épocas, com o detalhe de uma quase seqüência cronológica. Jorginho e Dequinha chegaram em 1947/48 e pararam 20 anos depois, enquanto Alberi chegava no começo de 68 e se despedia já quase na metade dos anos 80, precisamente 1985, com passagem mais longa pelo ABC, dois anos no América, e temporadas curtas no Alecrim e Baraúnas, além de rápidas saídas para o futebol alagoano, cearense, sergipano e amazonense. Foi cria do Santa Cruz/PE, onde começou e saiu quase júnior em 1967 (aos 23 anos) para o ABC.

O pesquisador natalense Newton Alves, tem participação importante nesta matéria pela demorada pesquisa de todo o período em que o craque esteve em atividade, colhendo dados do camisa 10 no Recife, Campina Grande, Mossoró, Ceará e Aracaju, deixando de viajar apenas a Manaus, onde Alberi atuou durante o Campeonato Nacional de 1974, defendendo o Rio Negro FC.
Alberi forma num pequeno grupo de jogadores não nascidos no RN, mas que aqui se projetou, como foram os casos do ponta esquerda Lula (pernambucano) e Danilo Menezes (uruguaio). Foi defendendo o ABC que Alberi chegou à Bola de Prata da Revista Placar, em 72, vários títulos conquistados pelo ABC e um pelo América (77), ídolo inconteste, sendo amplamente homenageado pelo ABC, em várias ocasiões. Só falta ser nome de rua, porque um dos campos de treinamento do ABC, no complexo “Maria Lamas Farache” tem o nome do antigo craque. Mesmo sem ser considerado homem gol, foi artilheiro do Estadual em 1970 e 72, somando 283 gols feitos como profissional. Estranhamente, apesar do excelente biotipo, não foi um bom cabeceador, tendo uns cinco a seis gols de cabeça em toda sua carreira.

Um dos grandes times que formou foram em 1973, o ABC tetracampeão, com Erivan, Sabará, Edson, Telino e Anchieta, Maranhão, Danilo Menezes e Alberi, Libânio, Jorge Demolidor e Moraes. Campeão pelo América em 77, com Cícero, Ivan Silva, Joel Santana, Argeu e Olímpio, Zeca, Alberi e Garcia, Ronaldinho, Aloísio e Soares. O histórico do craque pernambucano mostra seus últimos jogos defendendo clubes do RN. Em 79, formava no Alecrim FC, neste time: Batista, Ivan Montenegro, Valter Cardoso, Luisão e Gonzaguinha, Nilson e Betinho, Natan, Alberi, Jacó e Edmilson (Abel), jogo disputado dia 28/08/79, no Machadão, empate de 0x0, arbitragem do cearense Manoel Araújo.
E
m 78, Alberi vestiu a camisa do Baraúnas no Estadual, sendo esta uma das formações com o cracaço pernambucano: George, Orlando, Cabrera, Nivaldo e Assis, Edmundo e Zé Augusto, Saneguinho, Alberi, Roberto Costa e Nego Chico (Severinho). Alberi integrou a seleção do século, do ABC, com grande votação de torcedores, dirigentes do clube e jornalistas esportivos, uma promoção da TRIBUNA DO NORTE na virada do século. É esta a seleção do século do ABC, eleita em 2000: Hélio Show, Sabará, Edson, Alexandre Mineiro e Marinho Chagas, Maranhão, Danilo Menezes e Alberi, Jorginho, Silva e Reinaldo.
Apesar de ter defendido várias camisas, Alberi só conseguiu títulos estaduais pelo ABC e pelo América. Não quis enveredar na profissão de treinador, porque até ele mesmo reconhece não ter a palavra fácil. Ídolo inconteste, não conseguiu, entretanto, impor-se como um líder no gramado, faltando-lhe um pouco de espírito de liderança, além de revelar certa timidez, daí ter encontrado dificuldades financeiras logo após parar, com uma aposentadoria pequena da Prefeitura do Natal. Pela bola que foi, e pelo que aprendeu em tantos anos jogando, tinha tudo para vencer como treinador. Inclusive, um nome famoso.

Com o advento do “Maria Lamas”, Alberi viu melhorar sua aproximação com o seu antigo clube. É sabido que o pernambucano sempre confessava a amigos que não recebia o carinho do ABC.
Em 1993, o falecido jornalista esportivo Rubens Lemos assim se referiu ao ídolo: “O som estridente do pagode no rádio impede qualquer contato normal com o mundo exterior. Entrar na casa número 36 da rua Francisco Cruz, em Morro Branco, requer disposição e paciência para bater palma e entrar. O senhor Alberi Matos, 48 anos, dispensa visitas e faz questão de dividir um exílio angustiante com a mulher, dona Marluce e os sete filhos. Tem sido assim há pelo menos 10 anos.1993 tinha tudo pra ser comemorado, já que há exatos 21 anos o dono da casa recebia a Bola de Prata da Revista Placar, como o melhor avançado do Campeonato Brasileiro de 72, uma espécie de Oscar do futebol brasileiro. Alberi tinha outro motivo para festejar 1993. Os 25 anos de um amor não correspondido com o ABC FC. Bodas de Prata sem festa nem champanhe, por obra e graça dos cartolas que sugaram e esqueceram o ídolo de duas gerações de norte-rio-grandenses”.

Em 1985, amigos de Alberi promoveram um jogo de despedidas contra o Botafogo/PB (0x0) mas nada deu certo. Talvez publicidade mal feita, pouca gente foi ver o adeus do famoso camisa 10, que merecia estádio cheio. O jogo do adeus teve um pouco mais de 1.500 pagantes num Machadão que comporta mais de 35 mil, estando no time “amigos de Alberi”, Pavão (goleiro), Luiz, Jailson, Zé Neto, Valdecy, Tiê, Carlinhos Mocotó, Ademir Patrício, Severinho e Djalminha. Técnico, Erandyr Montenegro.

Com todo futebol que tinha pra mostrar, assim mesmo Alberi passou dois no ABC sem ganhar título. Em 1968 o campeão foi o Alecrim, em 69 chegou a vez do América, o famoso título do gol de Alemão quando os abecedistas já festejavam o “caneco”. O ABC tinha outro craque: Esquerdinha. Só que um jogador complicado, exibicionista. Deixou o clube acusado de fazer corpo mole, ao perder um gol, ele e a trave do “JL” no gol que dava para o lado da Hermes da Fonseca. Era este o time alvinegro: Erivan, Biu, Piaba, Ivan Matos e Cidão, Arandir e Esquerdinha, Batista, Alberi, João Galego e Burunga. No jogo decisivo, América 2x0.
Alberi teve algumas complicações com seu clube do coração. Certa vez, ao ganhar um fusca como luvas de um novo contrato, acabou acidentando-se numa virada do carro, passando algum tempo sem jogar. Durante boa parte de sua presença no ABC foi alvo de comentários ao ser citado como pouco valorizado ao reformar seus primeiros contratos e receber uma radiola ou pequenas importâncias a título de luvas. A imprensa até ironizava dizendo que o ídolo adorava os discos de Valdick Soriano. Seu maior amigo, padrinho e protetor foi José Prudêncio Sobrinho, inclusive responsável maior pela vinda do jogador do Santa Cruz para o ABC, em 1968.

Hoje, aposentado, se não está numa situação confortável, pelo menos melhorou bastante após fase crítica de quando vivia de um modesto emprego na antiga Fenat. Alberi teve camisetas vendidas com homenagem do clube, participando dos lucros, voltou a ter um carro. No Maria Lamas, o antigo ídolo é nome de CT e tem poster com sua foto.
O grande mérito de Alberi, além dos títulos, é a presença na Bola de Prata da Placar em 1972, sendo esta a equipe eleita pela revista: Leão, Marinho Peres, Figueroa, Beto e Marinho Chagas, Piazza, Ademir da Guia e Alberi, Osni, Zé Roberto e Paulo César Caju.
Alberi está hoje com 63 anos (Fontes: Everaldo Lopes e Newton Alves).

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/noticias/94305.html






C.R. Flamengo

Em pé:Leandro, Raul, Mozer, Figueiredo, Andrade, Junior
AgachadosLico, Adílio, Nunes, Zico e Tita
Crédito: www.butecodoedu.blogspot.com

Figueiredo
Ele começou a jogar futebol em times dente de leite do Palmeiras, porém, jamais chegou a ser um jogador profissional pelo Palmeiras. Este privilégio coube a outro clube brasileiro, o Flamengo, que lançou o jogador em 1979, em uma partida contra o Fluminense.

Em um time repleto de estrelas, como foi o Flamengo no início dos anos 80, Figueiredo não foi um dos maiores destaques daquela equipe. É bem verdade que o jogador não teve tempo suficiente para mostrar todo seu talento, uma vez que veio a falecer em um trágico acidente de avião, quando tinha apenas 23 anos.

Apesar de sua curta carreira, Figueiredo teve a oportunidade de comemorar os Brasileiros de 1980, 82 e 83, além da Libertadores da América e do Mundial Interclubes em 81. Sua última partida com a camisa rubro-negra aconteceu no dia 30 de novembro de 1984, quando o Flamengo foi derrotado pelo Fluminense pelo placar de dois a um.

Dados
Nome Completo: Claudio Figueiredo Diz
Dia do Nascimento: 23/12/1960
Local: São Paulo (SP)
Posição: Zagueiro
Número de Partidas pelo Fla: 152
Número de Gols: 0

Histórico
1974-1978 Palmeiras
1979-1984 Flamengo

Títulos
Pelo Flamengo
Campeonato Brasileiro:1980, 1982, e 1983
Taça Guanabara: 1980, 1981, 1982, e 1984
Campeonato Carioca: 1981
Taça Libertadores da América: 1981
Mundial Interclubes: 1981

Fonte: Flapedia

Moto Club de São Luis

Em pé: Samuel, Zé Roberto, Cabrera, Ribas, Zé Carlos e Wilson
Ajoelhados: Irineu, Gil Lima, Antônio Carlos Paulista, Raimundinho, Tião, Nilson Aragão e Hamilton
Sentados: Lupércio, Antônio Carlos Maranhense, Evandro, Tigrila, Cardosinho, Bassi e Giba

Esquadrão Tricampeão estadual do Maranhão (1981/82/83)

Crédito: http://www.diarioweb.com.br/
MOTO CLUB DE SÃO LUÍS
Fundação 13 de Setembro de 1937
Endereço Estrada Velha dos Vinhais 6, Residencial Vinhais IIICEP 65092-560 São Luís/MA Tel. (98) 2464856
Estádio Governador Castelo Branco(Castelão) - 75 000 -
Uniforme Camisa com listras horizontais vermelhas e pretas, calção e meias rubro-negras
Presidente Jandir Amin Castro
Apelidos "Papão do Norte", "Rubro-Negro da Fabril" e "Time Motense"
Mascote Bicho-Papão
O Moto Club surgiu como o nome de Ciclo Moto, com o objetivo de participar das modalidades de motociclismo, muito praticadas nos anos 30. O clube nasceu no dia 13 de setembro de 1937. Entre os pioneiros estavam nomes como João Batista Mouchrek e João Elias, que viu nascer o Sampaio Corrêa Futebol Clube, na década de 20, Simão Félix, Jaime Pires Neves, os professores Ambrósio e Newton Pavão, Alberto Aboud, Zé Mamá e João Lélis dos Santos. Um ano depois (1938) eles fundaram o Departamento de Futebol. Desse ano, até 1943, o Moto não conquistou nenhum título no futebol. Mas quando conquistou o primeiro título não parou mais. Foram sete títulos consecutivos e mais a alcunha de Papão do Norte, quando derrotou todos os adversários da região, em 1947. No ano passado, o clube saiu de um jejum que já durava três anos. Seu último titulo havia sido conquistado em 2001. Até hoje, o time rubro-negro conquistou 22 títulos estaduais.
Títulos
Campeão Maranhense: 1944/45/46/47/48/49/50, 1955, 1959/60, 1966/67/68, 1974, 1977, 1981/82/83, 1989, 2000/2001 e 2004 e Taça Cidade de São Luis 2003

E.C. Metropol


Em pé: Pedrinho, Nenm, Edson Madureira, Gibi, Amilton e Rubens
Agachados: Calita, Madureira, Edésio, Milton e Volnei.
1964
Crédito: http://portalpanorama.com/2008/07/11/saindo-do-bau/

ESPORTE CLUBE METROPOL

Fundado em 15/Novembro/1945
Endereço.: Pc Dr Nereu Ramos, 114, Criciuma/SC
Estádio: João Estêvão de Souza - cap.: 20.000
Fundado com o objetivo de abafar uma greve de mineiros e aproximar empregados e patrões através do esporte, o Metropol foi, na década de 60, o time mais vitorioso da cidade e do Estado. Com o patrocínio da Carbonífera Metropolitana (*), do mais bem sucedido empresário da época, o senhor Dite Freitas, o Metropol manteve a hegemonia do futebol catarinense durante toda a década e conseguiu importantes títulos para a cidade e para o estado de Santa Catarina.
A cidade de Criciúma aparecia nos jornais graças ao futebol, e a cidade era feliz por isso. Até um padre agradecia nos sermões de domingo pela benção chamada "Esporte Clube Metropol".
Apesar de encontrar-se fechado para o futebol profissional, atuando apenas no futebol amador da região da grande Criciúma, na Liga Amadora da Região Mineira (LARM), o clube METROPOL é considerado até hoje por muitos especialistas, jornalistas e torcedores o maior clube de futebol do estado de Santa Catarina, em vista das suas conquistas nos anos 60 e a excursão realizada pela Europa em 1962, um fato raro para a época em clubes fora do eixo Rio-São Paulo.
Não são raras manifestações de amor a este clube e de lembretes de sua grandiosidade naqueles tempos, principalmente por jornalistas esportivos mais antigos, como Roberto Alves e outros.
Foi o primeiro clube catarinense a se destacar como "o clube de Santa Catarina", ja que pessoas de todas as partes do estado torciam para o verdão do bairro metropolitana. O Departamento de futebol profissional foi desativado em 1969, após a conquista do campeonato catarinense daquele ano.
A polêmica de 1968Um episódio marcante da história do Metropol foi a forma como o clube foi desclassificado da extinta Taça Brasil. Em 1968, o Metropol enfrentou o Botafogo no Maracanã, pelas quartas-de-final, e perdeu por 6x1. O segundo jogo foi em Florianópolis no Estádio Adolfo Konder, pois o Estádio Euvaldo Lod em Criciúma não tinha condições de abrigar esta partida. Neste jogo, a vitória foi do Metropol por 1x0. Com isso teria de haver um terceiro jogo no Rio de Janeiro. O time viajou para fazer a terceira partida na Guanabara, mas chovia muito e, a partida que estava empatada por um gol foi suspensa aos 10 minutos do segundo tempo. A CBD mandou o Metropol pra casa e avisaria o dia do próximo jogo (ou continuação da partida), e avisaram, só que na véspera do jogo, não tendo como o Metropol comparecer (não daria tempo). O Botafogo ficou com a vaga e disputou a semifinal com o Cruzeiro passando a final e vencendo o Fortaleza, ficando com o título.
Títulos
Taça Brasil (Sul): 1968 Campeonato Catarinense: 1960, 1961, 1962, 1967 e 1969 Torneio da LARM (*): 1960, 1961 e 1963 Torneio Inicio da LARM 1962 e 1963
Outras Conquistas
Taça Santa Bárbara (SC): 1962 Torneio Cinquentenário do Juventude (RS): 1963 Torneio 50 Anos Fund. Distrito Forquilhinha: 1962

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

América F.C. (RJ)

Em pé: Mareco, Beto, Tereso, Rogério, Alex, Álvaro, Geraldo, Ivo e Orlando Lelé
Agachados: Flecha, Bráulio, Renato, Mauro, Luizinho Lemos, Edu Coimbra e Gílson Nunes
Crédito: http://desenvolvimento.miltonneves.com.br/
Neste esquadrão americano campeão da Taça Guanabara de 1974, uma das mais fortes equipes de sua história, temos grandes jogadores vitoriosos pelo Brasil afora.
O zagueiro Alex, o maio zagueiro da história do América que durante anos honrou a camiseta vermelha; Orlando Lelé e Geraldo foram para o Vasco da Gama e ajudaram sua equipe a tomar só 5 gols em todo o campeonato carioca de 1977 onde foram campeões; Flecha teve uma boa passagem pelo Grêmio de onde veio do seu rival o habilidoso meio campo Bráulio; Luizinho Lemos, irmão de Cesar Maluco, atacante do Palmeiras foi o maior artilheiro do América e teve uma brilhante participação pelo Flamengo. Gilson Nunes, campeão carioca de 1964 pelo Fluminense e de 1970 pelo Vasco da Gama sob o comando de Tim.

Edu Coimbra
Eduardo Antunes Coimbra, o Edu, não pode ser reconhecido na história por ser um dos irmãos de Zico, o maior ídolo do Flamengo em todos os tempos. Meia habilidoso, Edu foi um dos grandes jogadores do futebol brasileiro nos anos 60 e 70.
Ele começou a carreira no América, clube em que jogou profissionalmente entre 1966 e 1974. Pelo time alvi-rubro, ele marcou 212 gols, mas não conquistou nenhum título.
"O Edu queria me levar para o América, mas apareceu o Flamengo e achei melhor jogar no meu time de coração", conta Zico.
Depois do América, Edu passou rapidamente pelo Vasco da Gama, em 1975, e foi defender o Bahia, no mesmo ano. Aliás, o único título como jogador conquistado por Edu foi vestindo a camisa do Tricolor da Boa Terra: o estadual de 75.
Em 1976, ele foi contratado pelo Flamengo, mas esteve distante de ser o mesmo jogador brilhante dos tempos do América. Também jogou no Colorado (PR), no Joinville (SC), no Brasília (DF) e no Campo Grande (RJ), seu último clube.
Edu encerrou a carreira de jogador em 1981 e começou a de treinador. Chegou a dirigir grandes equipes do futebol brasileira, entre elas o Vasco da Gama. Também foi auxiliar-técnico de seu irmão Zico na Seleção Japonesa.

Rio Branco F.C.


Time Campeão da Copa Norte 1997.
Em pé: Sampaio, Romison, Marcão, Sandro, Cairara, Nego, Papelin, e Acosta.
Sentados: Marinho, João Paulo, Leli, Mundoca, Ricardinho, Leonardo, Tangará, J. Maria, e Moisés.
No chão: Mássimo, Miquinha, Marcelo, Palmiro, Odinei e Edíli. Foto: Site RB

Crédito: www.arquivodeclubes.com/ac/riobranco.htm

Rio Branco Football Club

Fundação: 08 Junho 1919
Endereço Av Ceará 1276 - Centro
CEP 69910-735 Rio Branco/AC Tel. (68) 621 2845
Estádio José de Melo (8000)
Apelido "Estrelão", "Mais Querido"
Presidente Sebastião de Melo Alencar
Títulos
Copa Norte 1997
Campeão Acreano 1947, 1950/51, 1955/56/57, 1961/62, 1964, 1971, 1973, 1977, 1979, 1983, 1986, 1992 ,1994, 1997, 2000 e 2002/2003. Além de 22 títulos na Liga Acreano de Esportes Terrestres - LAET(liga disputada entre 1919 e 1946, que antecedeu a Federação)
Presidente Getúlio Pinheiro
Internet
www.riobrancofc.com.br

O clube foi oficialmente fundado no dia 08 de junho de 1919 por Luiz Mestrinho Filho, que é considerado o pai do clube. Advogado, Luiz foi o mentor do primeiro clube organizado do Acre, dando nome, definindo as cores, criando a bandeira. Parente do governador Gilberto Mestrinho, tinha 27 anos quando veio, em 1919, a Rio Branco, presidir uma comissão de inquérito na Agência dos Correios. Grande amante do futebol, Mestrinho convocou personalidades de destaque propôs a fundação de um grêmio sócio-esportivo. Alguns anos depois, Luiz voltou para Manaus e depois de perambular pelo Brasil acabou parando em Curitiba, onde faleceu em 29 de dezembro de 1983.

Centro Sportivo Alagoano


1968
Em pé: Heleno (massag., Ciro, Erivaldo, Zé Luiz, Zé Galego, Tadeu e Paranhos.
Agachados: Ratinho, Giraldo, Duda, Eric e Canhoto.


A tarde de 3 de fevereiro de 1969 foi inesquecível para o Centro Sportivo Alagoano. Naquele dia, os azulinos derrotaram seu adversário e conquistaram seu segundo tetra campeonato. Era um titulo inédito no regime profissional em Alagoas. E tudo se tornou muito mais valorizado porque seu último obstáculo na campanha foi o CRB que pela tradição e pelo valor moral duplicou as glórias e as emoções do titulo conquistado.

O CSA parecia disposto a vencer a partida logo nos primeiros minutos. Partiu para cima do adversário e já aos 6 minutos marcava seu primeiro gol que foi anulado pelo juiz pernambucano Erilson Gouveia. Reclamando da arbitragem e perturbado com o gol anulado, o CSA se deixou envolver pelo CRB e tomou o primeio gol através de Beba. Entretanto, logo depois, Zé Luiz empatou. E num lance infeliz do zagueiro do CSA, Erivaldo, o CRB voltou a ter a vantagem no marcador. 2x1 foi o placar do primeiro tempo.

No intervalo, o treinador Pinguela fez duas modificações e acertou sua equipe. Ciro entrou no lugar de Catatau e Petruce substituiu Déo. Assim, o CSA voltou a mostrar seu melhor futebol e se tranqüilizou com o novo empate através de Zé Luiz. O gol da vitória. O gol que deu ao CSA o tetra campeonato somente aconteceu aos 30 minutos. Depois de uma jogada de Giraldo a conclusão foi de Petruce. Nessas alturas do CSA dominava o jogo e a dupla do meio campo – Zé Luiz e Eric – atuava com muito destaque. Mesmo assim, os azulinos recuaram para manter o placar que lhe garantia o campeonato. Mesmo na base do desespero os alvi rubros procuram o gol de empate. No final do jogo era o CSA se defendendo e o CRB atacando. Somente com o apito do juiz a torcida do CSA se tranqüilizou, invadiu o gramado e fez a festa no campo do adversário.

Os jogadores foram carregados nos braços dos torcedores. Todos queria comemorar um titulo sobre um adversário lutador, valente e que soube valorizar o feito azulino.

Jogo no dia 03 de fevereiro de 1969
CRB 2 x CSA 3.
Gols de Beba e Erivaldò contra (CRB). Zé Luiz dois e Petruce (CSA).
Juiz: Erilson Gouveia de Pernambuco.
CSA: Zé Galego. Catatau (Ciro). Paranhos, Tadeu e Erivaldo. Zé Luiz e Eric. Ratinho. Giraldo. Duda e Déo (Petruce).
CRB: Pompéia. Ademir. Nadinho. Zé Julio e Helio. Beba (Erb) e Paulo Nylon. Haroldo. Canhoto. Roberto e Silva.
Texto: www.museudosesportes.com.br

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

E.C. XV de Novembro

Em pé: Pescuma, Proti, Virgílio, Chiquinho, o goleiro Badê e Dorival
Agachados: Nondas, Warner, Rodarte, Emílio e Sabino.

O E.C.XV de Novembro de Piracicaba foi fundado em 15 de Novembro de 1913 e tem sua se à Rua Silva Jardim nº 849 - CEP. 13.417-230. Manda os seus jogos no Estádio Barão da Serra Negra, de propriedade da prefeitura do Município de Piracicaba com capacidade de 25.000 expectadores.

Nelson Pescuma

Começou no São Paulo, jogou no XV de Piracicaba, foi vice-estadual pelo União em 66 e 69, e foi grande destaque como zagueiro do Coritiba em 1971, sendo dirigido por Tim.
O inesquecível Nelson Pescuma, que nasceu em 26/09/1945, deixou muitas saudades no União Bandeirante. O Gigante da zaga dos anos 60 foi ídolo também no Coritiba. No Clube paranaense, Pescuma fez 119 partidas oficiais, atuando de 1971 a 1973. Nestes anos de Alto da Glória, o zagueiro foi Campeão Paranaense em 1971,1972 e 1973,Campeão do Torneio do Povo 1973, Fita Azul pela Excursão de 1972 e Melhor zagueiro do Brasileiro 1971 (Bola de Prata – Placar).
Jogou também na Portuguesa de Desportos onde foi campeão estadual em título dividido com o Santos. Pescuma faleceu em 10/10/2006, vítima de câncer no fígado.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Associação Ferroviária de Esportes


Em pé: Fernando Sátiro, Fogueira, Getúlio, Mariani, Ticão, Bebeto Oliveira, Fernando Paolilo e Vail Mota
Agachados: Maurinho, Luiz Ernesto Lance, Cabinho, Bazani e Nei.

Esquadrão que disputou o Campeonato Paulista de 1970, sob a batuta do técnico Vail Mota.

O centroavante Cabinho, que já havia jogado no América, foi negociado com a Portuguesa. Lance acabou vendido ao Corinthians e o ponta-esquerda Nei fez sucesso defendendo o Palmeiras

Bazzani
"Ele é uma pessoa completa, de caráter. Um exemplo de dignidade que um ser humano pode ter. Eu não vejo minha vida sem sua presença". As palavras de Aparecida Castro Bazani, esposa do maior jogador que já vestiu a camisa da Associação Ferroviária de Esporte (AFE), podem ser transferidas para a relação entre Olivério Bazzani Filho e a Ferrinha. É contra qualquer lógica imaginar Bazzani sem Ferroviária, ou vice-versa.
Natural de Mirassol, Interior de São Paulo, o jovem Olivério participou dos últimos 50 anos de história da Ferroviária. Dos tempos áureos, aos momentos mais difíceis, em que o clube se afundava em dívidas, a figura de Bazzani era sempre constante no gramado da Fonte Luminosa. O ex-camisa 11 começou sua carreira no time infantil de sua cidade-natal. Estreou como ponta esquerda contra um time de várzea de São José do Rio Preto e o destino quis que o gol da vitória fosse dele.

O primeiro contato com a Ferroviária foi em 1951, no amistoso em que o seu time, o Mirassol, enfrentou a equipe de Araraquara. Em 1954, ‘Rabi', como é carinhosamente chamado em Araraquara, assinou o primeiro contrato profissional com a equipe grená e começou sua carreira vitoriosa na Ferrinha. Participou de campanhas inesquecíveis da Locomotiva: os títulos do Campeonato Paulista do Interior de 59, 60, 61 e 62; e a excursão para o exterior em 60 e 63.

Em 1962, Bazzani foi negociado com o Sport Club Corinthians Paulista. A transação foi considerada a maior do futebol paulista na época. Como diria o velho ditado: ‘o bom filho à casa retorna', Bazzani voltou a defender a camisa grená de Araraquara em 65.

"O Bazzani é uma verdadeira lenda na Ferroviária. Um cidadão acima de qualquer suspeita e de uma integridade enorme, tanto como homem ou jogador. Viajei todo o Brasil e, em todos os lugares, inclusive no exterior, o pessoal sempre comentava que o Bazzani levava uma imagem de um time organizado e de profissionais sérios liderados por ele", contou o jornalista e locutor esportivo Wilson Luiz.

O adeus de ‘Rabi' vestindo a camisa da Ferroviária foi em 1973. Na ocasião, Bazzani jogou somente o primeiro tempo da partida contra o Guarani, na Fonte Luminosa. Perguntado sobre o quê significa a Ferroviária em sua vida, o velho mestre não hesitou em falar: "Me sinto orgulhoso em ter vivido e lutado por este time. A gente trabalha a vida toda para ter o reconhecimento que eu tenho aqui dentro. A Ferroviária significa minha vida".

Bazzani faleceu no dia três de outubro de 2007, aos 72 anos. Bazzani sofria de câncer de próstata e lutava contra o Mal de Alzheimer há meses, o que deixou sua saúde bastante debilitada. O último ano foi de sofrimento para o ídolo da Ferroviária. Problemas de saúde o impediram de acompanhar a festa de inauguração do seu busto de bronze, em abril deste ano, localizado na entrada principal do estádio da Fonte Luminosa. No jogo de inauguração do busto, a Ferroviária goleou o Corinthians por 3 a 0, para felicidade de todos que acompanharam a vida do maior jogador da história da Ferroviária: Olivério Bazani Filho.

Por: Felipe Santilho e Emerson Bellini

http://www.ferroviariasa.com.br